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Consultório de Astrologia

Terapias que Curam

Cura Cármica

A Cura Cármica permite-lhe limpar sentimentos, crenças e bloqueios provenientes de vidas passadas que não a deixam evoluir com tranquilidade hoje. É uma poderosa terapia que lhe permite voltar a uma situação de uma vida passada, de forma consciente, para curar o que tem que ser curado.

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Muitos julgam que a palavra carma quer dizer "pagar por algo que não fiz". Carma significa exatamente o contrário: "pagar por algo que se fez". Em sua distante origem - no sânscrito, uma língua ancestral já extinta -, carma queria dizer "ação: Ou, então, "tudo o que nos acontece é o resultado de algo que fizemos". O nosso carma, então, não é um mero jogo de sorte e azar: é uma simples questão de causa e efeito. Tudo o que está acontecendo agora é o resultado direto de decisões que tomámos no passado, mesmo que não nos lembremos delas, ou que, na época, as tenhamos considerado irrelevantes.

Devemos lembrar-nos que em vidas passadas construímos defesas e barreiras contra nós mesmos e nossa evolução, contra o amor e a criatividade, contra a expansão das nossas consciências. Essas defesas do ego tornam-se parte de um padrão de comportamento que somente pode ser rompido através da consciência.

Uma pessoa pode, por exemplo, carregar algumas fobias e depressão nesta vida como resultado de ações e traumas advindos de uma vida passada.

O carma são dívidas pessoais contraídas pelo espírito no decorrer das suas existências.

A energia cármica é a densidade emocional que trazemos de outras vidas. Essa energia formata, numa primeira fase da vida, a personalidade do ser. É o que chamamos «Sobreposição de Encarnações».

O ser que nasce, antes de tomar consciência da sua jornada atual, irá sentir a energia cármica, as sobreposições, de forma mais profunda e com mais acuidade. Essa energia cármica, essa densidade emocional de outras vidas, irá condicionar o comportamento. O ser passará, nesta vida, a ter um comportamento semelhante ao de outras vidas. Irá escolher o mesmo padrão repetitivo de comportamento.

Limpar a energia cármica é retirar as sobreposições de encarnações, as vidas passadas que ainda permanecem na pessoa sob a forma de densidade.

É, simplesmente, retirar essa energia, através de uma limpeza. Gastar a energia cármica é precisamente quebrar o padrão repetitivo de comportamento.

 

Como se processa?

Existem diversas maneiras de acelerar o carma e limpar a alma. Vamos conhecer três formas possíveis de limpeza cármica com a qual se obtém bons resultados, desde que haja intenção séria de melhorar a elevação espiritual.

 

Método da Chama Violeta

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 A Chama Violeta é uma grande dádiva de Deus. Foi liberada, em 1930, quando Saint Germain apareceu, aos pés do monte Shasta na Califórnia, a Guy Ballard, mensageiro de Deus no Movimento I AM, para libertar a humanidade. Saint Germain deu-lhe a dispensação da Chama Violeta para o planeta Terra. O monte Shasta, na Califórnia, é o principal foco de irradiação da Chama Violeta do Mestre Saint Germain para o planeta Terra. A vibração da cor violeta, uma vez elevada, é uma energia transmutadora que converte o mal em bem. É uma chama de compaixão e misericórdia que encandeia de forma a limpar o carma.

Se deseja melhorar a sua situação e dissipar-se do carma terá que diariamente meditar acerca do seu passado, presente e futuro, fazendo com que o amor inunde o seu coração e não se deixar "tentar" pelos pensamentos negativos.

Uma vez alcançado um grau de meditação elevado, deve visualisar-se coberto por um manto de cor violeta intenso. Quando a visualisação se tornar tão nítida, ao ponto de sentir essa luz violeta ao seu redor, deverá pedir a Deus ou ao Divino, com toda a sua alma, a libertação do carma. Acenda uma vela roxa e concentre-se fixando a sua chama violeta, pois ela é a própria ação da Lei da Misericórdia e do Perdão.

 

Método dos Chakras

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A energia cósmica entra e sai através de certos pontos centrais de energia, distribuídos ao longo do corpo. São sete os principais chakras, dispostos desde a base da coluna vertebral até o alto da cabeça e cada um corresponde à uma das sete principais glândulas do corpo humano. Cada um destes chakras está em estreita correspondência com certas funções físicas, mentais, vitais ou espirituais. Num corpo saudável, todos esses vórtices giram a uma grande velocidade, permitindo que a "prana" (energia vital universal que permeia o cosmo, absorvida pelos os seres vivos através do ar que respiram), flua para cima por intermédio do sistema endócrino. Mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado - e disso resulta o envelhecimento ou a doença.

A limpeza cármica pode processar-se por meio de limpeza dos chakras, o que permite compreender melhor "o que vem a seguir" e superar facilmente os seus problemas. Cada chakra corresponde a uma cor e um estado de ânimo. Para ativar os chakras, é importante pôr-se em posição de meditação e tentar visualizá-los, virando-os como se fossem pequenos discos de cor. Este exercício pode levar à ativação dos mesmos, o que pressupõe também à ativação das energias de cura e libertação de bloqueios.

Uma conduta adequada juntamente com o bom funcionamento dos chakras permite abrir novos caminhos e rapidamente deixar para trás as pesadas cargas cármicas.

 

Método de Transmutação Alquímica

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Alguns produtos elaborados nos modernos laboratórios alquímicos são úteis para libertar e limpar o carma. Estes têm uma altíssima vibração e permitem transmutar rapidamente efeitos energéticos negativos de carmas pesados.

Sem complicações, e para uma limpeza cármica com resultado, deve-se estar totalmente de acordo com o facto "de que se é responsável pela dívida", pois só assim a transmutação alquímica se faz acompanhar de atos bons que possam resgatar os anteriores.

Elevar as vibrações servirá para que se possa ver melhor o que irá suceder, fazendo com que passe a depressão e o desânimo.
Deve, no entanto, fazer várias introspeções para descobrir qual o melhor caminho a seguir e qual a melhor postura de forma a não voltar a cometer os mesmos erros.

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A vida depois da morte nas diferentes crenças

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Islamismo

 

"Toda alma provará o sabor da morte e, no Dia da Ressurreição, sereis recompensados integralmente pelos vossos atos; quem for afastado do fogo infernal e introduzido no Paraíso, triunfará. Que é a vida terrena, senão um prazer ilusório?" (AlCorão, versículo 185)

 

Para os muçulmanos, Alá (o seu Deus) criou o mundo e por essa razão trará de volta todos os mortos no último dia. Todos terão direito a um julgamento começará uma nova vida depois da avaliação divina. Esta vida funciona então como uma preparação para uma outra existência, seja no céu ou no inferno. Quando alguém morre, começa o primeiro dia da eternidade. A morte é assim vista como uma passagem para uma vida eterna. Ao morrer, a alma fica a aguardar o dia da ressurreição (juízo final) para ser julgada pelo criador, e deseja regressar ao seu corpo físico mas muito mais jovem e sem imperfeições. O inferno está reservado para as almas desobedientes, que foram desviadas pelo Diabo. No Alcorão, o livro sagrado desta religião, o Inferno é descrito como um lugar negro com labaredas de fogo em toda a volta, onde as pessoas são castigadas severamente e para todo o sempre. Para o paraíso, vão as almas que obedeceram e seguiram a mensagem de Alá e as tradições dos profetas. No Alcorão, o paraíso é descrito como um lugar com rios de leite e outras belezas jamais vistas pelo homem. Relativamente aos rituais fúnebres o corpo do defunto é lavado pelos familiares -sempre do mesmo sexo - e enrolado em três panos brancos. Depois, é colocado num caixão para que os parentes mais próximos se despeçam dele. De seguida, o corpo é levado à mesquita do cemitério islâmico e a partir deste momento apenas os homens participam da cerimónia. As orações para a alma da pessoa duram cerca de duas horas. O caixão, que deverá ser o mais simples, é levado para o túmulo, composto por quatro paredes de pedra, onde o corpo será colocado sem o caixão no qual foi transportado. O buraco é tapado com pedras e só depois de totalmente fechado é que colocam a terra por cima. Pelas leis muçulmanas não é permitida qualquer cremação. O luto dura três dias, pois a morte é vista como algo natural. No entanto, quando é a mulher a perder o marido, o tempo de luto é de 4 meses e 10 dias. Durante todo este tempo a mulher não pode sair de casa, a não ser em caso de uma emergência.

 

 

Espiritismo

 

"Melhorados os homens, não fornecerão ao mundo invisível senão bons espíritos; estes, encarnando-se, por sua vez só fornecerão à Humanidade corporal elementos aperfeiçoados. A Terra deixará, então, de ser um mundo expiatório e os homens não sofrerão mais as misérias decorrentes das suas imperfeições." Allan Kardec

 

Doutrina do século XIX criada pelo francês Alan Kardec, defende a continuação da vida após a morte num novo plano espiritual ou pela reencarnação num outro corpo. Esta doutrina acredita que podem ser invocados os espíritos dos mortos, pois após a morte física, o espírito ascende a uma outra realidade onde se aventura numa nova vida. Significa que para os seguidores desta doutrina, a morte não existe porque o espírito continua a permanecer. Aqueles que praticam o bem evoluem rapidamente. Os que, pelo contrário, praticam o mal recebem novas oportunidades de melhoria através de sucessivas reencarnações. Creem na eternidade da alma e na existência de Deus, mas não como criador de pessoas, mas sim como o criador de espíritos simples e outros ignorantes, sem discernimento do bem e do mal. Não há qualquer simbologia do céu e do inferno, que segundo estes crentes, são ideias construídas pelo próprio homem. Pela teoria, todos os seres humanos são espíritos reencarnados na Terra que estão neste espaço para evoluir. A morte seria apenas a passagem da alma do mundo físico para a sua verdadeira vida no mundo espiritual. E mesmo nesse mundo acreditam que o espírito esteja em constante evolução de forma a alcançar a perfeição moral. As almas dos mortos ligam-se umas às outras como se pertencessem a famílias espirituais, guiadas pela sintonia entre elas. Consequentemente, os lugares onde vivem possuem níveis vibratórios diferentes, sendo uns mais infelizes e sofredores e outros mais felizes e plenos. Nos seus rituais fúnebres, os espíritas velam o defunto e enterram da mesma forma que as outras religiões. O velório é acompanhado de diversas rezas para que o espírito possa continuar perto do corpo durante mais algum tempo, de forma a encontrar-se e a ascender em paz. Dois símbolos fúnebres que não são utilizados por esta doutrina são as velas e as flores. Pode existir cremação, o que não existe é o luto, pois como para eles o corpo físico é nada mais do que um meio de transporte do espírito, têm a certeza que o mesmo vai reencarnar e evoluir, ou seja, continuar a existir.

 

 

Igreja evangélica

 

“Acho impossível que um indivíduo contemplando o céu possa dizer que não existe um Criador.” Abraham Lincoln

Como na Igreja Católica, os evangélicos acreditam que há um julgamento para a alma e que esse mesmo julgamento resulta na condenação (ida para o inferno) e ou na eternidade da alma (céu). A diferença entre as duas religiões é que os evangélicos acreditam que a alma faz uma grande viagem e a ressurreição só acontecerá quando Jesus voltar à Terra, na chamada “Ressurreição dos Justos”, ou, então, aqueles que forem condenados ao Inferno terão uma nova oportunidade de ressurreição no “Julgamento Final”. Os evangélicos sustentam que a morte física é resultado do pecado. Quando Deus criou o homem, não o fez para envelhecer, adoecer ou morrer, mas porque o homem optou por se afastar do criador, por renunciar os ensinamentos, acabou por escolher o caminho do pecado e da desobediência e consequentemente o caminho da morte.

 

 

Igreja Batista

 

Onde está, ó morte a tua vitória? Graças a Deus que nos dá a vida por intermédio de Cristo Jesus (Apostolo Paulo nos Coríntios 15.55 a 57)”

Os seguidores desta religião creem que a morte física é a separação entre a alma e o corpo e que a morte espiritual é a separação da pessoa de Deus. Os que, após a morte física, acreditam ou passam a confiar em Jesus Cristo, vão para o paraíso onde terão uma vida repleta de paz e felicidade. Com a morte espiritual, a alma vai para o Inferno para uma vida de angústia, sofrimento, dor e tormentos e onde viverá eternamente se não acreditar em Jesus Cristo.

 

 

Catolicismo

 

Ó meu Senhor Jesus, eu estou pronto a seguir-te mesmo no cárcere, mesmo até à morte, a imolar a minha vida por teu amor, porque sacrificaste a tua vida por nós." Santo António, padroeiro dos pobres

A morte para os católicos vem com os conceitos de um Céu, de um Inferno e de um Purgatório. A avaliação dos atos de cada um na sua vida terrena decide para qual destes lugares vai a alma repousar eternamente. Os católicos consideram que a alma é única e por essa razão não regressa reencarnada em outros corpos físicos. Para eles, os únicos princípios são o da imortalidade e da ressurreição e não o da reencarnação. O livro sagrado desta religião é a Bíblia, é por ela que se regem e é nela que está escrito que o ser humano morre uma única vez. É nessa morte que a pessoa é julgada e se obtiver o perdão pelas suas ações, vai para o Céu onde viverá feliz e em comunhão com os outros semelhantes mas, se por outro lado, for condenada, vai para o Inferno onde viverá rodeada de fogo ardente e de almas que sofrem horrores para toda a eternidade. O purgatório é para o catolicismo uma espécie de oportunidade de redenção da alma. É para lá que ela vai para ser purificada, não é um lugar físico mas sim uma experiência existencial. As almas que vão para o céu ressuscitarão no dia do “Juízo Final” e poderão viver eternamente, e é nesse dia que os justos e os pecadores são separados para todo o sempre. Para o catolicismo a morte é vista como uma passagem, como o batismo definitivo para o caminho para a vida eterna. A pessoa é julgada na sua morte pelos valores divinos que seguiu em vida: o amor, a fraternidade, a justiça, a verdade, a solidariedade, etc. Ideais que remetem à palavra de Deus. Nos rituais fúnebres, os católicos velam o corpo do defunto com orações e o padre encomenda a vida do defunto às mãos de Deus. Neste ritual há a celebração da passagem do morto à luz do mistério da morte, por meio de orações específicas e da bênção do corpo. Os católicos utilizam símbolos como as velas e flores. Para esta religião, as velas simbolizam a luz que é Cristo ressuscitado e as flores são consideradas como o início da vida eterna que floresce naquele momento. O corpo do defunto pode ser enterrado ou cremado. No momento do enterro, há uma bênção final dada pelo padre, cujo objetivo é pedir o acolhimento do corpo pela terra. Depois do ritual fúnebre, é usual ocorrerem celebrações em memória do morto no sétimo dia após o seu enterro, no primeiro mês e no primeiro ano.

 

 

Judaísmo

 

E o Todo Poderoso formou o homem do pó da terra e soprou nas suas narinas a alma da vida". Tora, livro sagrado do Judaísmo

O judaísmo é uma religião que não crê num único indivíduo, mas sim num povo que foi escolhido por Deus para iluminar e guiar a humanidade - o Povo Hebraico. O livro sagrado é a Bíblia. Os textos correspondem aos do Antigo Testamento dos cristãos, com poucas adaptações e esses textos são chamados de Torá. O judaísmo acredita que após a morte, a alma sobrevive, podendo voltar à terra para completar a sua missão, ou seja, acreditam na reencarnação, mas não reforçam bem a ideia de existir uma vida após a morte. O que acreditam é que a morte não é o fim da vida, apenas do corpo material. Descrita como a religião das múltiplas interpretações, o judaísmo tem diversas ramificações: umas acreditam na reencarnação da alma em outros corpos, e outras acreditam na ressurreição dos mortos, ou seja, o regresso da alma ao mesmo corpo físico. A pessoa que estiver a morrer, deve colocar a sua vida em ordem, deixar a sua mensagem à família e a quem for importante para ele e fazer a sua última confissão. Esta confissão é encarada como o elemento mais importante para a passagem para o outro mundo. Apesar de acreditarem que a alma exista para a eternidade, os judeus expressam a sua dor pela perda daqueles que mais amam de várias formas. Nos rituais fúnebres, quando um judeu morre, há um ritual chamado de tahará, que significa purificação no qual o corpo do defunto é lavado pelo chevra kadisha, que é o seu grupo sagrado. Os judeus não permitem qualquer autópsia, nada poderá violar o corpo físico. Depois de lavado, o corpo é envolvido em várias camadas de panos brancos e o caixão é fechado para que não seja mais tocado. A cerimónia fúnebre deve acontecer o mais rápido possível e são acompanhadas por rezas. Os caixões estão sempre fechados, pois encaram que a exposição do corpo é um sinal de desrespeito. Não usam qualquer simbolismo, portanto objetos como flores e velas não existem. Os judeus acreditam que na morte tudo deve ser o mais simples possível, desde das vestimentas, daí unicamente os panos brancos, ao caixão que é de uma madeira simples, sem ornamentos. Esta religião assim como não permite as autópsias, é totalmente contra a cremação, ou seja a destruição do corpo físico, pois na reencarnação a alma tem que regressar ao corpo original e o mesmo deverá permanecer tal como foi enterrado. O luto dos familiares é feito por três etapas: a primeira tem a duração de uma semana e neste período os familiares não saem de casa por nenhuma razão e trabalham apenas o espiritual, deixando de fora os cuidados com o corpo e as suas necessidades físicas. Nos dias seguintes à primeira semana, e até completarem 30 dias depois da morte, os homens não fazem a barba, bem como os cabelos não podem ser cortados. O luto termina definitivamente um ano após a data da morte, mas o defunto será sempre recordado em todos os aniversários seguintes. Os judeus acreditam que fingir que nada aconteceu é reprimir os sentimentos.

 

 

 

Protestantismo

 

“Uma masmorra com Cristo é um trono, e um trono sem Cristo é um inferno" Martinho Lutero, sacerdote e figura essencial da reforma protestante

 

Religião que tem as suas raízes no século XV emergiu como uma forma de protesto contra a doutrina do catolicismo romano da Europa Ocidental. Os protestantes acreditam que a morte é apenas uma passagem para outra vida e não aceitam a reencarnação, tal como vimos anteriormente com os católicos. Acreditam que após a morte a alma é limitada, pois o corpo ressuscitará. Esta religião acredita nos conceitos de céu e inferno e o julgamento que ditará para qual dos dois mundos a alma vai, ocorre não pelas ações praticadas em vida, mas pela fé demonstrada na palavra de Deus e pelo amor ao Senhor. Nos rituais fúnebres, os protestantes assemelham-se às outras religiões. A principal característica é que quando um protestante morre, todo o ritual do velório é feito em função da família do defunto e não do defunto em si. Normalmente o ritual é feito pelo pastor e ocorre dentro da igreja ou no cemitério. Em termos de símbolos, os protestantes não usam velas, apenas as flores. A participação da comunidade religiosa nestas últimas horas é muito importante. São feitas leituras bíblicas e orações espontâneas no cemitério. O corpo do defunto pode ser cremado ou simplesmente enterrado. Uma diferença em relação à Igreja Católica, é que os protestantes não celebram o defunto após a morte, por isso não são comuns as missas ou as rezas após o funeral. Se a família desejar, pode fazer uma reza de gratidão a Deus pela vida da pessoa, mas não é obrigada a tal. O protestantismo não obriga a qualquer tipo de luto.

 

 

Mais informações para:

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A SABEDORIA DOS DRUIDAS E O SONHO DA NOVA ERA

O druidismo é a herança cultural e espiritual dos povos celtas,

uma religião politeísta originária do passado arcaico

proto-indo-europeu.

Foi levada para a Europa Ocidental por tribos indo-europeias

que falavam dialectos célticos.

O druidismo é um caminho espiritual em harmonia como o fluxo

natural do cosmos. É uma das muitas religiões populares e

 telúricas que resgatam a reverência às coisas vivas e à disciplina

 do trabalho diligente, da produtividade, da força física e da saúde.

Nos acena com a importância de seguir a sabedoria dos nossos

ancestrais, em vez de rejeitar o antigo conhecimento das gerações

passadas.

Estamos entrando na era pós-moderna; os povos estão retornando

às suas raízes espirituais e culturais. Recursos estão escassos.

A Terra e sua atmosfera não podem suportar mais poluição; devemos

terminar com a explosão populacional. A tecnologia pode ter sido a

responsável por muitos de nossos actuais problemas de superprodução,

mas ela também nos encaminhou para a solução desses problemas.

Devemos permitir nosso crescimento espiritual e individual enquanto

usamos as novas ferramentas tecnológicas em benefício da humanidade,

e não para a destruição de nossos recursos naturais.

As pessoas não terão como manter estilos de vida materialistas

e gananciosos em um futuro próximo.

Caminhos espirituais como o druidismo estão passando a significar

mais para nós porque enfatizam a família, o aconchego do lar e estilos

de vida naturais em harmonia com a ecologia do cosmos e com a

diversidade humana. As pessoas estão encontrando prazeres maiores

na leitura de bons livros, na música popular ou na simples companhia

dos amigos e da família. Talvez, no futuro, menos tempo e dinheiro

sejam desperdiçados com especulações sobre os estilos de vida decadentes

dos ricos e famosos, e as pessoas, então, começarão a voltar suas energias

para caminhos positivos de purificação do meio ambiente e de seus recursos

preciosos.


Nas religiões tribais e populares, os mais velhos são respeitados por sua

experiência e discernimento que ganharam com a idade.

Assim é como antevejo a era pós-moderna. A velha visão modernista

 ditava que tudo seria mudado e que a geração anterior tinha feito tudo

errado.

Na era pós-moderna, apesar dos tempos irem e virem, as pessoas retornarão

ao que deu certo no passado, com a crença de que o que resistiu servirá tanto

ao presente quanto ao futuro.

O movimento é anti-racista e antietnocentrista porque permite as pessoas serem

o que realmente são, a crescer com suas próprias identidades culturais, e a

resistir a uma religião ecuménica monolítica para toda a humanidade.

Universalismo e sincretismo forçam todas as pessoas a se conformarem com

um único caminho.

Alguns seguidores da Nova Era e neo-pagãos gostariam de unificar todos os

 sistemas religiosos sob um único e monolítico sistema sincrético, em busca

do relativismo cultural. Tal sistema sugere, na verdade, que minorias

Étnico religiosas são de alguma forma inferiores e devem ser agrupadas num

Império religioso maior. Não é melhor permitir que diversos sistemas

permaneçam fiéis as suas próprias tradições e histórias, do que insistir

na mistura com práticas e crenças possivelmente incompatíveis?

A genuína tolerância religiosa vai além do sincretismo e da unidade

superficial.

 



A Nova Era não é tão nova assim, representa a Era de Aquário,

que teve início com a entrada do século XXI, é um tempo de reviver

antigas ideias. As pessoas que aderem ao Nova Era têm uma sede

espiritual autêntica e talvez, por isso, tenhamos o retorno do druidismo

céltico, com seus deuses superiores! As pessoas sentirão uma afinidade

maior com seu ambiente natural e as condições climáticas, e terão menos

 necessidades de viajar com motores queimando combustível, à medida

que interagirem com a realidade virtual de seus sistemas de computador.

É tarefa das gerações futuras a pesquisa séria de antigos costumes de crenças

 ancestrais e a reconstrução da sabedoria do passado, com vistas à preservação

 das heranças culturais no presente. Para os celtas isso significa retornar às

 fontes originais, indagando os druidas mais antigos sobre suas tradições nativas,

 utilizando métodos científicos e bem fundamentados de reconstrução.