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Consultório de Astrologia

Libertar fardos do passado com a hipnose

A hipnose provoca um estado alterado de consciência. Sob hipnose, o indivíduo consegue concentrar-se de forma intensa num pensamento, numa memória, numa sensação, numa vivência. A hipnose na regressão a vidas passadas pode ajudar a ultrapassar bloqueios ou problemas e a libertar fardos.

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A regressão com a ajuda da hipnose pretende localizar e eliminar as causas de fobias, traumas, psicoses, neuroses, hábitos, vícios, dificuldades emocionais, entre outras.

Utiliza-se a hipnose para ajudar as pessoas a perceberem as causas dos seus problemas e dessa forma ajudar a ultrapassar e a vencer um bloqueio ou problema.

Com a regressão pretende-se alcançar um equilíbrio. A pessoa fica com maior capacidade para gerir e lidar com as dificuldades da sua vida. Este tipo de terapia visa sempre a libertação do problema ou ajuda a lidar melhor com ele. Na regressão pode-se ficar na vida presente ou eventualmente ir até vidas passadas. No entanto, e apesar de algumas pessoas verem as regressões como uma possibilidade para irem a vidas passadas e dessa forma encontrarem respostas para a sua curiosidade ou para os seus problemas, nem sempre isso é possível.

Um bom terapeuta vai querer resolver o problema da pessoa, e nem sempre é necessário recorrer à regressão de vidas passadas.

 

TERAPIA DE REGRESSÃO

A terapia da regressão baseia-se num princípio de que a maioria dos problemas psicológicos e psicossomáticos tem as suas causas no passado. Descobrir, reviver e compreender essas causas pode produzir um melhor conhecimento para libertar a pessoa de alguns traumas, ou problemas.

Muitos problemas do passado são causados por experiências traumáticas que podem ter sido esquecidas pela pessoa, mas que ficam no seu inconsciente. As experiências passadas que não foram compreendidas e assimiladas ficam reprimidas no inconsciente e podem ser reactivadas, a qualquer momento, por experiências semelhantes que as reavivam.

A hipnose facilita a recordação, permitindo aceder muito mais facilmente aos conteúdos do nosso inconsciente onde se guardam todas as nossas experiências, quer sejam de um passado recente ou remoto. Mas existem vidas passadas? A regressão a vidas passadas não é uma prova de que existam, nem de que não existam. E para a hipnoterapia, essa pergunta é irrelevante. Se o paciente acredita que existe, então isso é bom. E se ele acredita que não existe, isso também é bom. Para que a regressão funcione basta que haja aceitação de todo o processo. As respostas aos nossos problemas estão dentro de nós mesmos. Só é preciso permitir-lhes o acesso. O mais importante para que a regressão funcione é estar aberto, para as respostas surjam na mente, deixando a parte racional, os julgamentos e o cepticismo de lado.

Podemos dizer que a hipnose nada mais é do que uma forma de comunicação, que provoca mudanças e transformações, levando o indivíduo à prática do pensar sobre si mesmo e por si mesmo.

O que é certo, é que cada sessão resulta numa sensação de paz, tranquilidade e bem-estar, que se pode prolongar por dias, semanas, meses e até anos e pode ajudar o paciente a dar rumo à sua vida.

 

SOBRE A HIPNOSE

A pessoa perde a consciência durante a sessão?

Não, permanece consciente e alerta. O estado de transe é um estado normal e ocorre várias vezes ao dia com vários tipos de estímulos, como por exemplo: sons repetitivos, etc.

 

O hipnotizador pode dominar a mente?

Não. A consciência mais profunda da mente protege a pessoa de tudo aquilo que ela não deseja fazer. A mente da pessoa hipnotizada só vai aceitar ordens pré-estabelecidas por ela mesma e combinadas com o hipnoterapeuta durante a sessão.

 

Quem pode ser hipnotizado?

Qualquer pessoa pode ser hipnotizada. As pessoas que querem transformar os seus problemas são mais fáceis de serem hipnotizadas. O transe induzido encontra resistência apenas numa parcela pequena de pessoas.

 

A pessoa pode não voltar do transe?

Não. É pouco comum demorar a voltar ao seu estado natural de vigília, mas quando isto acontece, existem várias formas suaves para que haja este retorno.

 

A hipnose faz mal à saúde?

Não. Não existe nenhum risco quando a hipnose é aplicada corretamente por um profissional experiente e devidamente informado. É comum a pessoa sentir sensações de euforia, sono, vontade de relaxar, depois de uma sessão.

 

O que se sente na hipnose?

Pode vivenciar sensações, não sentir partes do corpo, sentir o corpo mais pesado, formigueiro, calor, frio etc. Pode viver memórias de factos do passado recente ou remoto. A regressão, pode ser espontânea ou ser sugerida pelo hipnoterapeuta. São memórias, pensamentos, sensações, e imagens do passado.

 

Os objectivos desta técnica são:

  • Trazer à superfície da consciência as experiências do passado
  • Encontrar as soluções que permitam superar as dificuldades do presente, o equilíbrio
  • Abrir e alargar as percepções psíquicas
  • Desenvolver as capacidades físicas e mentais
  • Aliviar as dores e sofrimentos físicos
  • Activar ou acalmar as defesas naturais do organismo
  • Tratar patologias como depressões, fobias, sintomas de pânico, ansiedade, obesidade, anorexia, bulimia, insónias, maus hábitos (roer as unhas, chuchar no dedo, tiques, alcoolismo, tabagismo,…), disfunções sexuais, dificuldades de aprendizagem, etc.

 

ORIGEM DA HIPNOSE

Desde a mais remota antiguidade o homo sapiens viveu e usou a hipnose, quer consciente ou inconsciente. No antigo Egito, os sacerdotes induziam o estado hipnótico com objetivos de cura de diversos males e afecções, aliviando dores e recuperando a saúde dos seus pacientes. É conhecido que os antigos mágicos, faquires, curandeiros, todos praticavam várias formas de hipnotismo.

A era moderna da hipnoterapia começa com Franz Anton Mesmer, médico austríaco, com o seu “magnetismo animal”, realizando vários tratamentos com anestesia hipnótica. Depois, John Elliotson, médico assistente no St. Thomas Hospital, fez pesquisas com o então conhecido mesmerismo.

Seguiu-se então James Esdaille, que trabalhou na Índia, tendo apoio governamental, realizando cerca de 300 operações de grande vulto sob hipnose.

Aparece então James Braid, um cirurgião Inglês, nascido 1795, que estudou a hipnose em 1841. Através das suas pesquisas, a hipnose ganhou o foro de ciências, sendo então denominada de hipnotismo ou hipnose, ao invés de mesmerismo, facilitando o começo da sua aceitação pela profissão médica.

Charcot, França, rotulou a hipnose como um estado patológico de dissociação, relacionando a hipnose ao processo histérico e à anormalidades no sistema nervoso. Freud interessou-se pela hipnose, estudando o seu efeito na cura dos seus pacientes. A desinformação da época e o mau emprego da hipnose fizeram-no abandonar a hipnose como ferramenta de trabalho.

Pavlov, médico russo, aproximou-se da hipnose no seu estudo sobre a neurofisiologia, comprovando os seus efeitos nos sistemas de excitação e inibição do sistema nervoso humano. Nas duas grandes guerras mundiais, aprova oficialmente a hipnose como ferramenta terapêutica; em 1958 o mesmo acontece nos USA, pela Associação Médica Americana. Milton Hyland Erickson, médico psiquiatra e psicólogo norte-americano, estudou a ciência da hipnose, modernizando-a, revelando-a como uma manifestação normal da mente humana, mostrando a sua existência e os efeitos na vida quotidiana.

 

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Como ajudar a nossa mente a enfrentar o Inverno

A estação mais quente do ano está pretes a terminar mas não podemos negar que o Outono e Inverno tem o seu charme e, sem dúvida nenhuma, é a estação que traz mais à mente imagens calorosas e aconchegantes uma chávena de chocolate quente, ou a imagem de ficar sentada numa poltrona com um cobertor bem quentinho.

 

 

 

É tempo de mais introspecção, queiramos ou não.  É, é impressionante como as estações do ano nos influenciam:  no Inverno, ficamos mais por casa,  mais perto da família, dedicamos mais tempo a momentos íntimos.  Na primavera, explodimos, saímos do casulo e vamos para o mundo.

Não é preciso ser psicólogo para perceber que meses seguidos de mau tempo afectam o nosso estado de espírito. Embora os dias cinzentos influenciem mais umas pessoas do que outras, de uma maneira geral ficamos mais tristes e apáticos.

Na origem deste humor mais depressivo está uma explicação simples: a falta de luminosidade reflecte-se em quase todas as principais funções do corpo e pode mesmo causar a chamada depressão de Inverno, ou sazonal.

 

Sair de casa

 

E quando há tréguas e o sol dá um ar da sua graça, faça um esforço  por sair para a rua e aproveitar o mais possível. Se estiver bom tempo e você  não saír de casa, a estação do ano é irrelevante. Quem está exposto ao sol melhora não só a sua disposição como o funcionamento cognitivo. Luz é criatividade.

Muitas vezes, o facto de termos luz lá fora não quer dizer que tenhamos luz suficiente.

E há mesmo estudos que indicam que a estação de nascimento pode influenciar a organização do sistema nervoso e que isso "poderá estar relacionado com o desenvolvimento de determinados traços de personalidade. Por exemplo, os nascidos no Verão são significativamente mais extrovertidos".

 

 

 

Mas estes sintomas tém uma explicação, o relógio biológico, que se            localiza no hipotálamo (uma parte do cérebro), é activado pela exposição    solar, através dos olhos, e controla funções primordiais do organismo -  como o humor, a vigília, osono, o apetite sexual.

 

Quanto menor é a exposição à luz solar, mais aquelas funções diminuem. "Todos temos uma variação sazonal do humor. Sentimo-nos mais tristes no Inverno e mais alegres na Primavera. Por isso, há mais depressões nos meses de Inverno"

Ter amigos e uma vida social rica é um dos factores de protecção contra a depressão. O outro é o exercício físico. Seja optimista durante toda a estação de Inverno e pense nas coisas boas que o Inverno lhe traz tais como o aconchego,  o cheiro a terra molhada, o quentinho das casas, as suas pantufas favoritas, uma bebida quente ao deitar, enfim... Definitivamente uma estação em que você se pode dedicar inteiramente ao romance, fazer planos de jogos sensuais, ir mais vezes ao cinema ou simplesmente ficar em casa a ver um filme, pode até dedicar-se a mudar a decoração da sala e todas aquelas tarefas que não conseguiu realizar no Verão devido ou às férias ou mesmo por falta de tempo para estar em casa.

Vá ao Teatro, faça uma visita aquele museu que anda a tentar há tanto tempo e ainda não teve oportunidade,

Lembre-se que durante esta estação tem tempo para pensar em si e gerir a sua vida.

 

 

 

Saiba mais em mariahelena@mariahelena.pt ou contacte 213182590