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Consultório de Astrologia

A Alma Gémea

Todos nós, no mais íntimo do nosso ser, alimentamos a esperança de encontrar a nossa alma gémea, a pessoa que nos completa de forma perfeita, que nos aceita como somos e nos ama incondicionalmente.

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Muitas pessoas relatam que, ao conhecerem a pessoa que amam, sentiram como se já conhecessem aquela pessoa, como se já tivessem vivido com ela um amor noutro tempo, noutra vida.

Quem acredita na Reencarnação defende que ao longo de sucessivas encarnações a alma vem à Terra com o propósito de realizar a sua aprendizagem, que a faz evoluir espiritualmente até voltar à Luz Suprema, de onde foi criada. Ao longo das várias vidas que vivemos vamo-nos cruzando com outras almas que reencontramos em mais do que uma encarnação – esta teoria explica porque razão algumas pessoas se sentem tão imediatamente familiarizadas com pessoas que acabaram de conhecer, como se já as conhecessem antes. E explica, também, porque razão outras pessoas sentem que têm um "karma amoroso" com alguém, como se tivessem de resolver nesta vida questões que tiveram início há muitos séculos atrás.

O conceito de Alma Gémea prende-se com a teoria da Reencarnação. O filósofo grego Platão colocou a hipótese de, num tempo primordial, sermos todos seres perfeitos, com uma metade masculina e outra feminina e uma só alma. Os homens achavam-se superiores por serem um todo tão harmonioso, e por isso os deuses castigaram-nos, dividindo-os ao meio. E reza a lenda que, desde então, todos nós vivemos à procura da pessoa que, no início dos tempos, era a outra metade de nós.

Como reconhecer a minha Alma Gémea?

O encontro com uma alma gémea é muito mais forte e muito mais intenso do que qualquer outro amor ou paixão que já viveu. Acima de tudo, o que caracteriza o encontro com uma alma gémea é a sua intensidade e, principalmente, a sua certeza.

Quando encontramos a nossa alma gémea, sabemos que "é ela a tal". Não conseguimos explicar porquê, nem encontrar uma justificação lógica, mas sabemos que aquela pessoa faz parte de nós, que estamos ligados a ela, e que a nossa vida nunca mais será a mesma depois de a encontrarmos.

Características de uma relação entre Almas Gémeas:

Este relacionamento traz os maiores desafios que a nossa vida amorosa alguma vez nos apresentou – porque com a alma gémea aprendemos, justamente, o amor puro e incondicional.

Facilidade de aceitação - os defeitos do outro deixam de ter importância, porque os aceitamos como parte dele e os amamos também, naturalmente, sem esforço.

É bastante comum que se encontrem em momentos-chave das suas vidas, e que o encontro esteja associado a uma estranha coincidência.

Encontrar a Alma Gémea é como chegar a casa. É encontrar alguém com quem nos sentimos inexplicavelmente seguros, bem, completos.
É insuportável estar separado dessa pessoa: estar afastado dessa pessoa dói, mais do que qualquer outra dor antes experimentada.

Tudo é sentido por ambas as partes. Quando apenas uma das pessoas sente esta intensidade, não podemos afirmar que se trate de Almas Gémeas. Num encontro de Almas Gémeas ambos sentem a impossibilidade de se afastarem,de forma inexplicável são atraídos um para o outro.

Nada voltará a ser como antes. Este encontro marca a vida de ambos de uma forma absoluta e irreversível, havendo um ponto de viragem.

Fazer as pazes é sempre mais importante do que o conflito, e não há zanga que se sobreponha à necessidade de estarem juntas.

Têm uma familiaridade imediata e enorme. É como se não houvesse nada a esconder àquela pessoa, a sensação de conforto sobrepõe-se a tudo o resto, havendo um imediato sentimento de paz e bem-estar, de pertença.

E se eu não encontrar a minha Alma Gémea?

O encontro de Almas Gémeas é incomparavelmente intenso e poderoso, e por essa razão só acontece quando ambas as almas estão preparadas para ele.

Mesmo que, nesta vida, não encontre a sua Alma Gémea, procure encontrar a alma certa para si – aquela que é a sua companheira para o momento da sua evolução espiritual que está a viver, a que vai ajudá-la a chegar ao próximo
nível.

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Superstições e significados

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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É uma pessoa supersticiosa? Quais são as suas superstições? 


Crendices populares: a realidade por detrás da superstição!

Embora não exista uma explicação científica para desmistificar as superstições que se foram criando ao longo de muitos e muitos anos, algumas destas crendices, criadas pelo povo e pelos costumes, e que foi passando de geração em geração, são explicadas por muitos racionalmente. Descubra os segredos por detrás das 11 superstições mais famosas de sempre e tente não limitar a sua vida, só porque acredita piamente nestas “sortes” ou “azares”!

 

Partir um espelho

A superstição de que os seus próximos sete anos serão de azar se partir um espelho está bastante enraizada na cultura popular. Esta história tem origem na antiguidade e várias versões. A primeira revela que os romanos, que foram os pioneiros na criação de espelhos de vidro, acreditavam que se este se partisse tinha o poder de confiscar a alma da pessoa que ficaria para preso dentro dele, durante sete anos. Na Grécia Antiga, utiliza-se um método divinatório popular que consistia em usar uma tigela de vidro com água para refletir a imagem da pessoa que queria saber mais sobre o seu futuro. Se durante a consulta a tigela se partisse era sinal de que a pessoa morreria ou teria dias difíceis nos próximos tempos. A esta versão, os romanos acrescentaram que os “próximos tempos” gregos se traduziriam exatamente em sete anos. Para juntar ainda mais superstição a este objeto, a história foi alimentada durante a Idade Média. Este objetos eram muito caros, e portanto os patrões avisavam os seus empregados que se partissem o espelho iriam ter muito azar. Um estímulo psicológico para evitar, nada mais nada menos, do que uma perda material.

 

Derrubar sal

Foi durante o Império Romano que nasceu esta superstição. O sal era uma espécie de ouro – era a única forma de conservarem os alimentos - para este povo, portanto dizia-se que dava azar derrubá-lo de forma a que se tentasse desperdiçá-lo ao máximo. Curiosamente, neste tempo, os saldados eram pagos com sal e daí a origem da palavra salário (salarium em latim). Hoje em dia, quando se derruba sal, de forma a cortar o azar, joga-se um pouco do mesmo por cima do ombro. A lenda diz que o diabo está sempre de pé atrás de nós, e dessa forma, atirando o sal para as nossas costas, conseguimos acertar-lhe nos olhos e cegá-lo.

 

Guarda-chuva aberto dentro de casa

A superstição diz que abrir um guarda-chuva dentro de casa dá azar. A explicação para esta crendice vem da época da Grécia Antiga, em que os guarda-chuvas eram usados como proteção contra o Sol. Ao se abrir então um chapéu dentro de uma habitação estava a insultar-se o deus do Sol. Outra versão, explica que esta superstição nasceu porque este objeto protegia das tempestades da vida e que ao abrir-se dentro de quatro paredes, insultava os espíritos guardiões, levando-os a deixar a casa desprotegida.

 

Dizer “Deus te abençoe” depois de um espirro

Esta superstição nasceu com o Papa Gregório Magno, que durante a peste bubónica dizia a frase “Deus te abençoe” para alguém que soltasse um espirro, e que possivelmente estaria afetado pela doença. Diz a lenda, que esta bênção evitava que a enfermidade se espalhasse e também que a alma escapasse do corpo durante o espirro.

 

Pata de coelho

No século VII, o coelho era considerado um talismã, pois os chineses consideravam-no um símbolo de prosperidade. Acredita-se que quem tem uma pata de coelho beneficia da sorte do animal. Há ainda culturas que creem que o coelho ajuda a promover a reprodução e ajuda à fertilidade.

 

Bater na madeira

Dar algumas pancadinhas na madeira para afastar o azar é uma superstição muito antiga. Acredita-se que a expressão nasceu com os índios americanos que tinham hábito de dar alguns toques nas árvores, quando pensavam estar a aproximar-se algum mal, pois segundo estes povos era nesse local que habitavam os deuses, e dessa forma chamavam a sua atenção para os acudir.

 

Cruzar os dedos

Embora não hajam muitas teorias que provem a origem desta superstição, uma delas explica que na época em que o cristianismo era ilegal, cruzar os dedos era uma forma secreta dos cristãos se reconhecerem uns aos outros. Uma outra, mais antiga, refere que cruzar os dedos era uma forma de afastar as bruxas e os espíritos malignos da nossa vida.

 

Encontrar uma ferradura

Os cavalos eram considerados animais sagrados, durante a Grécia Antiga. Portanto, se se encontra uma deve ser pendurada atrás da porta de casa e com as pontas para cima. Se for pendurada com as pontas para acredita-se que a sorte seja derramada.

 

Trevo de quatro folhas

Ainda no primeiro milénio a.C., os druidas usavam o trevo de quatro folhas como talismã, pois acreditavam que quem possuísse uma dessas plantinhas conseguiria ver os demónios no meio da floresta e também escapar deles. O poder atribuído ao trevo de quatro folhas vem possivelmente da sua raridade em ser descoberto.

 

Orelhas quentes

Esta crendice é já muito antiga e diz que quando estão a falar mal de si, as suas orelhas ficam quentes. Segundo a história, a superstição nasceu da ideia, difundida durante o século 1, de que no ar existia uma espécie de “mercúrio universal”, que permitia a transferência de energia entre pessoas. Assim, quando alguém falava mal de outra pessoa, as palavras chegavam sempre aos ouvidos do outro.

 

Levantar com o pé direito

Os Romanos acreditavam que o lado esquerdo era maldito. Por exemplo, se a trajetória dos pássaros fosse para a esquerda, eles achavam que os próximos dias seriam de mau agouro. Com a difusão do cristianismo, o lado esquerdo continuou a ser mal visto, pois segundo a tradição cristão, os eleitos de Deus permaneciam sempre à Sua direita. Ao longo dos tempos, levantar com o pé direito era sinónimo de boa sorte, enquanto que levantar com o esquerdo significava  que o dia podia não correr muito bem. Claro que atualmente este é um caso típico de autossugestão.

 

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Uma forma simples de se livrar das más energias!

Reza a lenda que o Olho Turco passou a ser usado como amuleto na Turquia desde o dia em que um homem que, dizia-se, tinha "olho gordo", ou seja, inveja, conseguiu quebrar uma rocha só de olhar para ela.

Desde então, os turcos passaram a acreditar que o mau olhado era algo com um poder terrível, e que para estarem protegidos precisavam de ter consigo um "olho grande" também, que serviria como escudo.

 

O Olho Turco protege quem o possui e afasta as invejas, energias negativas e mau olhado. É um dos mais fortes amuletos de proteção contra a inveja e o mau olhado.

Pendure o seu Olho Turco junto da porta de entrada de sua casa, para afastar as invejas e o mau olhado que lhe tiram energia e saúde.

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