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Consultório de Astrologia

Como atrair a sua alma gémea?

O verdadeiro Amor transforma os seres humanos! Quem ama sabe ouvir o som das estrelas e a melodia do mar. Amar é transcender-se a si próprio e fazer algo de grandioso pelo ser amado, não há nada de mais maravilhoso do que nos unirmos à nossa Alma Gémea e através dela a Deus. É através da união que se fundem as Almas anteriormente separadas e assim o princípio e o fim tocam-se e acontece a eternidade.

 

Quando conhecemos uma pessoa pela primeira vez e sentimos, o que dizem os seus olhos as suas mãos, tudo nessa pessoa mexe connosco, chegamos mesmo a pensar: “Não sei definir o que sinto! Sinto o que diz a sua pele o seu cheiro e as vibrações mais subtis, é como se aquela pessoa fizesse parte de mim, é uma sensação estranha, mas maravilhosa ao mesmo tempo e sinto-me completa, mas como é possível sentir tamanha atração e complementaridade por uma pessoa totalmente desconhecida para mim. A minha vontade é correr e lançar-me nos seus braços.”

Se já passou por uma situação destas é porque se cruzou com uma das suas Almas Gémeas. Em determinadas reencarnações somos divididos   numa parte feminina e noutra masculina,  andamos sempre à procura da nossa outra parte. O amor acontece quando encontramos a outra parte de nós próprios, em cada vida temos a missão de encontrar uma dessas partes que é a nossa Alma Gémea. Quando isso não acontece, o coração fica triste e sofre. Pode-se dar o caso de em uma só encarnação encontrar-mos duas, três ou mais Almas Gémeas. É através do amor que acumulamos experiências aprendidas em muitas vidas. Somos responsáveis por todas as outras partes de nós próprios que estão espalhadas pelo mundo, temos a obrigação de sermos o nosso melhor amigo e felizes. Se não o formos ficamos infelizes assim como as restantes partes de nós, “as nossas almas gémeas”.   

Em cada reencarnação devemos pelo menos juntarmo-nos a uma parte de nós próprios ainda que seja por momentos. Esse amor será tão intenso e verdadeiro que ficará gravado nos nossos corações até ao resto da nossa existência. Se isso não acontecer seremos condenados ao pior dos males, a solidão.

 

Como atrair a sua Alma Gémea

Se tem um grande desejo de encontrar a sua alma gémea, abra o seu coração e chame-a para que ela venha até si.

Quanto maior for o conhecimento de si própria mais fácil será atrair e identificar a sua alma gémea. Tenha presente que se ela é a sua alma gémea isto quer dizer que ela em grande parte é igual a si, se não se aceitar a si própria e não se conhecer devidamente, como poderá reconhecer e aceitar a outra parte de si mesma?

Mesmo pensando que receberá com alegria a sua alma gémea, até hoje isso não se verificou, esta situação poderá ter acontecido por duas razões: por não estar emocionalmente preparada para a deixar entrar na sua vida, porque ainda tem muito trabalho de cura espiritual para fazer, ou seja ainda não se aceitou a si própria tal como é.

Outra das razões pode ser que o seu estilo de vida não lhe permita ter espaço para ela.

Para atrair a alma gémea além de estar predisposta para que tal aconteça é necessário que efetivamente na sua vida haja lugar para ela.

 

Exercício para atrair a Alma Gémea

Duração 30 minutos

 

Para atrair a sua Alma Gémea é necessário proceder como se ela já estivesse a fazer parte da sua vida. O seguinte exercício faz parte da posição mental e espiritual que deve adotar para atrair a sua Alma Gémea.

 

 

. Escolha um compartimento da sua casa, onde haja luz natural

 

.  Sente-se numa cadeira confortavelmente

 

. Coloque uma música suave, que faça apelo ao amor

 

. Mentalize que está a limpar-se de todo o tipo de impurezas e energias negativas

 

. Encha o seu coração de amor, alegria e paz

 

. Agora está pronta para partir alegremente ao encontro da sua alma gémea. (Imagine a seguinte cena)

 

. Feche os olhos, veja-se no seu local de trabalho, imagine que a sua alma gémea lhe telefona e você fala com ela naturalmente, estão a combinar um encontro para mais tarde.

 

. Ao terminar o seu dia de trabalho sai do edifício e encontra-se com a sua alma gémea.

 

. Vão jantar ao restaurante dos seus sonhos, o jantar corre da melhor maneira, estão ambos muito felizes por estarem juntos.

 

. A sua alma gémea propõe-lhe passar fora o próximo fim de semana, você fica radiante.

 

. Vão para um local paradisíaco, passeiam de mão dada junto ao mar, ouvem o bater das ondas na areia e sentem a brisa fresca do mar acariciar os vossos rostos.

 

. Quando voltam ao hotel onde foram passar o fim de semana, é pedida em casamento, fica radiante.

 

. Ambos estão felizes por finalmente poderem estar juntos.

 

. Se quiser pode continuar o exercício até serem velhinhos e continuando sempre juntos e felizes.

 

. Quando terminar o exercício abra calmamente os olhos e retome a sua vida normal.

 

. Faça este exercício com frequência e acabará por encontrar a sua alma gémea.  

 

 

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Há vida depois da morte?

Na sua opinião há vida depois da morte? Veja o que os estudiosos dizem sobre o assunto!

 

Ninguém sabe ao certo para onde vai a alma quando o corpo morre. A morte é um dos maiores mistérios que existem e é talvez o desafio com que temos maior dificuldade em lidar.

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Muitas correntes de pensamento acreditam que quando morremos apenas o corpo deixa de existir, pois a alma continua viva, prosseguindo a sua caminhada espiritual.

Estas teorias são muito antigas, remontando a tempos primitivos, desde que o Homem separou a ideia de alma do corpo. Os egípcios acreditavam na vida depois da morte; o filósofo grego Pitágoras foi um dos defensores da reencarnação, na Antiguidade.

Segundo a teoria que acredita e defende a reencarnação, o propósito de toda a vida é a evolução das almas, que vão reencarnando sucessivamente e que em cada vida aprendem lições e superam desafios que as levam a crescer e a evoluir, até alcançarem a Luz original, de onde vieram e para onde se encaminham, evoluídas.

Por essa razão, muitas pessoas sentem a presença de entes queridos que partiram deste Mundo e que ainda não voltaram a encarnar; segundo essa teoria, quando a alma deixa o corpo físico mantém-se um tempo “a pairar” até voltar à Terra, noutro corpo e noutra vida.

Estas mesmas teorias defendem que, antes de encarnarmos, escolhemos a vida que vamos viver, as pessoas com quem vamos reencarnar, as situações que vamos ter de enfrentar.

Aquilo que escolhemos não é, na maior parte das vezes, fácil, mas é aquilo que é necessário para nós, para podermos aprender as lições que temos de aprender.

Quando eu digo que o momento mais importante da sua vida é agora, pense que as suas ações de hoje podem condicionar o seu futuro, não só nesta vida mas, quem sabe, numa vida futura…

 

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Vidas passadas e Reencarnação

Existem no Mundo muitos movimentos e pessoas que acreditam na reencarnação. Para cada pessoa, a reencarnação tem um significado diferente, pode ser uma teoria, uma crença, uma filosofia, ou simplesmente uma forma de vida. Através da reencarnação encontramos explicação para algumas ocorrências inexplicáveis da nossa vida.

Com as vidas passadas aprendemos que aquilo que fazemos hoje terá repercussões nas nossas vidas futuras. Devemos proceder com retidão e honestidade para podermos construir uma futura reencarnação livre de um Karma pesado.

 

O que significa reencarnar?

A reencarnação significa que após a morte a alma deixa o corpo e prepara-se para regressar à vida, mas através de outro ser.

As circunstâncias em que se dá esse regresso e o ambiente em que vai viver são determinadas pela evolução e progressos alcançados em vidas anteriores.

 

A personalidade de cada indivíduo é uma síntese dos acontecimentos que ocorreram em vidas passadas. Este ser reencarnado irá nascer no meio e nas circunstâncias que forem mais favoráveis ao seu desenvolvimento.

A vida é muito mais do que aquilo que os olhos observam e vai muito além dos nossos sentidos. Quando durante esta encarnação praticamos o bem, estamos a criar um Karma positivo, tanto para esta vida, como para vidas futuras.

Fazer bem é começar por sermos o nosso melhor amigo, tratarmo-nos bem, sermos gentis para connosco, termos pensamentos positivos a nosso respeito, sabermos cuidar de nós.

Se as pessoas soubessem tomar conta delas próprias, o Mundo seria bem melhor, haveria muito menos gente para cuidar.

Quem se ama e respeita, não se deixa a si próprio cair no abandono, trata-se com respeito independentemente das circunstâncias em que se encontra nesta encarnação. 

 

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Regressão...vidas passadas

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Uma viagem em marcha-atrás

 

E se pudéssemos voltar atrás no tempo? Se pudéssemos viajar, como num filme, e reviver a nossa infância, a adolescência, resgatar memórias de episódios perdidos no tempo? E se fôssemos ainda mais longe, e conseguíssemos reencontrar os registos de vidas que vivemos noutros séculos, noutros lugares, muito antes desta que agora temos? A Regressão, uma terapia que com a abertura e a divulgação crescente de temas que antes eram hermeticamente guardados entre círculos restritos está cada vez mais na moda, oferece a  possibilidade de ir à raiz de medos, bloqueios e comportamentos, permitindo conhecer a causa e, dessa forma, erradicar o problema.

 

De acordo com a teoria da Reencarnação, a alma encarna sucessivas vezes com vista à sua evolução e aprendizagem. No entanto, no decurso de cada uma delas as acções criam efeitos nem sempre fáceis de gerir ou integrar de forma saudável e positiva, criando o Karma. Um trauma vivido com intensidade pode, por exemplo, repercutir-se em vidas seguintes, criando uma fobia inexplicável ou uma atracção misteriosa por determinadas pessoas ou situações. A terapia de Regressão a vidas passadas permite, através da hipnose, aceder a gavetas escondidas na mente, onde se encontram os registos de tudo aquilo que a alma viveu, vida após vida, e que a consciência silencia quando encarnamos.

Tendo por base a ideia que muitas das situações que vivemos são consequências de acções passadas, se formos em marcha-atrás até ao tempo onde essas situações se originarem podemos compreendê-las e, fazendo-o, podemos interiorizar os seus ensinamentos e libertar-nos finalmente delas.

Uma pessoa que tenha fobia a tambores pode, por exemplo, ter tido noutra vida uma experiência traumática a eles associada, como ter visto um membro de família ser executado ao som dos mesmos. Uma pessoa que, estranhamente, se sente atraída por pessoas de etnia cigana pode, noutra vida, ter sigo um cigano, ou ter vivido um relacionamento intenso com  um, sem ter tido a possibilidade de viver em pleno esse amor ou de realizar a totalidade dessa experiência enquanto pessoa desse povo.

A Regressão a vidas passadas é uma terapia que averigua a origem de medos, fobias, comportamentos e situações com vista ao seu tratamento. É feita por um terapeuta especializado, sendo muitas vezes um Psicólogo que se especializou na Hipnoterapia e no estudo de vidas passadas. Este terapeuta começa por estudar a vida da pessoa que faz a consulta, traçando um quadro geral que possa direccionar a Regressão para os aspetos que são mais urgentes e que mais necessitam de ser tratados.

 

E se eu não tiver problemas?

Uma pessoa não precisa de se queixar de um bloqueio ou "problema"para ir a uma  ou mais consultas de Regressão. Ao permitir uma viagem ao passado, ela ajuda-nos a compreender melhor quem somos, quem é a nossa alma, e a conhecer melhor toda a nossa dimensão espiritual. Qualquer pessoa adulta pode fazer uma consulta de Regressão.

 

Como funciona a consulta de Regressão?

Após a análise geral da personalidade da pessoa e das situações mais relevantes da sua vida, o terapeuta procede a uma hipnose, em que o estado de consciência é induzido de forma a que a racionalidade "adormeça" o suficiente para que possam aflorar os conhecimentos que estão escondidos na parte inconsciente do nosso cérebro.

Esta hipnose é sempre feita de forma gradual e com o consentimento prévio do paciente. Numa primeira sessão é normal que o transe não seja muito profundo, variando consoante a consciência do paciente o permita. Embora haja pessoas que têm maior facilidade de "entrega" e relaxamento, deixando-se induzir mais facilmente, a maioria das pessoas tem alguma dificuldade em relaxar por completo numa primeira sessão, mantendo assim um estado ligeiro de transe. À medida que se avança na terapia, com a prática, a mente tem cada vez maior facilidade em aceder a memórias, sentindo com maior intensidade e sendo capaz de identificar formas, lugares, pessoas, cheiros, sons e sabores.

Mesmo que apenas por curiosidade, a Regressão é uma viagem curiosa, feita ao interior de nós mesmos. Durante a Hipnose, o terapeuta induz o paciente a um estado de relaxamento, direccionando-o para situações do passado e pedindo que o paciente lhe relate aquilo que vê enquanto está nesse estado alterado de consciência. O terapeuta pode optar por gravar aquilo que é dito pelo paciente, para que mais tarde possam trabalhar esse registo em conjunto e encontrar as pistas que solucionam as questões que o levaram à consulta. Nunca nada é feito contra o paciente, nem sem o seu consentimento, pois a mente é prodigiosa, e o nosso consciente, ainda que um tanto adormecido, jamais revela aquilo que não quer revelar, ou que o paciente ainda não está preparado para saber.

Com um tempo de duração limitado previamente pelo terapeuta, consoante o grau de profundidade da sessão de Regressão, o paciente é, finalmente, induzido a regressar gradualmente ao estado de consciência, sendo que o terapeuta o induz a recordar tudo aquilo que reviveu, viu ou sentiu durante o transe, ao acordar. Assim, quando finalmente o paciente regressa ao estado normal de consciência, consegue recordar tudo aquilo que experienciou e, ao discuti-lo e analisá-lo com o terapeuta, consegue compreender muitas situações que vive hoje em dia e que têm sido recorrentes na sua vida.

 

A Regressão pode curar?

A Regressão a vidas passadas é especialmente útil e benéfica para ultrapassar perdas afectivas, físicas ou não, pois permite compreender o porquê de elas terem acontecido. Permite, também, compreender a origem de vícios, libertando-se deles, assim como de fobias, medos inexplicáveis e obsessões. É terapêutica no tratamento de sintomas físicos sem causa aparente, ajudando a ultrapassar situações traumáticas e a vencer distúrbios de comportamento, alimentares ou outros, assim como padrões emocionais destrutivos e relacionamentos nocivos.

Muitas vezes a viagem leva-nos a lugares diferentes daqueles onde supúnhamos ir, porque a nossa mente direcciona-nos sempre para aquilo que é mais premente resolver, aquilo que neste momento da nossa vida mais precisa de atenção.

 

E não será fruto da minha imaginação?

Os mais cépticos têm dificuldade em aceitar que aquilo que uma pessoa revive durante uma Regressão possa ter um fundo de verdade. A experiência da Regressão é tão única e individual como a mente de cada um. Mesmo que fosse um produto da imaginação, porque razão a sua mente criaria aquela imagem em particular, e não outra? De onde nasceu esse registo? A mente recorda aquilo que já viu ou viveu, e qualquer imagem que surja nela foi anteriormente lá posta… assim, a origem das memórias a que acedemos numa Regressão será sempre tão misteriosa como a complexa teia de fios que compõe a mente humana. Atreve-se a fazer essa viagem ao mais profundo de si?

 

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As leis do Karma: o que fiz eu para merecer isto?

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Destino

"Isto é Karma!" é uma das expressões que todas as pessoas já ouviram, ou já disseram, pelo menos uma vez na vida. Sempre que um acontecimento que nos irrita ou aborrece se repete de forma inesperada ou até imprevisível, temos tendência para delegar responsabilidades num passado remoto, numa espécie de castigo por algo que  não temos memória consciente de ter feito. Mas afinal, o que é o Karma?

Por "karma" (também escrito "Carma") entende-se "acção" ou "causa": a energia que é gerada pelas nossas acções numa vida, repercutindo-se noutras vidas. A palavra Karma deriva do sânscrito e surgiu associada ao Budismo e ao Hinduísmo, sendo mais tarde adoptada pelo Espiritismo. Também a Cabala — filosofia que tem origem no Judaísmo — defende a existência da vida após a morte, acreditando que a alma regressa à Terra tantas vezes quantas forem necessárias para completar o seu Tikkun (termo associado ao Karma), superando sempre as provas que recebe como consequência dos seus actos.

Segundo a Lei do Karma, cada uma das nossas acções gera uma reacção ou um efeito, razão pela qual temos de "pagar" por cada acção negativa que praticamos, ou algo a "receber" por cada acto positivo. Neste último caso, trata-se do Dharma – aquilo que temos a receber pelas boas acções praticadas.

Tanto o Budismo como o Hinduísmo defendem que a alma encarna ao longo de sucessivas vidas, visando sempre a evolução espiritual. Para que esta possa acontecer, a alma tem de superar provas e ultrapassar desafios, para que a sua aprendizagem possa acontecer, fazendo a alma evoluir e crescer até chegar à Luz. Assim, as acções que praticamos numa encarnação têm uma consequência, que geralmente nos confronta numa encarnação futura.

Assumindo como verdadeira a teoria da Reencarnação, existente desde as civilizações e filosofias mais antigas, aquilo que vivemos em cada uma das nossas encarnações terá repercussões nas encarnações seguintes.

Antes de encarnar, a alma "escolhe" aquilo que virá fazer e aprender na encarnação que se lhe apresenta. O livre-arbítrio, contudo, faz com que este "esquema prévio" não determine a vida que vamos viver. Embora sejamos confrontados com os desafios que "escolhemos" antes de encarnar, cabe-nos sempre a nós escolher a forma como os encaramos. É claro que pessoas que vivem uma vida de miséria ou atravessam situações traumáticas se podem facilmente insurgir contra esta ideia "Então mas eu escolhi ser pobre?", "Aquela mulher escolheu ser vítima de violação?", mas para poderem compreender esta dinâmica têm de se distanciar e ver a vida numa perspetiva mais abrangente: se somos almas que sucessivamente encarnam, o nosso propósito e a nossa essência é MUITO maior do que aquilo que hoje vivemos. A pobreza, as injustiças, a dor, são apenas um episódio, que diz respeito ao presente, o momento que conta AGORA, mas a totalidade do nosso ser é muito maior que isso. De acordo com a Lei do Karma e da Reencarnação, a alma escolhe, conscientemente, os desafios que lhe irão proporcionar as maiores oportunidades de crescimento. Assim, uma pessoa que, imaginemos, viveu como um poderoso magnata noutra vida, e que não soube dar valor à riqueza que possuía, desperdiçando-a ou usando-a para subjugar outros, irá reencarnar numa condição de pobreza, para que possa aprender a dar valor ao dinheiro e a respeitar os outros. O Karma não é um castigo – é uma oportunidade de aprendizagem.

 

Padrões Kármicos

Por representarem desafios difíceis, nem sempre superamos, à primeira, um acontecimento kármico. Por essa razão, é frequente depararmo-nos, ao longo da nossa vida, com padrões que se repetem, com acontecimentos que nos marcam e que são muito semelhantes a outros que já vivemos, e que já nos fizeram sofrer anteriormente. Estes acontecimentos irão repetir-se sempre, ao longo da nossa vida e, se não forem aprendidos, de outras encarnações, até aprendermos essa lição.

Assim, para superar o Karma, é necessário em primeiro lugar compreender que lição aquele acontecimento, ou pessoa, nos está a querer ensinar. Depois, é necessário aceitar e perdoar, fazendo de outra maneira desta vez. A aceitação não é resignação, assim como perdoar não é condescender que a outra pessoa tem razão. Ao perdoarmos libertamo-nos, acima de tudo, a nós próprios, e só assim podemos viver sem esse peso nos ombros.

 

Relacionamentos Kármicos

É no terreno dos relacionamentos – amorosos e familiares - que o Karma mais se faz sentir, pois é nas relações que temos com os outros que mais aprendemos e, também, que mais erramos e temos para aprender.

A família é um dos mais importantes elos Kármicos que temos, pois geralmente escolhemos encarnar com outras almas que nos acompanham ao longo de encarnações sucessivas, sendo geralmente aquelas com quem temos mais assuntos para resolver aquelas que, nesta vida, encarnam na pele de nossa mãe, pais, irmãos. Mas as relações familiares nem sempre são kármicas – podem existir almas "novas", que ainda não conhecemos antes. Podem, também, ser "companheiros de alma", almas com quem tivemos boas experiências noutras vidas, que agora encarnam connosco para que possam estar ao nosso lado e facilitar-nos a nossa caminhada sempre que precisarmos de ajuda. De um modo geral, as pessoas que compõem uma família são almas que estão num estádio de evolução espiritual idêntico. Geralmente, existe um propósito comum, que faz com que esse grupo de almas encarne associado. Por estarem vinculadas pelos laços de sangue, é entre estas almas que surgem os mais íntimos conflitos, e são eles que maiores aprendizagens nos proporcionam, já que muitas vezes apresentam as provas mais difíceis de superar. Um amigo ou um parceiro amoroso podem ser erradicados da nossa vida e finalmente esquecidos, mas mesmo que não haja um contacto físico ninguém esquece a mãe, o pai, um irmão – ou a ausência dele. E quer a sua presença quer a sua ausência são, sem dúvida, importantes mestres na nossa evolução espiritual. É muito frequente reencarnarmos tendo com familiares chegados aqueles que, noutra vida, nos fizeram mal, ou a quem nós fizemos mal, para termos a oportunidade de, nesta vida, reparar o mal que foi feito, corrigindo-o. Por essa razão, ao alimentar quezílias familiares e rancores, estamos apenas a agravar o nosso Karma, pois se não resolvermos essas questões agora seremos confrontados com elas mais tarde, até as ultrapassarmos.

 

Dívidas Kármicas

Existem pessoas que surgem na nossa vida de forma aparentemente mágica, pontual, como se viessem cumprir uma missão. De acordo com a teoria da Reencarnação, vêm mesmo. Ao longo das nossas vidas podemos, com as nossas acções, criar dívidas kármicas – quando alguém nos faz um favor, quando faz algo especial em nosso benefício, ficamos em dívida para com essa alma, e mais tarde voltaremos a cruzar-nos com essa pessoa, numa situação em que possamos nós fazer algo por ela, retribuindo-lhe o favor. Do mesmo modo, quando desejamos fazer algo e não o concretizamos, criamos uma Dívida Kármica para connosco, que teremos de "pagar" mais tarde ou mais cedo na nossa evolução. Se quis agradecer algo a alguém e não teve possibilidade de fazê-lo, voltará provavelmente a reencontrar essa alma noutra vida, para que possa cumprir a Dívida Kármica com que ficou para com ela.

 

O merecimento e o perdão

Seja qual for a situação que a sua vida lhe apresenta, ou apresentou, procure vê-la sempre a uma escala maior. Não veja o Karma como algo fatalista a que não pode escapar, pois o nosso livre-arbítrio pode sempre alterar o curso dos acontecimentos que estavam destinados de uma certa maneira. A Lei do Karma serve o propósito da evolução e da aprendizagem, e ela existe para que possamos superar os desafios que nos permitem melhorar. Encare sempre cada situação como parte do todo das suas vidas, procure encontrar a lição que tem para aprender e, ao fazê-lo, aceite o passado, pense que na altura fez o melhor que podia e sabia segundo as circunstâncias, e siga em frente.

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