Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]
Todas as religiões afirmam que, de alguma forma, a vida continua depois desta vida, mesmo que noutra dimensão. Saiba o que as pesquisas científicas dizem sobre o assunto, porque razão há quem comunique com os mortos e conheça ainda a posição de todas as crenças sobre a morte.
É através da psicografia - capacidade atribuída a certos médiuns de escrever mensagens ditadas por espíritos – que aqueles que já partiram têm comunicados com os seus amigos ou parentes contando como foi a sua passagem do mundo terreno para o espiritual. E para quem ainda duvide na
vida depois da morte, há que dizer que as informações em todo o mundo são coincidentes, ou seja os espíritos relatam aos médiuns experiências semelhantes e que nada têm aquilo em que muitas vezes se acredita: que as almas vagueiam sem rumo definido. Na verdade, os peritos têm mostrado que a vida depois da morte é muito parecida com o nosso mundo terreno. É por isso mesmo que muitos espíritos nem se apercebem que já morreram, pois convivem com aqueles que ainda permanecem nesta dimensão da mesma maneira. Esses espíritos são precisamente aqueles que, durante toda a sua existência neste mundo, acreditaram que ao morrerem iriam para o céu, para o purgatório ou mesmo para o inferno. É claro que essa é a teoria daqueles que seguem a crença espírita. E é nisso mesmo que os Centros Espíritas trabalham. Esclarecer os irmãos que já desencarnaram explicando-lhes a realidade. Acredita-se então que aqueles que morrem precisam, no momento da sua passagem, de muitas vibrações de paz para que consigam chegar ao mundo espiritual plenamente conscientes. O espiritismo acredita que diante da morte, as pessoas devem ter uma atitude de respeito, serenidade e equilibrío e não de desespero, pois dessa forma a alma do recém-desencarnado não ficará confusa.
Os mortos podem fazer-nos mal? Se para esta pergunta houvesse apenas uma resposta, teríamos que dizer que sim. No entanto, há que explicar melhor! Há quem diga que os vivos são mais perigosos do que os mortos. A questão, na realidade, é que aqueles que estão ainda nesta vida terrena podem fazer-nos mal sem o nosso consentimento, enquanto que os espíritos apenas nos prejudicam com a nossa ajuda. Ou seja, se as nossas intenções forem más, estaremos rodeamos de forças espirituais negativas, mas se apenas tivermos em mente atos nobres, conseguiremos ser guiados pelos espíritos de luz. Assim sendo, podemos então agora dar a resposta ao contrário: os mortos não nos fazem mal, desde que tenhamos o nosso pensamento aberto e sintonizado com o bem. Sempre que assim seja, jamais um Espírito Inferior conseguirá aproximar-se de nós. Os vivos que possuem bons pensamentos são como a luz que ilumina a alma sem se sujar.
Por que há pessoas que veem os mortos e outras não? Os grandes estudiosos do espiritismo afirmam que existem algumas pessoas que nascem uma capacidade extraordinária e já desenvolvida de sentir, ouvir ou comunicar com os espíritos. Porém, existem outros que ao longo da sua vida terrena conseguem também, através de algum estudo, desenvolver essa mediunidade. No entanto, há que esclarecer algo que para muitos é confuso. Não são os homens que comunicam com os mortos, a decisão de comunicar-se parte sempre da parte dos espíritos. Eles são inteligências livres, de vontade própria e para que ele se comunique existem certas condições importantes. Ele realmente deseja comunicar-se? Ele pode fazê-lo? Ele tem condições para isso? Ele tem permissão? Encontrará algum médium que lhe servirá de intermediário? O ambiente onde quer comunicar-se é favorável? Na verdade, e para entender este mistério podemos explicar de uma maneira bastante simples: a linha de telefone só funciona de lá para cá! |
A magia Wicca!
Apelidados por bruxos solitários, os praticantes da wicca, a religião neopagã influenciada por crenças pré-cristãs, são os seguidores da magia moderna. Acreditam que todos aqueles que seguem esta arte devem ter uma liberdade de expressão, algo que não existe em outras religiões ou organizações. O princípio básico da Wicca é bem evidente sobre esse facto: “Faz o que quiseres, desde que não faças mal”. Nesta religião não existe um profeta iluminado a ser seguido, nem um livro sagrado, muito menos existe uma hierarquia. Os seus seguidores são seres livres, individuais, mesmo que se agrupem em pequenos núcleos (no máximo 13 pessoas), aos quais se chama Coven. Cada um destes grupos tem as suas regras e tradições, tendo em atenção os princípios generalistas da Wicca:“Nós praticamos ritos para nos alinharmos ao ritmo natural das forças vitais, marcadas pelas fases da Lua, e aos feriados sazonais.”
”Nós reconhecemos que nossa inteligência nos dá uma responsabilidade única em relação a nosso meio ambiente. Buscamos viver em harmonia com a "Nós não reconhecemos nenhuma hierarquia autoritária, mas honramos aqueles que ensinam, respeitamos os que dividem maior conhecimento e sabedoria, e admiramos os que corajosamente deram de si em liderança.” “Não nos sentimos ameaçados por debates a respeito da História da Arte, das origens de vários termos, da legitimidade de vários aspetos de diferentes tradições.” |
Caça às bruxas!
O número total de vítimas perseguidas pela Inquisição, acusadas de bruxaria, no final da Idade Média, ronda as cerca de 50 mil. A caça às bruxas foi uma perseguição religiosa a todos aqueles que adoravam entidades pagãs e não seguiam os princípios da religião cristã. Foram as mulheres quem mais sofreram nas mãos da Igreja, pois como estavam mais associada à sexualidade, acreditava-se que o demónio se apoderava dos seus corpos com a finalidade de copular. As bruxas eram perseguidas, torturadas e muitas vezes queimadas vivas. Esta histeria supersticiosa foi mais forte em países como a França, a Suiça ou a Alemanha e teve o seu apogeu já durante a Reforma Protestante, a chamada “Idade da Razão”, o que contraria a teoria de que esta caça incessante teria chegado ao seu auge quando a Igreja tinha uma maior influência na sociedade, em plena idade média.
Aproximadamente 20.000 mil “bruxas” foram executadas a mando de Benedict Capzov, um luterano fanático, que se apoiava na lei do Antigo testamento para condenar à morte mulheres e homens acusados de bruxaria. Citava a passagem 22,18: “Não deixarás viver a feiticeira”.
A caça às bruxas iniciou-se quando começaram a surgir rumores e pânico acerca de conspirações malignas que estariam a tentar destruir os reinos cristãos através de magia ou envenenamento. Muitos inocentes, principalmente mulheres, acabaram por ser julgados, condenados e torturados
devido a denúncias falsas ou vingativas.
É muito comum que se confunda uma bruxa com uma feiticeira e vice-versa. Porém, elas têm naturezas e essências substancialmente diferentes. No meio de algumas incertezas sobre este assunto, existe uma certeza absoluta: ambas são magas, pois as duas trabalham com magia. Descubra toda a verdade sobre estes dois seres e saiba reconhecê-las.
A magia é algo que afeta o mundo físico, quando são usadas as forças ou entidades do mundo espiritual. Há a ideia errada de que a magia branca é usada para fins positivos, enquanto que a magia negra é sempre realizada para fins negativos. No entanto, embora a primeira apele à interferência das forças espirituais de luz e a segunda invoque as forças espirituais das trevas, esta pode ser usada para alcançar algo positivo, como por exemplo a expulsão de alguns males do corpo de alguma pessoa. Quer a bruxa ou a feiticeira usam a magia para realizar os seus rituais, mas as duas não têm, na verdade, os mesmos dons. Reconheça as diferenças.
Bruxarias e feitiços
Enquanto que uma bruxa é sempre alguém que nasceu com um determinado dom espiritual e que usa essa faculdade para praticar rituais mágicos, uma feiticeira é simplesmente uma pessoa comum, sem qualquer dom inato, mas que pratica feitiços, que aprende assuntos relacionados com o esoterismo e a magia. Resumindo, se o termo bruxaria está relacionado às faculdades espirituais de uma pessoa, que com os seus rituais mágicos interfere no mundo físico e nele causa certos efeitos sobrenaturais, a feitiçaria assenta em produzir determinados efeitos na realidade dos humanos, mas através da execução de feitiços. Assim sendo, uma bruxa é sempre muito mais poderosa do que uma feiticeira, pois ela dialoga diretamente com as forças espirituais, mesmo que os trabalhos de ambas possam, por vezes, ter resultados idênticos: causar efeitos sobre as leis da natureza e o estado mental de alguém. As bruxas e as feiticeiras não são necessárias pessoas más. Muitas utilizam os seus talentos para iluminarem muitas vidas.
Reconheça-as sem as temer!
O nascer do novo milénio deixou-nos a todos mais abertos a ter amor pela magia, sem que isso seja agora algo propriamente pejorativo. Bruxos, feiticeiros ou magos expõem-se atualmente aos olhos de todos e os seus trabalhos são apreciados por muitos. Os que desenvolvem esta arte, têm hoje menos medo e os que estão de fora também olham para estes seres dotados com outros olhos. Ser bruxa ou feiticeira não é propriamente usar
feitiços ou bruxarias para solucionar um problema. Antes disso, há que esgotar todas as possibilidades. Estas mulheres, com poderes verdadeiros, não são manipuladoras, nem mesmo insensíveis. São mulheres que não se exibem, que têm uma energia muito positiva e que assumem os seus dons de forma bastante natural. Elas são mensageiras, com uma grande sensibilidade, e que não se gabam dos seus poderes sobrenaturais e que se vê como parte integrante de um todo, que é o Universo, imenso e infinito, mesmo sabendo que a sua força é também grandiosa, complexa e infinita. É ter plena consciência de que o tempo não se resume simplesmente a um calendário. Fisicamente, não pense que as bruxas e as feiticeiras são aqueles seres sempre vestidos de negros, com uma maquilhagem pesada e sempre adornadas com símbolos mágicos. É natural que usem alguns amuletos de proteção de forma a bloquearem todas as energias negativas com que se possam deparar.