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Consultório de Astrologia

Fernanda Serrano - “Sou ciumenta… mas tenho melhorado com o tempo”

É dona de uma grande beleza e sensualidade, mas também de um profissionalismo evidente que tem demonstrado pelo seu desempenho nos diversos projetos em que tem participado. Pertence ao Signo de Escorpião e, como todas as mulheres desse signo, não é uma pessoa de meios-termos: ela entrega-se de corpo e alma a tudo aquilo em que acredita. Entrevistámos Fernanda Serrano que nos confidenciou alguns pontos-chave da sua verdadeira essência.

 

A propósito desta nova novela, onde desempenha o papel de Violeta, acredita que ainda existem amores que nunca acabam?

Espero que ainda hajam namoros de 20 anos, que o amor perdure por longos e muitos anos. Esta novela, Louco Amor, retrata exatamente isto. Ainda é possível acreditar…

 

Ouvimos dizer que a sua dedicação a este projeto tem sido intensa. Como gere então a sua vida familiar, neste momento?

Tenho feito um pouco de gazeta aos “trabalhos de casa”. Mas tenho lá tanta gente... está tudo muito bem organizado e estruturado. Não quero dar maus exemplos, porque as mulheres, mães, podem ter uma carreira e também fazer muitas coisas em casa. Mas às vezes também apetece sair um pouco da rotina.

 

E aumentar a família está fora dos seus planos?

Não sei se quero ter mais filhos… vamos deixar tudo em aberto. Não, não, a troika não permite. Agora acabou-se. Agora temos é que trabalhar afincadamente e obter bons resultados.

 

Como está a correr este novo projeto?

Acuso sempre um nervosismo quando inicio um novo trabalho. E esta minha Violeta parecia não ser muito complexa, mas afinal é… e temos que ir conduzindo a personagem consoante o gosto do público.

 


 

O seu lado místico

 

É nativa de Escorpião, com que características deste signo mais se identifica?

Ia adorar contrariar tudo aquilo que dizem do signo Escorpião, mas retirando um pouco a história do mau feitio - que eu acho que não tenho-  insiro-me em quase todas as características do meu signo. Tudo se confirma, sou ciumenta e um pouco obsessiva. Acho, porém, que tenho melhorado com o tempo, pois tenho feito um esforço nesse sentido. Fiz alguma pesquisa para autoconhecimento, para melhorar essa mudança foi drástica… mas para melhor, claro! Consegui perceber que continuar a ser como era em certas situações, não seria saudável do ponto de vista mental e psicológico. É bom conseguir reconhecer esses sinais e evoluir.

 

É uma pessoa mais intuitiva ou racional?

Depende dos momentos, depende das situações. Na minha profissão sou bastante mais intuitiva, e tenho toda a disponibilidade para estar nas cenas com entrega máxima e trabalhar só com isso. São estas as minhas ferramentas. É o meu saco de emoções, o meu corpo e a minha disponibilidade e entrega para com os meus colegas de cena e para com os outros atores. Na vida real, tenho os pés muito assentes na Terra, sou muita pragmática e tenho noção da realidade. Não viajo muito na maionese!

 

Já alguma vez teve curiosidade em que lhe lessem as cartas de tarot?

A Dra. Maria Helena já me leu o tarot em direto na televisão e descobriu muita coisa… (ver caixa).

 

E acredita nestes assuntos mais esotéricos?

Por mais que não queira acreditar, depois de acontecer é como semear, não é? A informação fica lá sempre. É difícil isentar-me disso depois e seguir em frente como se nunca tivesse ouvido nada. É difícil que depois, se acontecer algo, não relacione com essas mesmas informações. No entanto, faço um exercício. Tento retirar aquilo que é positivo e tento abstrair-me daquilo que é negativo e menos simpático.

 

Mas se tivesse oportunidade de saber mais concretamente o que se iria passar no futuro, gostaria?

Não… nunca! Prefiro o fator surpresa…

 

É intuitiva ao ponto de conseguir ter alguma premonição?

Não tenho esse tipo de intuição… Não quero sequer conhecer pessoas que tenham premonições dessas… prefiro viver sem estar “amarrada” a esses medos.

 

A sua personalidade

É muito rigorosa e exigente consigo mesma, e também com os que a rodeiam. Prepara cuidadosamente todos os pormenores e dá atenção aos mais ínfimos detalhes, quer seja no seu trabalho como em qualquer tarefa em que se envolva. Tem, como a maioria das mulheres deste signo, uma aparência calma e discreta, sob a qual se esconde uma mulher carismática, que segue a sua intuição e se deixa guiar pelo seu instinto e por aquilo que considera justo e correto, sem ter receio de ir contra o que os outros pensam. É combativa e não receia correr riscos ou enfrentar desafios, pois conhece-se bem a si própria e sabe que tem a força e a coragem necessárias para superar qualquer prova.

 

Na intimidade

Na vida pessoal é muito apaixonada e intensa, e precisa de se sentir segura num relacionamento para se envolver, pois vive tudo com muita determinação e entrega. Tem um forte instinto maternal e encontra na família o seu ponto de equilíbrio. É dedicada e fiel, e embora procure privar a sua vida afetiva dos olhares indiscretos para ela a paixão e a sensualidade são indispensáveis num relacionamento. Embora seja uma mulher muito independente, precisa de sentir segurança e estabilidade afetiva.

 

 

Maria Helena Martins adivinhou o futuro de Fernanda Serrano

Ainda antes de ser o público o romance entre Fernanda Serrano e Pedro Miguel Ramos, a atriz marcou presença no talk-show da TVI Olá Portugal. Ao seu lado, esteve também a taróloga Maria Helena Martins que consultou o tarot para Fernanda. A pergunta da atriz foi simples: a pessoa com quem estou neste momento é aquela que é igual ao meu pai? E Maria Helena, após uma leitura rápida das cartas respondeu pragmaticamente: este é de facto o tal. É o homem com quem irá casar e com quem terá filhos. As cartas que saíram a Fernanda Serrano foram: a Estrela,  que significa esperança e predestinação, é um arcano maior e os arcanos maiores representam as diretrizes divinas, a vontade de Deus,  o 4 copas, que significa que tem  muito medo de vir a sofrer um desgosto e o 6 de Copas, que significa que é uma pessoa nostálgica. Fernanda disse que tudo era completamente verdade. Contra evidências não há argumentos. A atriz tem um casamento feliz com o empresário e os dois já têm três filhos: Santiago, Laura e Maria Luísa.

 

 

Fantasmas e Almas Penadas

 

Entendidos como uma suposta aparição de alguém que já não habita a vida terrena, as histórias de fantasmas ou almas penadas são muito antigas. Mesmo a ciência, ao longo dos tempos, tem tido alguma dificuldade em explicar alguns fenómenos paranormais, mas há muitas pessoas que asseguram ter vivido de perto uma dessas experiências. Conheça mais sobre algo que na Enciclopédia do Sobrenatural é descrito como a “aparência do imaterial”.

 

 

O termo “fantasma”, embora muito antigo não tem propriamente uma definição clara e concreta e dificilmente se conseguem provas evidentes sobre estes fenómenos, pois por norma, quando alguém vivencia alguma destas experiências, encontra-se sempre sozinha, e quando relata o acontecimento há dificuldade em fazer acreditar o outro em algo que na realidade não vê. A probabilidade de haver uma repetição do mesmo fenómeno é quase sempre nula. O ceticismo acaba por prevalecer.

Os médiuns mais conhecidos atribuem a estes fenómenos uma experiência “psi” ou parapsíquica.







 

 

A aparência dos fantasmas

Nem todos os fantasmas se manifestam da mesma maneira, e nem sempre têm a mesma aparência, mas na maior parte dos relatos das testemunhas há uma generalização da descrição destes seres sobrenaturais. São por norma meio transparentes, apresentam-se em forma de neblina ou sombras e poderão emanar uma luz transcendente. Muitos poderão também não ser visíveis e manifestam-se apenas através de ruídos ou movimento de objetos. O certo é que não se consegue encontrar, muitas vezes, uma explicação natural para estas situações.

 

As diferentes perspetivas

Tanto o ocidente como o oriente partilham algumas crenças no que diz respeito aos fantasmas e às almas penadas, mas divergem em alguns pontos fundamentais. No primeiro caso, este ser sobrenatural é considerado uma alma que não conseguiu encontrar descanso após a morte, pois teria algum assunto ainda inacabado ainda na Terra, e que vive no purgatório, entre o Céu e o Inferno. Em relação ao segundo caso, e dando o exemplo da China, cuja maioria da população acredita na reencarnação, crê-se que os fantasmas são seres que recusam renascer, devido ao facto de terem negócios interminados. Assim, os chineses acreditam que um fantasma pode transformar-se numa alma imortal e pura ou acabar no inferno e sofrer eternamente. Em ambos os casos, os fantasmas podem vaguear por vários locais, nunca possuem um corpo físico e vestem-se da mesma forma de quando estavam vivos.

 

 

Os tipos de fantasmas

 

Poltergeist

A deslocação de objetos, barulhos sem explicação, luzes que se apagam ou acendem sozinhas são fenómenos que se atribuem, na maior parte das vezes, ao poltergeist, palavra que deriva do vocábulo alemão e que significa “duende brincalhão”. Diz-se que estas brincadeiras se devem à presença de espíritos de adolescentes ou crianças.

 

Fantasmas espíritas

Baseado na teoria espírita, a aparição deste tipo de fantasmas é explicada pela insistência de manter a sobrevivência do espírito mesmo após a morte da matéria (corpo físico). Também segundo esta tese, o perispírito (elemento de união entre o espírito e o corpo) surge às pessoas que mais ama para anunciar a sua morte.

 

Fantasmas ectoplasmáticos

Estes seres sobrenaturais são entendidos como toda a energia biótica libertada pelo corpo físico e que é expulsa pelos orifícios orgânicos: nariz, boca ou umbigo.

 

Fantasmas energéticos

Esta é a teoria que explica que estes fantasmas são percecionados através do sensorial, captando a presença da energia de um espírito, que se manifesta num determinado ambiente.

 

Fantasmas telepáticos

Este tipo de fantasmas fazem normalmente uma aparição crítica. Ou seja, manifesta-se através da perceção sensorial direta ou de forma extrassensorial. Por exemplo, alguém que vê uma pessoa que ama à sua frente, mas que fisicamente está longe dali. Mais tarde, descobre-se que esse alguém acabou de sofrer um trágico acidente. Entenda-se que a sua aparição poderá ter servido para se despedir do seu ente querido.

 

A visão cética

Segundo a Navalha de Occam ou Ockham, príncipio lógico atribuído ao lógico, elaborada pelo frade franciscano William de Ockham no século XIV que teoriza que "se em tudo o mais forem idênticas as várias explicações de um fenómeno, a mais simples é a melhor". Portanto, para os céticos, que seguem esta ideia, a ideia dos fantasmas não é mais do que um embuste. Para aqueles que não acreditam, estes fenómenos foram elaborados antigamente para espantar intrusos e isolar determinadas comunidades. Para eles, a sensação de que existe uma baixa de temperatura no ambiente quando um fantasma surge está, na verdade, intimamente ligado ao medo. Quando temos receio de alguma, costumamos arrepiar-nos. Já o facto de se visionar fantasmas com uma aparência muito próxima da humana, pode ser explicado pelos céticos pelo facto da nossa visão periférica não conseguir captar, por exemplo, todas as cores de algo quando a sua passagem é rápida. Logo, um vulto que não esteja propriamente à nossa frente, pode ser captado pela nossa visão periférica como algo capaz de criar uma forte ilusão. Já os sons que supostamente são criados pelos fantasmas, são explicados por esta teoria como a natural ocorrência do infrassom (sons abaixo das frequências auditivas humanas), que pode causar a sensação de alguma presença estranha no ambiente. Por último, a Navalha de Occam explica também os fenómenos ditos paranormais podem ser explicados através de fatores psicológicos, ou seja, pessoas sugestionáveis que têm uma tendência para o exagero de certas perceções.

 

 

Os fantasmas mais famosos da história

 

O mecânico Freddy Jackson

Esta é uma das fotos mais famosas que esconde a história de um fantasma. Tirada em 1919, este retrato serviu para registar o esquadrão da Força

Aérea Britânica que serviu na 1ª guerra mundial. O senhor que aparece na fila de cima, mesmo atrás do aviador, é o mecânico Freddy Jackson. Até aqui nada de mais… porém, este homem tinha morrido num acidente alguns dias antes da fotografia ser tirada.

 

A menina Jane Churm

Este retrato foi tirado por Tony O’Rahilly que ficou impressionado com o incêndio que deflagrava na câmara de Wem, em Inglaterra e quis registar o momento. Após revelar as fotos ficou surpreendido com uma situação inesperada. A sua lente tinha apanhado uma menina que olhava para o prédio em chamas, mas que O’Rahilly garantiu não estar presente na altura. Para muitos, este fenómeno foi explicado por um facto que acontecera em 1677 naquele local. Uma menina, que por acidente, iniciou um incêndio, do qual resultou várias casas destruídas. Ela acabou por morrer queimada nessa tragédia.

 

A sogra no automóvel

Registada por Mabel Chinnery em 1959, esta foto foi tirada depois desta mulher voltar para o seu automóvel, enquanto o marido a esperava lá dentro, e após ter visitado o túmulo de um ente querido. Até aqui nada de mais… porém, no mesmo carro onde o marido a deveria esperar sozinha, estava também uma senhora de óculos, no banco de trás. Mas isto, Mabel só se terá apercebido depois de revelar as fotos. Segundo ela, a mulher que aguardava no carro com o seu marido era a sua mãe, a qual acabava de ter visitado no cemitério.

 

O caso de Dorothy Townshed

Publicada pela primeira vez pela revista britânica Country Life em 1936, esta foto conta a história de um fantasma fotografado a descer as escadas da mansão Raynham Hall, em Norfolk, Inglaterra. Acredita-se que esta mulher que aparece no retrato é Dorothy Townshed, que no século XVIII foi acusada pelo marido de traição e como forma de retaliação trancou-a numa das divisões da casa, onde terá ficado presa até à sua morte.

 

A misteriosa aparição

Este retrato foi tirado pelo reverendo canasiano Ralph Hardy, quando em 1966 visitou em Londres o National Maritime Museum, e fascinado com a imponente escadaria, denominada de Escadas da Túlipa, resolveu fotografá-la. Quando revelou a fotografia ficou abismado com o que viu. Lá no cimo aparecia uma figura feminina envolvida numa espécie de fumaça que se apoiava no corrimão com as duas mãos. Embora nunca se tenha apresentado uma teoria sobre quem poderia ser esta alma, este fantasma ficou para sempre conhecido como A Dama das Túlipas.

 



Maldições com nome próprio

A família Kennedy

É muito provável que se esta família tivesse ficado afastada da política e dos aviões, as tragédias não se teriam sucedido umas atrás das outras. O Clã

Kennedy tem perdido muitos dos seus membros, em mortes fatais. Esta maldição começou com dois irmãos de JFK, Joseph Jr. E Kathleen, que perderam a vida em acidentes de avião, em 1944 e 1948, respetivamente. Outra das irmãs do ex-presidente dos EUA, Rosemary, foi internada num manicómio durante anos e o próprio John F. Kennedy, na latura com 46 anos e 35º presidente da América, perdeu a vida ao ser assassinado com um tiro em 1963. Depois dele, cinco anos depois, o irmão, Robert Kennedy concorreu à presidência deste país, mas não chegaria sequer às eleições, pois também ele seria assassinado. Já o irmão mais novo do clã, Ted Kennedy, escapou ileso em 1964 a um acidente de avião, mas em 1969 a sua companheira, Mary Jo Kopechne, morreu num acidente de automóvel, quando os dois se despistaram e o carro onde seguiam caiu de uma ponte. Dois dos filhos de Robert Kennedy também deixaram este mundo. David, em 1984, devido ao abuso de drogas, e Michael, num acidente de ski em 1997. As fatalidades desta família acabaram em 1999 quando John John Kennedy, filho de JFK e Jacqueline Kennedy Onassis (que também perdeu a vida devido a um cancro fatal) morreu quando o avião que pilotava caiu no Oceano Atlântico, onde também perderam a vida, a sua mulher e a sua cunhada.  Coincidências?

 

A família Grimaldi

Em relação às tragédias associadas a famílias famosas, logo a seguir aos Kennedy surge a família real do Mónaco. A fatalidade deste clã está associada uma lenda antiga, do século XIII. Reza a história que uma mulher lançou uma maldição a Reiner I, depois deste a ter desdenhado e lançou-lhe a seguinte praga: “Nunca haverá um Grimaldi feliz no casamento”. E assim parece que tem sido ao longo dos tempos. O casamento dos pais de Rainer III – que morreu em 2005 – acabou em divórcio, enquanto que o seu próprio matrimónio terminou precocemente quando a princesa Grace Kelly morreu, vítima de um acidente de viação, em setembro de 1982. Já os casamentos dos seus filhos também não podem ser considerados os mais felizes da história. A princesa Caroline casou em primeiras núpcias com Philippe Junot, mas rapidamente o enlance acabou num duro divórcio. Voltou a juntar a sua vida a Stefano Casiraghi, com quem teve três filhos, mas a infelicidade voltou a bater-lhe à porta, e o marido morreu em 1990, vítima de um acidente de barco. A filha mais velha de Rainer III voltou a casar, desta feita com o príncipe Ernest de Hanôver, mas também esta não tem sido a relação mais feliz, principalmente devido aos alegados problemas do marido com o abuso do álcool. As histórias de amor da sua irmã mais nova , Stefani, são ainda mais complicadas. Fora todos os namoros, onde já se conta um até com um domador de leões, a princesa teve um casamento infeliz com o seu guarda-costas Daniel Ducret, que terminou em 1996. Espera-se no entanto que o príncipe herdeiro do trono monegasco, Alberto, tenha melhor sorte com a sua recente mulher, Charlene.

 

 

A família Romanov

A desgraça da família real russa começou quando instalaram no seu palácio Rasputini, um homem que se intitulava um religioso e um mago, e que se

dizia pronto para salvar o filho mais novo de Nicolau II e Alexandra, os últimos Czares da Rússia. O pequeno Alexei sofria de hemofilia, e a sua mãe estava desesperada com o problema, entregando-se à crença de que Rasputini poderia salvar o seu filho ansiando (ele foi o último filho dos czares, que antes dele tinham tido quatro meninas, mas que ansiavam um rapaz para garantir a sucessão do trono). Segundo reza a história, Rasputini tinha duas caras. Aos Czares mostrava o seu lado melhor, enquanto por outro lado fazia grande orgias, tráfico de influência. Os políticos e as pessoas influentes da época quiseram acabar com o poder que este homem tinha sobre os governantes da Rússia e acabaram por assassina-lo. Ele foi morto por um membro da família real, o principe Félix, marido da sobrinha do czar. Diz a lenda que após a morte de Rasputini foi encontrada uma carta da sua autoria, em que ele dizia que se fosse morto por algum membro da família Romanov, amaldiçoaria todos e nenhum deles sobreviveria para contar a história. E a fatalidade acabou mesmo por bater à porta dos czares russos no ano de 1918, quando toda a família foi fuzilada após a revolução no país. Eles, juntamente com alguns empregados foram acordados a meio da noite, supostamente para tirarem algumas fotografias que provassem ao povo que estavam vivos. Mas isto não passou de uma desculpa para fazer desaparecer os últimos czares da rússia e todos os seus descendentes. Foram assassinados no porão da casa onde estavam hospedados. No entanto, consta-se que uma das filhas, a grã-duquesa Anastasia, terá sobrevivido ao massacre, depois de ser encontrada na Alemanha uma mulher que afirmava ser ela, mas que estava registada com o nome de Anna. Nunca se conseguiu provar a veracidade destes factos.

 

 

A família Onassis

Aristoteles Onassis morreu aos 69 anos, segundo consta consumido pela depressão, depois do seu filho, fruto da sua relação com Maria Callas, ter morrido e da sua desilusão com o casamento com Jackeline Kennedy. Também a sua filha, Christina, faleceu aos 37 anos. A famosa herdeira entrou numa espiral descendente após o suicídio da mãe e depois de quatro casamentos falhados. Acabou por se entregar às drogas e ao álcool.

 

 

Desgraça no cinema A maldição do super-homem

Três dos protagonistas do filme que contava a história de um homem indestrutível passaram por momentos terríveis. George Reeves, que interpretou Clark Kent nos anos 50, suicidou-se ao saltar de uma janela de um prédio. Christopher Reeve sofreu um aparatoso acidente de cavalo que o deixou tetraplégico, acabando por morrer mais tarde. Também  Margot Kidder, a atriz que interpretava Lois Lane ao lado de Reeve sofreu uma psicose e chegou até a viver na rua como uma mendiga. Hoje em dia voltou a trabalhar no Canadá, mas as histórias fatais da vida destes atores tem alimentado o mito de que o saga do Super Homem arrasta consigo uma maldição.

 

 

 

 

 

 

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