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Consultório de Astrologia

Ritual e oração para começar bem o dia

Sabia que a forma como começamos o nosso dia tem uma grande influência sobre ele? Se nos levantamos irritados, maldispostos, estamos a enviar ondas negativas para o universo e temos maiores probabilidades de atrair situações aborrecidas e complicações ao longo do dia.

 

Tudo é energia, nós atraímos aquilo que enviamos para o universo, aquilo que pensamos e o que fazemos. Assim, se deseja ter um bom dia, comece por se levantar e agradecer a Deus por todas as bênçãos que já possui, pedindo proteção para que o dia lhe corra bem, e saia da cama com um sorriso nos lábios!

 

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Oração para começar bem o dia

"Bendita seja a luz do dia
Bendita seja quem na cria,
Bendito seja o Anjo da Guarda
E o Filho da Virgem Maria.
Como nos livrou dos perigos da noite,
Nos livre e guarde dos do dia.
Para onde quer que formos e andarmos,
Ande sempre em nossa companhia,
Pela graça de Deus e da Virgem Maria.
Pai-Nosso e Avé-Maria.
Amém!"

 

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Karma e reencarnação

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Saiba o que herdou de vidas passadas?

Existem no Mundo muitos movimentos e pessoas que acreditam na reencarnação. Para cada pessoa, a reencarnação têm um significado diferente, pode ser uma teoria, uma crença uma filosofia ou simplesmente uma forma de vida. Através da reencarnação encontramos explicação para algumas ocorrências inexplicáveis da nossa vida.

 

Com as vidas passadas aprendemos que, o que fazemos hoje terá repercussões nas nossas vidas futuras. Devemos proceder com o máximo de rectidão e honestidade para podermos construir uma futura reencarnação livre de um pesado Karma.

A reencarnação significa que a alma, após a morte deixa o corpo e prepara-se para regressar à vida mas, através de outro ser.

As circunstâncias em que se dá esse regresso e o ambiente em que vai viver, são determinadas pela evolução e progressos alcançados em vidas anteriores.

A personalidade de cada indivíduo é uma síntese dos acontecimentos que ocorreram em vidas passadas. Este ser reencarnado irá nascer no meio e nas circunstâncias que forem mais favoráveis ao seu desenvolvimento.

 

A ALMA

A alma não existe no plano material se não existir um corpo onde esteja encarnada. Desta forma desfaz-se do corpo quando já cumpriu o seu propósito numa encarnação. Trocando então por outro corpo. Ponho como hipótese para o grande aumento demográfico da humanidade, e correspondendo a cada individuo uma alma, que esta em determinadas reencarnações se divida em duas e assim sucessivamente durante gerações e espalham-se por toda a terra, ficando a fazer parte daquilo a que Jung chamou consciência do universo. Como nos dividimos numa parte feminina e noutra masculina, andamos sempre à procura da nossa outra parte. O amor acontece quando encontramos a outra parte de nós próprios, em cada vida temos a missão de encontrar uma dessas partes que é a nossa Alma Gémea. Quando isso não acontece, o coração fica triste e sofre. Pode-se dar o caso de em uma só encarnação encontrar-mos duas, três ou mais Almas Gémeas. É através do amor que acumulamos experiências aprendidas em muitas vidas. Somos responsáveis por todas as outras partes de nós próprios que estão espalhadas pelo mundo, temos a obrigação de sermos o nosso melhor amigo e felizes. Se o não fizermos ficamos infelizes assim como as restantes partes de nós, “as nossas almas gémeas”.

Em cada reencarnação devemos pelo menos juntarmo-nos a uma parte de nós próprios ainda que seja por momentos. Esse amor será tão intenso e verdadeiro que ficará gravado nos nossos corações até ao resto da nossa existência. Se isso não acontecer seremos condenados ao pior dos males, a solidão. Algumas vezes ao encontrar o amor verdadeiro as circunstâncias exigem que se renuncie a ele e que cada uma das partes siga o seu caminho mas depois de tocadas as partes ficam unidas para toda a eternidade.

 

Regressão a vidas passadas e tratamentos

Há uma grande curiosidade em saber o que fomos em vidas passadas e muitas pessoas gostariam de saber que experiências teriam se regredissem a uma dessas vidas.

Podem ocorrer várias situações. Ao fazer essa regressão podemos observar uma cena e tirar daí toda a informação como se de um filme se tratasse outras vezes observam-se impressões pouco claras que desaparecem quando estamos quase a atingir o seu significado, noutros casos tornamo-nos conscientes duma dualidade que vem de raízes profundas sem que estejamos a ouvir ou a ver nada, também é possível que tenhamos a sensação de alguém nos estar a segredar ao ouvido determinadas cenas ou situações.

Quando se faz a regressão a vidas passadas ao paciente devem ser aplicadas algumas técnicas de protecção, uma dessas técnicas consiste em que o paciente imagine uma luz branca e pura que lhe entra pelo alto da cabeça e lhe percorre todo o corpo envolvendo-o e protegendo-o, esta luz protege-o de qualquer situação negativa com qual a pessoa possa defrontar-se durante a terapia. A pratica da regressão a vidas passadas deve ser feita com muito cuidado e conscientemente, pois em alguns casos ao invés de contribuir para a independência do individuo pode torná-lo num co-dependente  quanto mais regressões o individuo fizer mais fácil será ficar dependente e não é isso que se pretende. O objectivo é contribuir para que o indivíduo se conheça de uma forma mais profunda e analítica e assim contribuir para o seu bem-estar espiritual, intelectual e físico.

Há pessoas que através desta técnica ficam a saber por que motivo tem determinadas fobias.

 

Por exemplo, quando se tem medo de água, pode muito bem ter acontecido que numa determinada vida anterior esse individuo tivesse morrido afogado.

 

VIDAS PASSADAS     

Um professor da State University of New York em Buffalo, durante uma consulta de Tarot, relatou uma experiência vivida com uma sua paciente que o tinha marcado profundamente. Passou-se com Susan que há vários meses vinha duas vezes por semana às suas consultas de psicoterapia intensiva. Era uma boa paciente, faladora, capaz de expor visões anteriores e desejosa de se curar.

Criada numa família católica conservadora natural de Rochester, uma pequena cidade próxima de Buffalo, Estado de New York. A sua vida sempre fora sobrecarregada de receios. Tinha medo da água, tinha medo de sufocar, tinha medo de andar de avião, tinha medo do escuro, sentia pavor com a ideia de poder ser fechada, tinha crises de sonambulismo, e sentia um terror imenso com a ideia de morrer.

A mãe dela caía frequentemente em depressões profundas que implicavam a necessidade de visitas frequentes a um psiquiatra e a tratamentos.

O pai apresentava uma longa história de abuso de álcool que levou a que tivesse brigas frequentes com a mãe, o que fazia com que pouco a pouco se tornassem taciturnos e afastados um do outro. Era este o padrão familiar de Susan.

Na tentativa de aliviar o seu sofrimento, foi-lhe sugerido um tratamento por hipnose que aceitou com alguma relutância. A hipnose constitui uma ferramenta excelente para ajudar um paciente a recordar incidentes há muito esquecidos. Trata-se de um estado de concentração focada. Sob as instruções de um hipnotizador experimentado, o corpo do paciente descontrai-se, permitindo que a memória se avive. Esta técnica é de grande ajuda para reduzir ansiedade, eliminar fobias, mudar maus hábitos e ajuda a recordar assuntos abafados.

Susan estava deitada no sofá, com os olhos semicerrados e a cabeça apoiada numa almofada. A sua respiração era cadenciada, em cada expiração libertava a tensão e a ansiedade que tinha armazenadas. Foi-lhe dito para visualizar os seus músculos a descontraírem-se progressivamente, começando pelos músculos do rosto e do maxilar, seguindo-se o pescoço e os ombros, os braços, costas e músculos do estômago, e por último as pernas.

Seguidamente recebeu instruções para visualizar uma luz branca brilhante no cimo da cabeça, dentro do corpo, que se difundiu lentamente por todo o corpo, descontraiu todos os músculos, todos os nervos, levando-a a um estado cada vez mais profundo de relaxamento e de paz. De vez em quando, e de acordo com as instruções recebidas, a luz preenchia e envolvia o corpo.

Iniciou-se a contagem lenta em sentido inverso, de dez para um. O seu estado de descontracção era cada vez mais profundo e o seu estado de transe tornou-se mais intenso. Quando chegou ao número um, estava num estado de hipnose moderadamente profundo. Este ciclo completo dura normalmente cerca de vinte minutos.

Deu-se início à regressão, para recordar factos de épocas cada vez mais distantes. Susan era capaz de falar e de responder às perguntas que lhe eram feitas enquanto se mantinha num profundo estado de hipnose. Lentamente, ela foi sendo conduzida através do tempo, tendo regressado ao tempo onde estavam as origens dos seus sintomas.

Foi-lhe perguntado em que ano estava e como é que se chamava.«Vejo um grande edifício banco com pilares, não há portas. Uso um vestido comprido, solto, feito de um material simples. Os meus cabelos são compridos e negros. O meu nome é Lia...Estamos no ano de 1754 a.C. Tenho dezanove anos. Vivemos num vale... Não há água. A zona é árida, quente e arenosa. Não há rios. Há um poço e a água chega ao vale vinda das montanhas.» Depois de ter relatado mais pormenores avançou no tempo mais alguns anos e contou o que viu.

«Há árvores e uma estrada em terra batida. Estou sentada no degrau da porta da casa e em frente há uma fogueira. O meu cabelo é escuro. Uso um vestido branco comprido, e sandálias de tiras de couro. Tenho vinte e sete anos. Tenho uma filha que se chama Dina.»

Seguidamente relatou a sua morte que ocorreu por afogamento no poço juntamente com a sua filha.

«Vejo um campo verdejante... Estou com a minha bebé e com outras pessoas da minha aldeia.»

Os seus relatos foram extensos, mas nesta fase, claramente, esta vida terrena tinha terminado.

Na tentativa de explicar estes relatos, foram analisados diversos diagnósticos psiquiátricos possíveis. Esquizofrenia? Alguma vez tinha apresentado qualquer sintoma de uma desordem cognitiva ou de pensamento? Havia experimentado quaisquer alucinações auditivas em que ouvisse vozes? Alucinações visuais! Qualquer outro tipo de episódios psicóticos? Apresentava quaisquer tendências sociopáticas ou anti-sociais?

Consumia drogas ou ingeria substâncias alucinogénicas? Abusava do uso do álcool?

Mas, só havia uma explicação para esta ocorrência. Vidas anteriores! Reencarnação! Susan lembrava-se de uma forma muito nítida de fragmentos de outras vidas.

São muitos os relatos acerca da vida depois da morte, reencarnação, experiências extra corporais e fenómenos idênticos.

São conhecidas referências à reencarnação tanto no Antigo como no Novo Testamento. Em 325 d. C., o imperador romano Constantino, o Grande, juntamente com a sua mãe, mandou eliminar as referências à reencarnação mencionadas no Novo Testamento. O segundo Concílio de Constantinopla, realizado em 553 d. C., confirmou esta atitude e considerou uma heresia o conceito de reencarnação. Os gnósticos primitivos - Clemente de Alexandria, Orígenes, S. Jerónimo, e muitos outros - acreditavam que já tinham vivido outras vidas passadas e que voltariam a viver outras vidas futuras.

É muito importante meditar sobre o profundo significado da vida e da morte como uma parte natural da vida. Devemo-nos sentir responsáveis pelas nossas acções, tanto as boas como as más. Haverá sempre um preço a pagar. O mundo fenomenológico dos cinco sentidos e o mundo dos planos não físicos, representados pelas nossas almas e espíritos, encontram-se interligados, tudo é energia.

A vida é muito mais do que aquilo que os olhos observam e vai muito além dos nossos sentidos. «Estamos todos na escola, a nossa tarefa é aprender, tornarmo-nos semelhantes a Deus através do conhecimento.»

 

REENCARNAÇÃO E KARMA 

Quando durante esta reencarnação praticamos o bem, estamos a criar um Karma positivo, tanto para esta vida, como para vidas futuras.

Fazer bem é começar por sermos o nosso melhor amigo, tratarmo-nos bem, sermos gentis para connosco, ter pensamentos positivos a nosso respeito, sabermos cuidar de nós.

Se as pessoas soubessem tomar conta delas próprias, o Mundo seria bem melhor, haveria muito menos gente para cuidar.

Quem se ama e respeita, não se deixa a si próprio cair no abandono, trata-se com respeito independentemente das circunstâncias em que se encontra nesta reencarnação.

É mais fácil cuidar dos outros do que de nós próprios, quantos de nós não dizemos aos outros, para não fazerem isto ou aquilo, quando na realidade nós não o somos capazes de fazer.

Temos a obrigação moral e espiritual de sermos o nosso melhor amigo.

Esta reencarnação é uma oportunidade para evoluirmos sobre todos os aspectos, quer físicos, quer espirituais. Não a desperdicemos.

Esta vida parece muitas vezes cheia de enganos. A vitória e a derrota não são a parte mais importante. O que é realmente importante é fazermos e defendermos aquilo em que acreditamos, é lutar por uma causa justa. O homem só é verdadeiramente grande quando se ultrapassa a si mesmo.

Podemos ser derrotados e ultrapassados pelos outros, mas a coragem de nos reerguemos e começar tudo de novo é o mais importante, transcendendo-nos a nós próprios.     

Cada ser humano só pode dar aquilo que tem.

Quanto amor for o respeito por ele próprio, mais capacidade terá de ajudar e amar o outro.

 

CURAR HOJE, FERIDAS DE VIDAS PASSADAS

Amar é Tomar Conta

Podemos estar a viver presentemente uma situação conflituosa sobre o aspecto afectivo, e isso dever-se a problemas do passado e a acertos que temos o dever de efectuar nesta encarnação.

O amor é uma preocupação verdadeira pela vida e o crescimento da pessoa que amamos. Quando não há esta preocupação afectiva, não há amor. Isto quer dizer que quando batemos a uma criança, por exemplo, não a amamos. No momento em que, humilhamos, traímos, ou magoamos uma pessoa não estamos a amá-la.

Quando uma criança de 5 anos se porta mal, e a mãe a maltrata, usando violência física, nesse momento a mãe odeia a criança, esta relação conflituosa pode ser fruto de um passado igualmente conflituoso, há que encontrar as causas deste conflito para poder resolve-lo, e isso é muitas vezes explicado e resolvido através da regressão a vidas passadas. A criança pode ter sido noutra vida um carrasco que fez sofrer, aquela que hoje é sua mãe. E por isso os conflitos e a dificuldade de harmonização entre mãe e filho.

Nesta vida há que aprender a amar e a respeitar aqueles que nos parecem diferentes, pois nada acontece por acaso.

Esta mãe ao invés de bater na criança, poderia gritar “ Estou farta preciso de paz!” mas não teria necessidade de humilhar e bater no filho. É difícil admitir que possamos odiar os nossos filhos. Gostamos muito deles e amamo-los, e fazemos também questão de manter a nossa imagem de “bons pais”. Nestas situações de crise escondemo-nos atrás de justificações como: “ é para o bem deles”, “ é por amor que os castigamos”.

É nosso dever durante esta nossa encarnação ensinarmos aqueles que por ventura noutra encarnação nos fizeram sofrer tanto, que o amor é feito de empatia e de partilha, atenção e respeito, ternura intimidade aproximação afectiva e gratidão.

É nosso dever aprender a amar. E amar é responder pela relação, estar atento as necessidades psíquicas do outro. Não devemos tomar estas necessidades a nosso cargo pois cada ser humano deve aprender a ser capaz de ultrapassar os seus próprios obstáculos, mas devemos respeitar estas necessidades, ouvi-las e dar-lhes resposta. Amar é estar atento à nossa atenção de tratar o outro.

Fazer projectos para os futuros dos nossos filhos pode ter também implicações em vidas passadas. Pode tratar-se de alguém que não nos deixou seguir a carreira que tanto desejámos numa outra vida, e então nós nesta vida tentamos vingar-nos, ao fazer-lhe o mesmo. Podemos fazer projectos com os outros, não pelos outros. Por exemplo: “ Quero que o meu filho seja médico, ele não gosta, mas eu gostava tanto de o ter sido”. Muitas vezes queremos que os nossos filhos sejam aquilo que nós não fomos capazes ou não podemos ser. E isso pode ter raízes profundas em vidas passadas.

Nos casais as relações conflituosas podem ter como origem problemas vividos em vidas passadas. Uma mulher pode sentir-se cansada de viver fechada em casa, querer realizar-se socialmente entrar no mundo do trabalho, os filhos já estão crescidos, mas o marido tem medo de vê-la emancipar-se. Tenta dissuadi-la de tal ideia para a poder manter ao seu serviço. Esta relação pode ter como origem numa outra reencarnação a mulher ter sido o marido daquele que hoje é marido dela e querer ajustar determinadas divergências que ficaram pendentes. Ao ficar em casa é ela que nesta reencarnação se ocupa dele uma vez que assegura a totalidade da carga doméstica e fica sobretudo ao serviço das suas necessidades afectivas.

Se ele permitir que a mulher seja independente economicamente pode acontecer que ele tenha medo de a perder.

Esta relação tem necessidade de aprender a amar, e amar é abrir-se à realidade do outro tal como ele é, sem procurar modificá-lo segundo as nossas vontades. Amar é encorajar o nosso parceiro a seguir o seu caminho, mesmo que não seja o nosso.

Nesta reencarnação é nosso dever aprender a gratidão que é uma faceta incontornável do verdadeiro amor.

Assim como o respeito deve ser encarado não como um dever moral mas sim como um impulso saído do interior das nossas almas.

Quando estamos felizes com alguém sentimos gratidão por essa pessoa simplesmente porque ela existe.

 

Para que nesta vida uma relação seja duradoura

Quando se fala em relação, está-se a falar pelo menos em duas pessoas. A comunicação e a partilha das emoções são absolutamente indispensáveis e obrigatórios para uma boa relação. A capacidade para se ouvir, para aprender um com o outro, para resolver conflitos, diz-nos a qualidade da relação. Amar não é o mesmo que confundirmo-nos um com o outro.

Uma relação sã é aquela que permite a cada um tornar-se dia a dia cada vez mais ele próprio.

Quando queremos fechar o nosso coração ao outro e o acusamos de todos os males é porque esses sentimentos têm origem nas nossas próprias emoções, e podem ser traumas ou recalcamentos de vidas passadas. Nesta reencarnação devemos conservar o coração aberto cada vez que temos vontade de fechá-lo, é uma maneira de podermos evoluir espiritualmente e ao mesmo tempo fazer com que na relação ambos cresçam. A nossa reencarnação actual está a dar-nos a grande oportunidade de concertarmo-nos o que de errado fizemos em vidas passadas. Não vamos deixar escapar esta oportunidade.

Nos casais as divergências são sempre muito frequentes, e é através delas que podemos reparar erros passados e construir uma relação de harmonia e verdadeiro amor através de toda a eternidade.

Quando temos divergências de opinião com o nosso companheiro, devemos expô-las abertamente, pois só aquilo que não se diz é que pode criar distâncias intransponíveis. Resolver os conflitos tanto os menores, como os maiores, fazem parte da relação.

Não tenham medo dos conflitos os conflitos não perturbam os laços, alimentam-nos. Aquilo que realmente afasta o casal é o jogo de poder.

Acontece muitas vezes que noutra reencarnação o que hoje tem uma posição superior, tenha sido por exemplo, escravo do outro.

 

Como exprimir os sentimentos e as necessidades ao nosso companheiro

Quando sofremos um desgosto ou algo nos apavora, se não partilharmos os nossos medos com o nosso companheiro, e escondermos essa emoção, dissimulando um sentimento, estamos a cavar um fosso entre nós. Os segredos sobre os sofrimentos, a doença, as mortes, os abortos, ou os actos menos lícitos de um membro da família ou os problemas de um antepassado devem ser discutidos e partilhados com a família se não o fizerem estão a prejudicar muito a relação. Todos estes problemas têm o propósito de nos reconciliar com acontecimentos e pessoas de vidas passadas.

Todas estas coisas caso não sejam faladas podem ser um obstáculo à construção do amor nesta nossa reencarnação. Toda a emoção que não seja exprimida vai interferir na livre circulação e evolução do verdadeiro amor.

 

Comunhão com o outro

A empatia é aquela rara capacidade e intuição de percebermos o que o outro sente. Para evoluirmos verdadeiramente e amar intensamente é indispensável cultivar a capacidade de se identificar com o outro. Isto não quer dizer projectarmo-nos no outro atribuir-lhe aquilo que nós sentimos, é pormo-nos na pele do outro durante alguns momentos. Desta forma podemos impedir a humilhação do nosso cônjuge, pois ao pormo-nos no lugar dele, paramos imediatamente, isto quer dizer por à frente dos nossos interesses as emoções e os interesses da pessoa que amamos, e é esta a nossa missão aprender a amar e a respeitar aquele que por ventura no passado tanto sofrimento nos causou.

 

Aprenda a partilhar nesta reencarnação

O nosso companheiro é aquele com quem partilhamos o alimento e os problemas do dia a dia. A relação cria-se e continua através da partilha e das emoções.

Não nos devemos esforçar por dar uma imagem ideal de nos próprios ao nosso companheiro, pois quanto mais o fazemos mais dele nos afastamos. Devemos ouvir o nosso companheiro de uma forma activa, isto quer dizer ouvir mesmo o que ele diz, acompanhar o seu raciocínio e fazer-lhe perguntas se necessário, através da pergunta mostramos ao nosso companheiro que estamos a prestar-lhe toda a nossa atenção. Muitas relações extra conjugais nascem do desejo de encontrar alguém a quem se possa falar e confiar, o amante é alguém a quem se pode dizer tudo o que não se diz ao marido ou à mulher. O que faz com que uma relação seja duradoura é a partilha emocional. A revelação dos sentimentos e das emoções cria intimidade e é a mais profunda de todas as experiências.

 

Amar de coração aberto

O verdadeiro amor é a capacidade de viver a intimidade. A intimidade é um espaço relacional onde se efectuam trocas directas, sem mascaras, autentica, espontânea. A intimidade precisa de receptividade e abertura ao outro. Existe muita gente para a qual a intimidade está ligada ao segredo. Têm medo de mostrar a nudez da sua alma ao cônjuge, isto acontece porque provavelmente em outras reencarnações foram ridicularizadas por este. Na vida actual devem lutar contra esta vergonha inexplicável e com raízes em vidas passadas. Tem agora a oportunidade rara de se mostrarem um ao outro tal como são e assim criar laços de amor ternura e amizade que perdurarão através dos séculos.

 

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Ritual para desbloquear energias

Por vezes, parece que a nossa vida está bloqueada e que por mais que façamos as situações não melhoram nem avançam. 

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Uma vez que tudo o que existe no Universo é energia, pode haver bloqueios energéticos causados pela acumulação de energias negativas, devido à influência de outras pessoas, ou ao nosso medo, tristeza, e todos os sentimentos que baixam a nossa energia. 


Vou ensinar-lhe um ritual muito simples que pode fazer sempre que sentir necessidade de desbloquear as energias da sua vida.

Vai precisar de:
- mistura de ervas abre-caminhos
- queimador, carvão, fósforos

 

Preparação:

- Coloque as ervas no queimador, juntamente com um bocado de carvão e deite-lhes fogo. Deixe que o fumo se liberte.
- Percorra toda a sua casa com o queimador nas mãos, no sentido dos ponteiros do relógio e começando pela porta de entrada, e reze:

Em louvor do Santíssimo Sacramento do altar,
Esta minha casa eu estou a defumar,
para que todos os espíritos maus,
inveja, praga, mau-olhado
e artes diabólicas se afastem,
e a paz de Jesus nos venha abençoar.
(Abrir a porta da rua e dizer três vezes:)
Em louvor de São Bento
Que saia o mal para fora e que entre o Bem para dentro.

- Volte a fechar a porta e deixe as ervas arderem até ao fim. Depois, deite-as fora.

 

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O mal vira-se contra nós? Qual é a sua opinião?

Falemos sobre Lei do Retorno

Tudo o que existe no Universo é energia. Nós somos feitos de energia, tudo o que nos rodeia é feito de energia. 

Aquilo que fazemos emite energia, assim como o que pensamos e o que dizemos.

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É por isso que se pensarmos e dissermos coisas positivas vamos atrair coisas positivas para nós. Quem se ocupa a pensar ou a falar mal de outras pessoas atrai essa mesma energia negativa para si, e por isso acaba por sentir-se cansada, em baixo, sem sorte na vida.

Como se costuma dizer: "quem semeia ventos, colhe tempestades!", pois recebemos sempre, de uma maneira ou de outra, aquilo que emitimos.

A Lei do Retorno é uma das leis que regem o Universo, e segundo ela a energia que enviamos vai refletir-se naquilo que atraímos, talvez de modo diferente, ou através de pessoas diferentes, mas acaba sempre por, de uma forma ou de outra, vir até nós.

Assim, a melhor defesa é sempre pensar no Bem. A maior força é sempre a Fé.

Se lhe desejarem mal, liberte-se desse mal e ocupe a sua mente com pensamentos positivos.


Diga esta oração muito antiga de proteção:

"Tu és ferro e eu sou aço,

Tu fazes e eu desfaço."


Afaste a sua mente de pensamentos negativos, pense em alguém, ou em alguma coisa, de quem gosta muito, ou então imagine um cenário paradisíaco, um local maravilhoso. Deixe que esse pensamento ocupe por completo a sua mente. Agradeça a Deus por tudo aquilo que tem e pelas bênçãos que ainda estão por vir na sua vida.


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Ser Feliz...tenha um Mandala!

Mandala Vida Saudável 

O importante é não desistir! Encha-se de força, e não permita que nada nem ninguém o derrube!

 

Tenha uma Mandala:

 

Para se sentir bem no seu dia-a-dia, com força, vitalidade, paz de espírito e cabeça cheia de ideias positivas, pendure na janela do seu quarto esta Mandala especial.

Se o seu quarto não tiver janelas, pendure-a na janela de uma divisão onde passa mais tempo quando está em casa.

- Olhe todas as manhãs para o centro da Mandala durante alguns minutos.

- Inspire e expire e sinta as preocupações afastarem-se de si quando expira.

- Sinta a energia positiva do Universo envolvê-la e trazer-lhe toda a harmonia de que tanto precisa na sua vida.

- Sinta o poder relaxante da Água, símbolo da prosperidade e a estabilidade da Terra darem-lhe força para encarar cada novo dia com força e alegria de viver.

A Mandala é um objeto poderoso para conseguirmos focar-nos nas nossas metas.

Mandala vem do sânscrito, significa círculo e representa a ligação entre o Homem e o Universo, o círculo de energia que atrai a harmonia.

 

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Os mistérios ocultos

Tenho-lhe dado a conhecer diversas ideias práticas que, através do Feng Shui, o ajudam a melhorar o espaço onde vive. Hoje vou ensinar-lhe alguns dos mistérios que, a um nível de conhecimento mais profundo, orientam os preceitos do Feng Shui.

 

Os fundamentos que regem o Feng Shui têm por base a Filosofia do Tao. O Tao é o princípio de mutação e transfiguração que descreve a essência do Universo. É representado através de um círculo, que descreve a transformação contínua de tudo o que existe, e à qual os orientais chamam mutação. Assim, de acordo com esta filosofia, a ordem perfeita resulta do movimento circular de transformação dos opostos, que gira permanentemente como uma roda.

 

O que o Taoísmo defende

O Tao baseia-se na mutação e na perpetuação do movimento, a ação e a não-ação, ou seja, a atividade e o seu oposto. O princípio básico do Tao indica que, quando uma coisa evolui e atinge o seu ponto extremo, começa o movimento inverso, ou seja, retrocede. Desta forma, o Taoísmo defende que nada permanece como está, e que, quando queremos que uma coisa diminua, devemos aumentá-la, e quando queremos que aumente, devemos diminuí-la.

 

A constante mutação

A mutação, a essência do Tao, é o resultado complexo e dinâmico da ação dos dois princípios opostos Yin e Yang, que são o princípio feminino e o princípio masculino, respetivamente. Assim sendo, saiba que o princípio que governa o Tão é o mesmo que coordena o Feng Shui, que também procura esse mesmo equilíbrio das energias opostas.

A principal diferença entre a mentalidade Ocidental e o pensamento Oriental consiste no facto de que o Ocidente concebeu o espaço, o tempo e os objetos no espaço como entidades fixas e distintas, enquanto que para o pensamento Oriental elas estão ligadas num movimento contínuo, em constante transformação. Assim como as nuvens no céu estão constantemente em movimento e vão mudando de forma, para o Taoísmo todas as coisas existentes agem da mesma forma, sempre em constante mutação. Um outro aspeto fundamental na Filosofia Taoista indica que a força do pensamento gera a mudança.

 

 

Exterior versus interior

Ao ler este artigo, saiba que já está a ativar o seu pensamento lógico e a fazer com que haja uma transformação dentro de si! Segundo esta Filosofia oriental, aquilo que se passa a nível exterior está em ligação com o que se passa a nível interior e pessoal. Partindo do princípio que a única coisa eterna é a mudança, o melhor a fazer é deixar-se ir com a corrente, e deixar os acontecimentos seguirem o seu curso natural. Ser capaz de se adaptar à mudança significa alcançar o equilíbrio entre o Yin e o Yang e, desta forma, alcançar o bem-estar a todos os níveis. Esta atitude não representa para a cultura oriental ficar passivo perante as circunstâncias, muito pelo contrário, significa deixar fluir a vida e estar também em perpétua transformação, sem ficar demasiado preso ao passado e sem bloquear a livre circulação constante de energia.

Na próxima semana vou explicar-lhe de que forma o Yin e o Yang afetam o ambiente em que vive e como pode conseguir um melhor equilíbrio entre ambos!

 

Curiosidade

Para a filosofia oriental as montanhas eram tão sólidas como nuvens, pois até mesmo elas, embora sejam grandes e imponentes, vão mudando lenta e progressivamente ao longo do tempo.

 

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Ritual para atrair novas oportunidades

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Quer seja no amor, a nível profissional, ou em termos financeiros, há sempre alturas na nossa vida em que nos sentimos bloqueados, em que as situações parecem não fluir e nada parece mudar. Nesses momentos, dê uma ajudinha ao universo para ativar as energias cósmicas que estão à sua volta, abrindo novos horizontes na sua vida e trazendo-lhe a oportunidade que tanto procura.

 

Este ritual pode ser realizado em qualquer altura, mas obterá melhores resultados se o realizar durante a lua nova, logo de manhã.

Vai precisar de:

- Taça do Sucesso – contém um suporte para velas espelhado no interior. O espelho multiplica o poder da luz da vela, aumentando o seu potencial criador.
- 1 vela lamparina – energia do Fogo, traz a ação e a força
- Mistura de ervas abre-caminhos – afastam as energias negativas
- Trevo de 4 folhas – atrai a sorte e fortuna
- Imagem de Santa Rita de Cássia – a santa das causas impossíveis, que faz com que tudo se torne possível de alcançar

Preparação:

1 – Coloque o trevo de 4 folhas na mesa.
2 – Coloque a taça do Sucesso em cima do trevo.
3 – Deite um punhado de ervas Abre-Caminhos dentro da taça.
4 – Acenda a vela lamparina e coloque-a no centro da taça.
5 – Coloque ao lado da taça a imagem de Santa Rita e peça-lhe proteção:
"Ó poderosa e gloriosa Santa Rita, 
a ti recorro com a doce esperança 
de ser atendida.
Ó Santa Rita de Cássia, 
em ti ponho toda a minha confiança; 
com a tua ajuda, espero a graça que te peço. 
Santa Rita, advogada dos impossíveis,
traz para a minha vida a oportunidade que tanto desejo.

Ámen!"

6 – Deixe a vela arder até ao fim.

7 – Quando terminar, deite fora os restos da vela e coloque no centro da taça o trevo de 4 folhas, deixando a taça sempre ao lado da imagem de Santa Rita.

Mandala dos chakras

 

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Sabia que as mandalas são uma das melhores formas de ativar os chakras, pois facilitam a concentração e ajudam a meditar de forma orientada?

 

A mandala dos chakras da autoestima é composta por três discos de vidro e deve ser pendurada numa janela, para filtrar a luz e a energia do sol amplificando-a.

 

Por ser composta pelas cores dos três chakras da autoestima esta mandala canaliza a energia através das cores vermelho, laranja e amarelo, as três cores principais para reforçar a nossa autoestima, a autoconfiança e a estabilidade interior.

 

Sempre que tiver necessidade de fortalecer a sua segurança fixe, por ordem, cada um dos três discos desta mandala especial:

1º - disco vermelho – concentre-se no centro da mandala vermelha e visualize um feixe de luz vermelha que sai de dentro de si e desce até ao centro da terra, enraizando-se. Através desse feixe de luz é criada uma espécie de corda que lhe dá segurança, pois você passa a estar fixo ao centro do universo. Não anda à deriva nem há espaço para confusão: você faz parte do universo, que cuida de si.

2º - disco laranja – fixe o disco laranja e visualize uma luz laranja que ilumina o seu corpo, na zona abaixo do umbigo. Sinta essa luz a envolver todo o seu corpo de forma viva, e sinta-se revigorado por essa luz de cura. É aconselhável beber mais líquidos quando se pretende ativar este chakra.

3º - disco amarelo – concentre-se no disco amarelo e sinta a luz do sol mais radioso brilhar mesmo no centro do seu corpo, acima do estômago e abaixo do peito. Essa luz irradia dentro de si e traz calor e amor ao seu interior, dando mais força à sua personalidade. Reforce a ingestão de alimentos amarelos, como milho, se deseja ativar este chakra, e ouça música alegre.

 

Se criar o hábito de fazer esta visualização uma vez por dia, a sua segurança pessoal será progressivamente fortalecida, o que aumentará a sua estabilidade e autoconfiança.

Usar a energia do universo para ter estabilidade

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Sabia que o universo coloca ao nosso dispor os recursos energéticos de que necessitamos para termos harmonia física e espiritual e "curarmos" aquilo que não está bem na nossa vida?

 

Na revista Terapias que Curam apresento várias terapias que ajudam a alcançar o bem estar, e uma delas é o reiki, em que a energia positiva é canalizada através dos nossos 7 chacras.

 

Os chacras são centros de energia que se encontram no nosso corpo, ao longo da coluna, e através dos quais entra e sai em nós a energia que nos rodeia. Quando nos sentimos inseguros, com medo, ansiosos, isso provavelmente revela uma fragilidade ao nível dos três primeiros chacras: o chacra básico, o sacro e o do plexo solar.

 

As pessoas que têm baixa autoestima, que se sentem constantemente desvalorizadas ou ameaçadas pelos outros, que têm dificuldade em sentirem-se integradas onde estão, necessitam de trabalhar estes três chacras.

 

Sempre que se sentir posto à prova pelos que o rodeiam ou que tiver de mostrar o seu valor, como por exemplo quando vai a uma entrevista de trabalho, ou quando tem de resolver uma situação delicada na sua vida, assim como quando a sua saúde está em baixo ou tem um problema de saúde mais grave, também deve ativar especialmente estes três chacras.

 

De que forma? A cada chacra corresponde uma cor, e usar roupas da cor certa, ou usar na decoração e nos objetos que o rodeiam as cores dos chacras que deseja ativar faz com que a energia desse chacra seja estimulada de forma muito positiva. As cores dos três chacras da autoestima são o vermelho, o laranja e o amarelo.

 

O 1º chacra ou Chacra Básico é o mais importante para reforçar a nossa estabilidade, pois é ele que nos liga ao centro da terra e que nos ajuda a "ter os pés bem assentes na terra" e a ter raízes que nos dão firmeza e solidez. A sua cor é o vermelho. Para ativá-lo, deve vestir roupa vermelha ou ter nem que seja um acessório dessa cor. Use-a sem exageros, mas tenha alguns objetos dessa cor na sua sala ou até no seu quarto.

 

O 2º chacra ou Chacra Sacro é responsável pela energização geral do organismo, é por ele que entram as energias cósmicas mais subtis, que dele passam para todo o corpo. Quando ele funciona bem, sabemos aceitar mais facilmente, receber e dar. Ativar este chacra faz-nos ter maior força e vitalidade, sendo especialmente importante para quem está doente. A cor que deve usar, na sua roupa ou na decoração, para ativar este chacra é o cor de laranja.

 

O 3º chacra ou Chacra do Plexo Solar está relacionado com as emoções, com o nosso amor próprio, com o sentido de humor, com a alegria de viver.

 

As pessoas que têm mudanças de humor frequentes, que não sabem gostar de si próprias ou que têm medo de se manifestarem ou de expressarem as suas opiniões devem ativar o chacra do plexo solar.

 

Para isso, devem usar a cor amarelo na roupa, nos acessórios, na decoração. Ter um quadro na sala ou no escritório em que o amarelo é a cor predominante, forte, é uma ótima maneira de trazer energias positivas e segurança para a sua vida.