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Consultório de Astrologia

Os segredos por detrás dos mitos urbanos

Lendas ou factos reais?

 

Tudo aquilo que não conseguimos explicar fascina-nos. É, por isso, tão fácil acreditar em mitos que nascem, muitas vezes, como simples boatos e que depois de muitas vezes repetidos e contados se tornam uma verdade absoluta. Desvende todos os mistérios por detrás dos mais conhecidos mitos urbanos.

 

O Lobisomem de St. Bonnet

Em França, durante o século XVI, nasceu a lenda da existência de um Lobisomem que comia crianças. Os corpos das vítimas eram encontrados

mutilados, com algumas partes comidas. Durante algum tempo viveu-se sob o terror da imagem de um monstro meio homem meio lobo, mas a verdade acabou por aparecer. Na verdade, este assassinoera apenas um homem, de seu nome Gilles Garnier, que acabou por ser capturado,
juntamente com a sua mulher, a quem o marido acusou também de o ajudar a comer as crianças. Ele foi apanhado em flagrante, enquanto devorava uma das suas vítimas, quando a polícia entrou pela sua casa, depois dos aldeões terem ouvido gritos seguidos de um rugido de lobo. Gilles foi preso e acabou por ser queimado vivo.

 

O Gato Preto

A superstição associada ao mau-agouro do gato preto nasceu apenas na Idade Média, quando a perseguição às bruxas teve o seu auge. Mas a aura mística que envolve este animal começou com os Egípcios que o consideravam um ser abençoado, a encarnação do Deus Bast. A desgraça do gato preto mudou quando começou a haver uma população excessiva destes animais pela rua e a Igreja o começou a associá-lo aos rituais pagãos e às histórias de bruxarias que prosperaram na Idade Média. Se para o paganismo o gato preto significava proteção, para a magia negra ele representava a personificação do Diabo. Os seus olhos luminosos que iluminavam a noite, bem como a sua cor preta, associada às trevas, contribuíram para deixá-lo sempre associado ao mal e ao azar. Depois deste conceito, as histórias de horror associadas a este animal prosperaram a uma enorme velocidade. Havia quem contasse que as bruxas se transformavam em gatos pretos durante a noite e na Alemanha várias testemunhas diziam que uma mulher acusada de bruxaria se transformou neste animal quando estava a ser queimada na fogueira. Mas ao mesmo tempo que surgiam todos estes boatos, apareciam algumas histórias reais associadas ao gato preto. O rei Carlos I de Inglaterra tinha um destes bichos, pelo qual tinha uma grande estima e dizia que ele lhe trazia muita sorte. E a verdade é que o animal do monarca morreu um dia antes deste ter sido preso, acusado de traição. Há superstições favoráveis e desfavoráveis em diferentes países sobre o gato preto, mas em Portugal ele está sempre associado a um mau presságio.

 

Sexta-feira 13

Tal como muitas outras superstições também esta tem as suas raízes no cristianismo. Primeiro pelo facto de supostamente Jesus Cristo ter sido crucificado numa sexta-feira e também por que antes de ser levado para a cruz a última ceia contou com os 12 apóstolos, sendo que o 13º elemento que se sentou nesta mesa foi o próprio Messias. Logo, este número começou a ser associado à má sorte. Mas a superstição da sexta-feira 13 continuou  ser evidenciada ao longo dos tempos. Em outubro de 1307, numa sexta-feira 13, Filipe IV ordenou uma perseguição aos templários e cinco anos mais tarde eles acabaram por desaparecer. Devido a várias lendas associadas a este número e também a este dia da semana, e em que ocorreram situações dramáticas, o azar ficou para sempre associado à sexta-feira 13.

 

Bloody Mary

Esta é umas das lendas mais conhecidas em todo o mundo e existem várias versões da mesma história. Enquanto umas contam que Bloody Mary é o

espírito de uma mulher que perdeu um filho, outras dizem que ela é o espírito de uma rapariga que foi assassinada. A superstição diz que para invocar Bloody Mary é necessário estar em frente a um espelho,à luz de velas, chamando pelo seu nome três vezes. Acredita-se, porém, que este mito é baseado na história da Rainha Mary I de Inglaterra que, pelo facto, de não conseguir engravidar se tornou uma mulher fria e cruel e como fuga para a sua frustração mandava executar pessoas, sem dó nem piedade.

 

 

 

 

 

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Os segredos por detrás dos mitos urbanos (continuação)

Lendas insólitas, mistérios solucionados!

Muitos têm sido os mitos urbanos criados ao longo dos anos. As histórias mais absurdas têm vindo a público e corroboradas por muitos. Mas já reparou que quem a versão de qualquer acontecimento insólito realça sempre o facto de que aconteceu ao amigo, do amigo, do amigo? Conheça as lendas mais insólitas e a resposta para o facto de serem improváveis de acontecer. 

 

O gangue dos palhaços

Este mito urbano nasceu no Brasil nos anos 90, mas há bem pouco tempo chegou a Portugal. Quem contava a história dizia que uma carrinha branca que era conduzida por um palhaço e rondava as escolas à procura de crianças inocentes para raptar, com o objetivo de roubarem os seus órgãos para serem vendidos no mercado negro.  Este palhaço fazia-se ainda acompanhar de uma mulher vestida de bailarina.

A pergunta da solução

Como seria possível uma carrinha branca conduzida por um palhaço passar despercebida nas horas de mais movimento das escolas?

 

Bonecos assassinos

Após os vários filmes em que a personagem principal era Chucky, muitas foram as histórias que se criaram à volta de bonecos que seriam demoníacos. Por exemplo, no Brasil, constava a história de que as bonecas feitas à semelhança da Xuxa eram malvadas e à noite arranhavam as suas donas.

A pergunta da solução  Como seria possível a boneca arranhar as crianças se os seus dedos não possuíam unhas?

 

A banheira de gelo

Esta é um dos mitos que de tempos a tempos volta a ser lembrado. Supostamente, um jovem é convidado para uma festa e colocam-lhe uma droga na bebida. No dia seguinte acorda, dentro de uma banheira com gelo e depois de ser assistido no hospital constata-se que um dos seus rins foi roubado.

A pergunta da solução Será possível sobreviver a noite inteira dentro de uma banheira com gelo?

 

Pipocas com cocaína

Esta foi também uma das lendas que nasceu no Brasil, por ser um país próspero na venda de pipocas na rua. Conta a história que para aumentarem os lucros do seu negócio, os vendedores de pipocas colocavam cocaína no seu produto para que os seus clientes ficassem viciados nas pipocas.

A pergunta da solução Teriam os vendedores de pipoca dinheiro suficiente para comprarem cocaína?

 

Tatuagens de LSD

Quando em 1980 foram apreendidos nos EUA 4000 cartelas de ácido lisérgico com a cara do Rato Mickey, a história de que os traficantes vendiam tatuagens com desenhos infantis nas portas da escola, com esta substância, pegou rapidamente.

A pergunta da solução Uma tatuagem com LSD não ficaria cara demais para vender na porta de escola, a miúdos com pouco dinheiro no bolso?

 

 

 

Mitos urbanos à distância de um clique!

Algumas das lendas mais famosas começaram a proliferar mais rapidamente desde o aparecimento da internet, já que é muito fácil fazer chegar a mesma mensagem a várias pessoas e ao mesmo tempo. Conheça o top das histórias mais surreais que surgiram no nosso país.

 

Urina de rato nas latas de refrigerante

Em 1998 um e-mail assustador começou a circular na net onde se descrevia que a urina dos ratos era mortal para os seres humanos e, portanto, teria que haver um cuidado redobrado na hora de beber diretamente um refrigerante da lata. Estes pequenos seres teriam a terrível mania de “regar” as latas localizadas nos armazéns com o seu “xixi”. Mesmo já se tendo desmistificado que a bactéria – leptospira - que existe na urina deste animal
pode causar alguns danos, ninguém morre ao beber diretamemte de uma lata contaminada, pois essa mesma bactéria morre em contato com o nosso suco gástrico.

 

Gangue da Boca de palhaço

Este foi um dos maiores embustes dos últimos tempos. Na internet começou a circular um e-mail que dava conta de um grupo de assaltantes pelo
país que faziam a seguinte pergunta às suas vítimas: “Violação, sequestro ou boca de palhaço?”. Perante o horror, as pessoas escolheriam a resposta que lhes parecia menos dolorosa: “Boca de palhaço”. E era nesse momento que os assaltantes, com uma faca, cortavam a face da vítima assemelhando o corto a um sorriso de palhaço. Em algumas zonas do país, como em Faro, por exemplo, o Governo Civil teve que reunir-se de emergência para convencer os vários jovens que tudo não passava apenas de um boato, já que a polícia não teria recebido uma única queixa sobre esta história.

 

A história trágica de Teresa Fidalgo

Para quem se assustou com este vídeo divulgado através da internet, já é mais do que sabido que não passou de uma mera encenação levada a
cabo por David Rebordão, na altura estudante de cinema. No filme apareciam três amigos dentro de um carro, Tânia, Thiago e David que ao passarem pela curva do Mónaco, na estrada marginal teriam encontrado uma jovem. Eles deram-lhe boleia e depois de ela dizer: “Eu sou a Teresa Fidalgo e há 26 anos morri nesta curva…”, o carro sofreu um acidente tendo vitimizado dois dos amigos, enquanto o outro nada se lembrava do que teria acontecido nessa noite. Hoje sabe-se que essa história não passou de pura ficção,  engendrada pelo aspirante a cineasta, David Rebordão.