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Consultório de Astrologia

Não se preocupe, faz tudo parte do plano da sua alma

 

Para além do seu corpo físico, para além do plano material, você é a sua alma. A alma é a energia que dá vida ao seu corpo e que tem um propósito que é superior a tudo o que se passa na sua vida neste momento.

Antes de encarnar, antes de chegar à Terra para viver uma nova vida, a sua alma escolheu o seu corpo, a sua família, o contexto onde devia nascer para poder cumprir melhor a missão que veio realizar. Nos momentos em que lhe parece que a sua vida é injusta ou não consegue compreender por que motivo acontecem determinadas situações ou tem de lidar com algo que nã faz sentido para si, compreender que a sua alma tem um plano superior a cumprir pode fazer toda a diferença para que consiga aceitar e lidar melhor com o que a vida lhe está a apresentar.

                  Bem dentro de si, a sua alma sabe o caminho que tem de seguir.

A vida na Terra é uma aprendizagem constante, encarnamos para aprender, para ensinar, para ajudar e ser ajudados, para crescer e, deste modo, evoluir. 

A nossa evolução espiritual expande a nossa consciência e, desse modo, expande a energia universal, isto é, o próprio Universo. 

Nem sempre é fácil sentirmo-nos motivados para sair da cama e cumprir as exigências do nosso dia-a-dia; no entanto, a nossa alma sente-se sempre empenhada para cumprir a sua aprendizagem, e sabe que todos os desafios e dificuldades que enfrentamos são preciosas oportunidades de crescimento, que não só nos ajudam a compreender melhor quem somos como nos tornam melhores e mais fortes.

Existem outras dimensões para além do plano físico. No plano espiritual, as almas estão todas ligadas e estão ligadas a tudo o que existe. É por isso que todos nós, seres humanos, contemos dentro de nós a energia do Universo ou, se assim quisermos chamar-lhe, a Centelha Divina. 

             Vimos à Terra para viver a nossa individualidade, para saber quem somos. 

As experiências que vivemos na Terra são muito importantes porque são elas que nos permitem aprender. Ainda que sejam dolorosas, difíceis de enfrentar e de compreender, a nossa alma sabe que elas são temporárias. 

                                       Tudo o que vivemos na Terra é transitório.

Quando deixamos a vida na Terra e regressamos ao plano espiritual, a alma sabe que tudo volta a estar em paz, e que voltamos a sentir-nos em profunda comunhão com o Universo. 

 

Antes que isso aconteça, porém, a alma tem de realizar as suas importantes aprendizagens e tem de viver o oposto daquilo que conhece para poder alcançar um estado de equilíbrio e para poder estar completa. 

- Para expandir a nossa consciência, para crescer e para compreender a nossa individualidade precisamos de viver a dualidade.

Somos feitos de amor puro. Vimos à Terra experimentar a falta de amor para nos obrigar a aprender a encontrá-lo e a torná-lo mais forte, maior.

                     O amor é A grande lição que vimos aprender na Terra, mas há outras. 

Quando a alma encarna, ela sabe exatamente que lições deseja aprender nessa vida. Estabelece acordos com outras almas e decide que irá encontrar-se com elas na Terra para viver os desafios que lhe irão ensinar essas importantes lições. 

                                           Antes de encarnar, a alma decide que lições vai viver e a família em que vai nascer, pois o contexto em que nasce tem um papel muito importante na vida que irá viver. 

A alma é feita de energia pura e, por isso, traça planos ambiciosos, que muitas vezes nos deixam exaustos, porque a vida na Terra pode ser muito esgotante. 

Embora a sua alma tenha um plano traçado antes de encarnar, o livre arbítrio e as escolhas que fazemos ao longo do caminho modelam esse plano, podendo alterá-lo. Por isso, não há um "guião" definido; apesar disso, há certos "destinos" que teremos de cumprir, de uma forma ou de outra.

Os pormenores relacionados com a forma como vamos cumprir o nosso plano ainda não estão decididos quando vimos à Terra, mas a nossa energia espiritual - a marca que distingue cada alma de todas as outras - já lá está, contendo em si as possibilidades que a sua vida lhe pode trazer.

Cada um de nós tem a sua própria montanha para subir e, embora haja milhares de caminhos e oportunidades nesta montanha, o destino é sempre o mesmo. A vista que nos espera é única para cada um de nós.

Para a nossa alma, não são os acontecimentos da nossa vida que são importantes, mas sim aquilo que eles nos trazem e o que desperta, em nós. A forma como lidamos com o que nos acontece é o que realmente importa. É isso que nos faz crescer e evoluir.

Estamos constantemente a ser ensinados a voltar a um estado de amor puro, mas a nossa viagem é sempre diferente, de acordo com o que a nossa alma quer aprender em cada vida. De um ponto de vista humano, é cruel pensar que uma alma escolhe sofrer atrocidades e desgraças para crescer. Porém, se assumirmos a perspetiva da alma, não há um juízo de valor. As experiências mais dramáticas e mais intensas podem fazer parte de algo que é superior a nós. Tudo, absolutamente tudo, o que cada um de nós faz na vida cria um efeito na energia universal. Aquilo que você supera ou enfrenta pode ser uma dádiva que a sua alma está a oferecer ao Mundo e às outras almas. Pode estar a sacrificar-se pelos outros como, noutro momento, outros também se sacrificam por si, num plano espiritual. Nenhuma lição é desperdiçada. Nenhum sofrimento é em vão. Nada acontece por acaso.

Não é fácil conhecer o plano da nossa alma, porque não compete à mente consciente ter acesso a ele, mas podemos ter pistas importantes a seu respeito, pois o Universo envia-nos sinais constantes e provas recorrentes.

 

Pistas importantes sobre o plano da sua alma:

- A família onde nasceu, o seu papel na família

- Os sentimentos e emoções que associa à sua infância

- Aquilo que sempre o atraiu, a(s) cultura(s) que sempre quis visitar

- Os talentos naturais com que nasceu

- As suas paixões - representam aquilo que dá força à energia da sua alma

- Os pontos de viragem na sua vida até aqui, os acontecimentos mais importantes - indicam pontos importantes no seu plano de alma, mostrando-lhe quando "subiu de nível" na sua evolução espiritual ou progrediu na sua aprendizagem. Os temas que surgiram de forma recorrente em cada um desses momentos mostram-lhe melhor o padrão que subjaz ao seu plano de alma.

- Os assuntos e temas que se repetem na sua vida - eles são o maior indicador das lições que a sua alma veio aprender.

- Doenças que enfrentou, doenças crónicas e problemas de saúde fazem parte do seu plano de alma.

- O tipo de pessoas que geralmente o atrai - as pessoas que escolhe ter à sua volta e as pessoas com quem sente uma maior conexão energética estão ligadas àquilo que a sua alma veio alcançar.

- As pessoas com quem tem dificuldade em entender-se - as pessoas com quem temos maiores dificuldades de relacionamento são os nossos professores mais importantes.
- As aprendizagens, os temas e assuntos que nos atraem...

Ao ter consciência dos padrões que se repetem na nossa vida e das "linhas-mestras" que têm estado sempre presentes é mais fácil compreender o plano da nossa alma e, a partir daí, perspetivar aquilo que nos acontece e enquadrar cada situação em função de um plano superior.


Ainda assim, importa lembrar que não faz parte da nossa função (nem do nosso plano!) ter consciência dele nem conhecer os seus pormenores. Estamos aqui para viver cada experiência no momento presente, pois apenas dessa forma podemos aprender e partilhar os nossos dons com os outros. É importante lembrar-se que uma parte de si conhece o seu plano superior: confie na sua alma, entregue-se ao que ela decidiu para si. 

Se a sua vida lhe está a pedir paciência, coragem, força, determinação... se enfrenta dificuldades, se tem de superar provas duras... lembre-se que está a caminhar de volta à fonte primordial de amor, de onde viemos e à qual retornamos. Seja o que for que você fizer na sua vida é indispensável ao Universo. E nunca, nunca, está sozinho. É do amor que nasceu. É no amor profundo e perfeito que a sua alma vive.

Desamores do passado: relações conflituosas que vieram de outras vidas

 

A ideia do reencontro com a nossa alma-gémea ou com alguém com quem vivemos uma história de amor no passado é mágica e enche o coração de alento e esperança. No entanto, e segundo a teoria da Reencarnação, saiba que temos uma grande probabilidade de reencarnar também com as pessoas com quem vivemos histórias que não acabaram bem, e com quem trazemos "karmas" para resolver. Essas são, muitas vezes, as pessoas que nos estão mais próximas: mãe, pai, irmão, irmã, com quem temos conflitos que não sabemos explicar e que parecem anteceder a nossa própria história...

É fácil de compreender, se acreditarmos na reencarnação, que a alma, no seu constante propósito evolutivo, escolha encarnar sucessivas vezes junto daquelas almas com quem foi vivendo histórias marcantes noutras vidas. Só desse modo terá oportunidade de, numa vida seguinte, sanar e resolver aquilo que não ficou resolvido numa vida passada. Por esse motivo, muitos teóricos defendem que a alma encarna sucessivas vezes com o mesmo grupo de almas. Embora, de vida para vida, os papéis que vivem se vão alterando - o seu pai nesta vida pode ter sido, numa vida anterior, seu filho - as almas continuam a encarnar muito próximas, acompanhando-se durante grande parte da sua estadia na Terra. Mas tal não quer dizer que a convivência seja pacifica (nem que todas as pessoas que nos rodeiam são sempre as mesmas almas, vida após vida). A sensação "a minha mãe nunca gostou de mim", por crua que pareça, é mais comum do que imagina. Porque é que temos tanta dificuldade em dar-nos com certas pessoas? Embora obviamente aquilo que vivemos NESTA vida seja A NOSSA VIDA, pode haver razões escondidas num passado distante, numa outra encarnação, que despoletam sentimentos inexplicáveis e reações que não sabemos compreender. 

Como identificar um "desamor" de outra vida?

Alguns sinais podem ajudar-nos a apurar se uma relação conflituosa pode ter origem numa encarnação passada. Contudo, apenas com uma consulta de Regressão podemos esclarecer, analisando detalhadamente o nosso caso com o devido acompanhamento de um terapeuta especializado, quais são os reais bloqueios que trazemos de outras vidas, nomeadamente os conflitos com pessoas que nos são próximas.

De entre os aspetos que nos deixam a pensar na possibilidade de este "desafeto" ser anterior ao nosso nascimento um dos mais fortes é aquele "alarme interno" que parece disparar de forma inesperada perante uma palavra ríspida, uma atitude egoísta, um gesto inexplicável:

Porque é que esta pessoa não gosta de mim? Porque é que, faça eu o que fizer, nada é suficiente nem bom para ela?"

Certamente já lhe aconteceu conhecer alguém e, de imediato, sentir antipatia pela energia dessa pessoa. Ou então, mesmo sem ter motivos concretos por não a conhecer bem, não conseguir confiar em alguém. Atenção, todos nós possuímos uma intuição e um instinto que nos guiam (embora nem todas as pessoas os sigam) e que nos alertam para um potencial perigo, para alguém que não tem boa índole ou que não é digno da nossa confiança. No entanto, há casos e pessoas que, mesmo sem nos fazerem mal, pura e simplesmente não parecem agradar ao nosso "alarme interno". Esse pode, também, ser um poderoso indicador de que aquela pessoa, noutro corpo, noutra vida, teve connosco uma história que não terminou bem... ou que não terminou.

Mas o mesmo pode passar-se em sentido inverso: talvez já lhe tenha acontecido conhecer alguém que, sem que você possa entender o motivo, parece estar sempre contra si, critica as suas ideias, sendo mesmo ríspido ou desagradável consigo.

Se, no dia-a-dia, estas situações, embora desagradáveis, são relativamente fáceis de gerir, elas tornam-se muito mais complicadas quando acontecem no nosso núcleo mais chegado. Este é o caso de um pai ou de uma mãe que parece ter uma "embirração" inexplicável com um dado filho, ou de um filho que não se dá com um dos pais (ou com ambos), sem que tenha havido, ao longo do seu crescimento e educação, um motivo que o possa justificar. Este pode ser, também, o caso de irmãos que parecem odiar-se desde a nascença, ou daqueles casais que, passados os primeiros tempos de paixão, entram numa espiral eterna de conflitos, e que mesmo separados continuam a alimentar o ódio um pelo outro, com uma tal intensidade que essa zanga parece ser um poderoso elo de união (aqueles casos de "nem contigo nem sem ti").

Nessas situações há um ponto muito importante, essencial para desatar este nó kármico que vos prende: independentemente da atitude da outra pessoa, VOCÊ TEM O PODER DE ESCOLHER PERDOAR. Se, no seu coração, você for capaz de manter sentimentos positivos em relação a ela, não lhe está a fazer nenhum favor a ela, mas sim a si próprio. Está a libertar-se dessa situação negativa, a deixá-la ir, a curá-la. E, se conseguir fazê-lo, não voltará a ter de enfrentar essa pessoa de um modo negativo noutra vida, porque o vosso "espinho" foi finalmente curado.

Quando nos fazem mal mas nós não retribuímos na mesma moeda (o que é MUITO diferente de permitir que o maltratem de algum modo ou de expor-se ao lugar de vítima, atenção!), quando nos afastamos sem sentimentos de rancor e dissipamos a mágoa, aceitando, simplesmente, que aquela pessoa ainda não aprendeu a lição que ambos têm para aprender, Deus nunca nos deixa desamparados, e cuida sempre para que haja outras portas a abrirem-se na nossa vida, outros focos de luz que possam guiar a nossa alma nos momentos de maior escuridão. Quando, em vez de alimentar zangas e ódios, atritos e hostilidade, sabemos distanciar-nos dessa pessoa ou situação e ter em relação a ela sentimentos de compaixão, estamos a evoluir enquanto almas, na nossa caminhada interior rumo à Luz. Estamos a ser mais evoluídas que ela, que continua presa à teimosia, ao rancor, aos sentimentos negativos e destrutivos.

O primeiro passo a dar, nessas situações, é deixar de ser um alvo. Ao dar-lhe oportunidade de continuar a fazer-lhe mal estará a alimentar mais karmas, mais nós para desatar no futuro. Afaste-se dessa situação, tanto quanto lhe for possível, e aprenda a manter-se indiferente a ela. Se já sabe que aquela pessoa, mesmo que seja alguém muito próximo, não vai ser simpático consigo, afaste-se dela. Aceite que é assim e que não há nada que pode fazer. Não permita que ela o magoe mais, mesmo que se trate de um pai ou de uma mãe. Procure a ajuda de alguém que possa trazer-lhe de volta a auto-estima que muitas vezes perdemos em virtude dos ataques dos outros. O apoio de um terapeuta pode ser essencial. Aceite-se a si próprio e aceite que todos nós cometemos erros e falhas: só perdoando os nossos erros e imperfeições podemos ser capazes de perdoar os dos outros. Peça ajuda a Deus, seja qual for a sua fé: a oração é um poderoso escudo contra as energias negativas, defendendo-nos do que não nos faz bem. Cure o seu coração sem se manter preso a um passado que lhe fez mal. O que lá vai, lá vai. Dê oportunidade a si próprio para ser feliz: agora.

Como identificar amores, familiares e inimigos de vidas passadas

 

De acordo com as teorias que acreditam na Reencarnação - segundo a qual vimos à Terra, em sucessivas vidas, com o propósito de evoluirmos enquanto almas para ascendermos à perfeição espiritual e alcançarmos a Luz Divina - é normal que as pessoas que nos são mais próximas ou que têm um papel mais significativo nesta vida já tenham, em vidas passadas, partilhado experiências importantes connosco.

Os nossos pais já foram, provavelmente e de acordo com esta teoria, nossos filhos, irmãos ou amores noutras vidas, e por esse motivo encarnaram nesta num papel que está intimamente ligado a nós, desde o nosso nascimento. 

Também os amores mais marcantes podem ter nascido há muitos séculos atrás, tendo por vezes até perpassado mais do que uma vida. Se alguma coisa não permitiu que esses amores tenham sido vividos na sua plenitude, há fortes probabilidades de que os dois amantes se voltem a juntar nesta vida, para enfim cumprirem aquilo que ainda não puderam viver.

Nem todas as pessoas que reencarnam connosco vieram de relações com conflitos para resolver. Aquelas que, noutras encarnações, tiveram experiências especialmente positivas connosco podem também surgir na nossa vida como aqueles "anjos na Terra" a quem recorremos sempre que precisamos de amparo e aceitação. 

Descobrir uma relação, seja de que tipo for, de outra vida, não é difícil, mas requer atenção. Pode pensar que é fruto da sua imaginação ou da vontade de acreditar que aquilo que sente é anterior a esta encarnação. No entanto, há alguns sinais que validam os seus sentimentos e pressentimentos e confirmam-lhe que já se conheceram antes. 

Quais são esses sinais?

1 - Simpatia ou antipatia imediatas

Quando acabamos de conhecer uma pessoa, a não ser que tenhamos ouvido falar muito bem ou muito mal dela, não temos uma opinião formada a seu respeito. E, por vezes, ouvimos falar bem dela, mas quando a conhecemos a nossa impressão não condiz com aquilo que ouvimos ou, pelo contrário, sentimos simpatia por alguém de quem era suposto não gostarmos. Sentir uma forte simpatia - ou antipatia - por alguém que acabámos de conhecer e, além disso, ter um imediato à vontade que nos faz ficar horas à conversa com essa pessoa é uma pista sobre uma possível relação de outras vidas. Este indício é ainda mais forte se houver uma imediata conexão mental, como se aquela pessoa compreendesse perfeitamente o que você diz e sente, e se esse tipo de empatia não desaparecer com o tempo. Pode acontecer, no sentido inverso, haver sempre "qualquer coisa" nessa pessoa que não lhe inspira confiança, ainda que, ao longo dos anos, ela nunca lhe dê motivo algum para ter desconfianças - pode ter sido alguém que foi traiçoeiro consigo numa vida passada, e a sua memória inconsciente continua a deixá-lo de pé atrás em relação a ela.

 

2 - Inquietação ou nervosismo

Química ou atração sexual à parte, há pessoas que nos causam nervosismo - positivo ou negativo - sem que tenhamos um real motivo para que isso aconteça. Por vezes pode até haver uma relação amorosa com essa pessoa nesta vida, mas por qualquer motivo é alguém que o deixa sempre inquieto e nervoso, sem conseguir relaxar na presença dessa pessoa nem confiar totalmente nela. Mesmo que esteja tudo bem, você lá no fundo está sempre à espera que a situação mude e que se torne perigosa ou desconfortável.

                   Veja também: Relações conflituosas - desamores que vieram de outras vidas

3 - Esteve sempre lá

Em muitos casos, as pessoas que vieram de vidas passadas surgem cedo nas nossas vidas, precisamente para que tenhamos tempo de cumprir, com elas, aquilo que ainda não vivemos. Atenção, existem também pessoas que chegam à nossa vida apenas numa dada fase, quando estamos "prontos" para esse encontro, ou porque o que têm a viver connosco exige mais intensidade do que tempo. Ainda assim, aquele amigo de longa data com quem partilhamos outros indícios de vidas passadas juntos, ou aquele amor da juventude que nunca deixou de o ser, têm boas probabilidades de ser afetos de outras vidas.

 

4 - São naturalmente cúmplices e companheiros

A cumplicidade é algo que nasce espontaneamente entre duas pessoas e que se vai construindo ao longo dos anos, mas há casos em que tudo flui de forma tão natural (e essa harmonia não se desvanece), fazendo com que façam uma "equipa de sonho", que pode revelar uma prática e um conhecimento mútuo de encarnações anteriores. Quando há gostos inusitados partilhados, ou estranhos hábitos que ambos seguem de modo natural, possivelmente já o faziam antes juntos, há muito, muito tempo atrás. Também a atração partilhada por uma cultura ou país pode indicar que ambos já viveram lá, assim como a facilidade em alcançar metas em conjunto e trabalhar em sintonia pode revelar antigos parceiros de negócio.

 

5 - Raiva e discussões inexplicáveis

Uma pessoa que, sem que você lhe tenha alguma vez feito algum mal, se mostra sempre antipática em relação a si, podendo ser dissimulada mas ainda assim deixando sempre escapar um comentário desagradável a seu respeito, um olhar de desdém, ou ter mesmo atos que o prejudicam, pode já ter vivido uma situação negativa consigo. Por vezes magoamos os outros sem nos apercebermos, e nem sempre temos consciência do dano que causámos a outra pessoa. Alguém que hoje, faça você o que fizer, não gosta de si, pode revelar alguém que já sofreu por sua causa em vidas passadas. Do mesmo modo, uma mãe e um filho ou dois irmãos que estão sempre a discutir por causa de um determinado assunto, não importa o número de vezes que fazem as pazes e se comprometem a ultrapassar a situação, também podem revelar alguém que teve experiências conflituosas no passado mais remoto, juntos.

                          

6 - Medo e sentimentos de culpa

Embora sejam geralmente originados na vida presente, por vezes ter um estranho sentimento de culpa, remorso ou sentimento de dívida para com alguma pessoa pode ser um indício de que houve um relacionamento numa encarnação anterior que deu origem a esse sentimento. Quando procuramos fazer sempre tudo por essa pessoa, mesmo que ela nos mostre que não o merece, e ainda assim sentimos que lhe devemos isso, podemos estar perante um relacionamento muito antigo, que deu origem a esse padrão negativo na nossa vida. É importante ter consciência disto, para que possa perdoar-se a si próprio e libertar-se da culpa, criando então um padrão de relacionamento saudável nesta vida.

A culpa e o ressentimento são dois dos principais motivos pelos quais duas almas reencarnam juntas, para que possam resolver esses nós Kármicos e dissipá-los.

Do mesmo modo, podemos sentir medo - uma importante defesa natural do nosso organismo, que instintivamente nos protege de situações de perigo - em relação a uma pessoa que, presentemente, não nos dá motivos para nos sentirmos assim. É importante reconhecer este padrão para que possamos avaliar até que ponto temos ou não motivos para ter medo, protegendo-nos, se for caso disso, ou libertando-nos desse sentimento, se não houver motivo para tal.

 

7 - Atração, química e física

Uma mãe e um filho que partilham um amor com uma atração física que precisam de controlar, uma estranha atração por alguém muito mais velho ou muito mais novo, que se encontra numa situação de compromisso, a atração estranha por aquele amigo de infância que é do mesmo sexo, a química entre um professor e um aluno, um padre e uma cidadã... Os amores impossíveis existiram sempre, ao longo da História, dando vida aos romances e à ficção, como retratos que são da vida real. Nem todos se justificam através da partilha de vidas passadas, mas uma atração que de algum modo representa um tabu pode, sem dúvida, indiciar duas almas que já partilharam uma forte intimidade. 

10 sinais que indicam que tem um relacionamento com uma Falsa Alma Gémea

 

É relativamente comum que encontremos uma Falsa Alma Gémea - um alma que surge na nossa vida com uma intensidade inexplicável, criando um relacionamento que parece ter sido escrito nas estrelas mas que, logo desde o início, cria mais amargura que leveza e mais desespero que plenitude - afastando-se radicalmente daquilo que é um encontro entre Almas Gémeas.

Como saber se essa pessoa é a sua Falsa Alma Gémea?

1 - Em primeiro lugar, a Numerologia dá-nos uma pista muito útil. Some os números que compõem a sua data de nascimento e reduza-os a um único dígito. Faça o mesmo para a outra pessoa. Depois, some os dois dígitos. Se o resultado obtido for 11 ou 8, preste uma atenção redobrada pois são números associados a traumas cármicos. Não são o único fator que indica este tipo de relacionamento, mas quando a soma dos caminhos de vida de duas pessoas perfaz como total um destes números é bastante provável que tenham carmas a cumprir juntos.

2 - A Falsa Alma Gémea é alguém que o abandona regularmente, encontrando sempre pretextos para terminar a relação, para se afastar, ou desaparecendo sem dar notícias, simplesmente.

        Uma Falsa Alma Gémea nunca procura passar longos períodos de tempo consigo.

3 - Esta pessoa mente-lhe.

Uma Falsa Alma Gémea não quer que a conheça verdadeiramente, e por isso será sempre uma pessoa evasiva, pouco clara e muitas vezes contraditória naquilo que conta a respeito de si própria.

Esta pessoa não quer que a conheça porque recebe tanto amor da sua parte, sem ter de retribuir com algo verdadeiro, que tentará sempre tirar de si o máximo amor possível, sem se comprometer.

4 - Esta pessoa não partilha os mesmos planos para o futuro que você, e muitas vezes nem partilha consigo os seus verdadeiros planos em relação ao futuro.

5 - Esta pessoa não partilha consigo os mesmos valores, nem se mostra interessada em explorar consigo uma ligação espiritual.

É importante lembrar que as Almas Gémeas verdadeiras têm uma missão conjunta que visa melhorar o Mundo, elevando a energia universal cósmica. Sempre que há o encontro de duas Almas Gémeas verdadeiras, ambas terão interesse em explorar juntas a sua espiritualidade, aprofundando-a, sendo muitas vezes também frequente a vontade de fazer um trabalho espiritual que ajude a comunidade.

6 - Esta pessoa vai sempre tentar esconder quem realmente é.

Mesmo que a "encoste à parede" ou a confronte com factos inegáveis, esta pessoa vai sempre ser evasiva, negar situações e esconder a sua verdadeira personalidade.

7 - A Falsa Alma Gémea nunca deixa que a conheça profundamente.

Faça o que fizer, terá sempre a sensação que não conhece esta pessoa de verdade, havendo sempre "zonas cinzentas" e muitos factos por explicar em relação à sua vida.

8 - Esta pessoa não o ajuda a desenvolver os seus planos para o futuro nem mostra qualquer interesse em fazer parte deles. 

9 - A ausência de compromisso em tempos difíceis.

Quando surgem dificuldades, a verdadeira Alma-Gémea fortalece o compromisso consigo - mesmo que "fuja" (é comum que as Almas Gémeas enfrentem fases de fuga de uma, ou de ambas as partes, até estarem as duas prontas para a união) existe sempre certeza nos sentimentos que demonstra ter por si. Após um período de tempo partilhado, que geralmente tem uma certa duração, o afastamento é caraterizado pela tristeza sentida por ambas as partes. A Falsa Alma-Gémea, pelo contrário, afasta-se sempre que existem dificuldades, cortando radicalmente a ligação, após encontros que raramente são prolongados.

10 - Esta pessoa não o faz sentir-se bem, amado e aceite exatamente como é.

A sua verdadeira Alma Gémea é alguém com quem experimenta um sentimento de familiaridade que nunca sentiu em nenhuma outra relação anterior. Com uma Falsa Alma Gémea, dentro de si não existe esse sentimento de paz. Pelo contrário, sente-se desconfortável, inseguro e angustiado quando não está com essa pessoa, e mesmo quando está com ela tem tanto medo de perdê-la que não consegue descontrair. Tende a desenvolver sentimentos e comportamentos auto-destrutivos, o que é exatamente o oposto do propósito da relação com a sua verdadeira Alma-Gémea.

 

A Falsa Alma Gémea surge na sua vida numa altura em que precisa de desenvolver maior amor por si mesmo, em que precisa de conhecer-se melhor e definir melhor os limites em qualquer relacionamento com os outros.

A Falsa Alma Gémea surge na sua vida quando precisa de ser DESPERTADO.

A verdadeira Alma Gémea surge na sua vida quando está pronto para ASCENDER.

A Alma-Gémea existe?

Já alguma vez lhe aconteceu encontrar uma pessoa e, ao vê-la pela primeira vez, sentir que compreende perfeitamente aquilo que dizem os seus olhos, a sua pele, as suas mãos? É uma emoção difícil de definir, em que tudo nessa pessoa nos toca e mexe connosco, sem que para isso possamos apresentar qualquer explicação.

É como se aquela pessoa fizesse parte de nós, é uma sensação estranha, mas maravilhosa ao mesmo tempo, que nos faz sentir completos. Mas, por outro lado, pensamos: “como é possível sentir tamanha atracção e complementaridade por uma pessoa totalmente desconhecida para mim?”

Se já passou por uma situação destas provavelmente já se cruzou com uma das suas Almas Gémeas.

Em determinadas reencarnações somos divididos numa parte feminina e noutra masculina, e a partir daí andamos sempre à procura da nossa outra parte. O amor transcendental acontece quando encontramos uma outra parte de nós próprios, e em cada vida temos a missão de a encontrar. Quando isso não acontece, o coração fica triste e sofre.
Pode dar-se o caso de numa só encarnação encontrarmos duas, três ou mais Almas Gémeas. É através do amor que acumulamos experiências aprendidas em muitas vidas. Somos responsáveis por todas as outras partes de nós próprios que estão espalhadas pelo mundo, temos a obrigação de sermos o nosso melhor amigo e procuramos ser felizes. 

Em cada reencarnação devemos juntar-nos a, pelo menos, uma parte de nós próprios, ainda que seja por momentos. Esse amor será tão intenso e verdadeiro que ficará gravado nos nossos corações até ao resto da nossa existência. 

Se gostava de encontrar a sua alma gémea, abra o seu coração e chame-a para que ela venha até si. Quanto maior for o conhecimento que tem de si próprio mais fácil será atrair e identificar a sua alma gémea. Tenha presente que em grande parte esta pessoa é igual a si, por isso, se não se
aceitar a si próprio e não se conhecer devidamente, como poderá reconhecer e aceitar a outra parte de si mesmo?

As leis do Karma: o que fiz eu para merecer isto?

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Destino

"Isto é Karma!" é uma das expressões que todas as pessoas já ouviram, ou já disseram, pelo menos uma vez na vida. Sempre que um acontecimento que nos irrita ou aborrece se repete de forma inesperada ou até imprevisível, temos tendência para delegar responsabilidades num passado remoto, numa espécie de castigo por algo que  não temos memória consciente de ter feito. Mas afinal, o que é o Karma?

Por "karma" (também escrito "Carma") entende-se "acção" ou "causa": a energia que é gerada pelas nossas acções numa vida, repercutindo-se noutras vidas. A palavra Karma deriva do sânscrito e surgiu associada ao Budismo e ao Hinduísmo, sendo mais tarde adoptada pelo Espiritismo. Também a Cabala — filosofia que tem origem no Judaísmo — defende a existência da vida após a morte, acreditando que a alma regressa à Terra tantas vezes quantas forem necessárias para completar o seu Tikkun (termo associado ao Karma), superando sempre as provas que recebe como consequência dos seus actos.

Segundo a Lei do Karma, cada uma das nossas acções gera uma reacção ou um efeito, razão pela qual temos de "pagar" por cada acção negativa que praticamos, ou algo a "receber" por cada acto positivo. Neste último caso, trata-se do Dharma – aquilo que temos a receber pelas boas acções praticadas.

Tanto o Budismo como o Hinduísmo defendem que a alma encarna ao longo de sucessivas vidas, visando sempre a evolução espiritual. Para que esta possa acontecer, a alma tem de superar provas e ultrapassar desafios, para que a sua aprendizagem possa acontecer, fazendo a alma evoluir e crescer até chegar à Luz. Assim, as acções que praticamos numa encarnação têm uma consequência, que geralmente nos confronta numa encarnação futura.

Assumindo como verdadeira a teoria da Reencarnação, existente desde as civilizações e filosofias mais antigas, aquilo que vivemos em cada uma das nossas encarnações terá repercussões nas encarnações seguintes.

Antes de encarnar, a alma "escolhe" aquilo que virá fazer e aprender na encarnação que se lhe apresenta. O livre-arbítrio, contudo, faz com que este "esquema prévio" não determine a vida que vamos viver. Embora sejamos confrontados com os desafios que "escolhemos" antes de encarnar, cabe-nos sempre a nós escolher a forma como os encaramos. É claro que pessoas que vivem uma vida de miséria ou atravessam situações traumáticas se podem facilmente insurgir contra esta ideia "Então mas eu escolhi ser pobre?", "Aquela mulher escolheu ser vítima de violação?", mas para poderem compreender esta dinâmica têm de se distanciar e ver a vida numa perspetiva mais abrangente: se somos almas que sucessivamente encarnam, o nosso propósito e a nossa essência é MUITO maior do que aquilo que hoje vivemos. A pobreza, as injustiças, a dor, são apenas um episódio, que diz respeito ao presente, o momento que conta AGORA, mas a totalidade do nosso ser é muito maior que isso. De acordo com a Lei do Karma e da Reencarnação, a alma escolhe, conscientemente, os desafios que lhe irão proporcionar as maiores oportunidades de crescimento. Assim, uma pessoa que, imaginemos, viveu como um poderoso magnata noutra vida, e que não soube dar valor à riqueza que possuía, desperdiçando-a ou usando-a para subjugar outros, irá reencarnar numa condição de pobreza, para que possa aprender a dar valor ao dinheiro e a respeitar os outros. O Karma não é um castigo – é uma oportunidade de aprendizagem.

 

Padrões Kármicos

Por representarem desafios difíceis, nem sempre superamos, à primeira, um acontecimento kármico. Por essa razão, é frequente depararmo-nos, ao longo da nossa vida, com padrões que se repetem, com acontecimentos que nos marcam e que são muito semelhantes a outros que já vivemos, e que já nos fizeram sofrer anteriormente. Estes acontecimentos irão repetir-se sempre, ao longo da nossa vida e, se não forem aprendidos, de outras encarnações, até aprendermos essa lição.

Assim, para superar o Karma, é necessário em primeiro lugar compreender que lição aquele acontecimento, ou pessoa, nos está a querer ensinar. Depois, é necessário aceitar e perdoar, fazendo de outra maneira desta vez. A aceitação não é resignação, assim como perdoar não é condescender que a outra pessoa tem razão. Ao perdoarmos libertamo-nos, acima de tudo, a nós próprios, e só assim podemos viver sem esse peso nos ombros.

 

Relacionamentos Kármicos

É no terreno dos relacionamentos – amorosos e familiares - que o Karma mais se faz sentir, pois é nas relações que temos com os outros que mais aprendemos e, também, que mais erramos e temos para aprender.

A família é um dos mais importantes elos Kármicos que temos, pois geralmente escolhemos encarnar com outras almas que nos acompanham ao longo de encarnações sucessivas, sendo geralmente aquelas com quem temos mais assuntos para resolver aquelas que, nesta vida, encarnam na pele de nossa mãe, pais, irmãos. Mas as relações familiares nem sempre são kármicas – podem existir almas "novas", que ainda não conhecemos antes. Podem, também, ser "companheiros de alma", almas com quem tivemos boas experiências noutras vidas, que agora encarnam connosco para que possam estar ao nosso lado e facilitar-nos a nossa caminhada sempre que precisarmos de ajuda. De um modo geral, as pessoas que compõem uma família são almas que estão num estádio de evolução espiritual idêntico. Geralmente, existe um propósito comum, que faz com que esse grupo de almas encarne associado. Por estarem vinculadas pelos laços de sangue, é entre estas almas que surgem os mais íntimos conflitos, e são eles que maiores aprendizagens nos proporcionam, já que muitas vezes apresentam as provas mais difíceis de superar. Um amigo ou um parceiro amoroso podem ser erradicados da nossa vida e finalmente esquecidos, mas mesmo que não haja um contacto físico ninguém esquece a mãe, o pai, um irmão – ou a ausência dele. E quer a sua presença quer a sua ausência são, sem dúvida, importantes mestres na nossa evolução espiritual. É muito frequente reencarnarmos tendo com familiares chegados aqueles que, noutra vida, nos fizeram mal, ou a quem nós fizemos mal, para termos a oportunidade de, nesta vida, reparar o mal que foi feito, corrigindo-o. Por essa razão, ao alimentar quezílias familiares e rancores, estamos apenas a agravar o nosso Karma, pois se não resolvermos essas questões agora seremos confrontados com elas mais tarde, até as ultrapassarmos.

 

Dívidas Kármicas

Existem pessoas que surgem na nossa vida de forma aparentemente mágica, pontual, como se viessem cumprir uma missão. De acordo com a teoria da Reencarnação, vêm mesmo. Ao longo das nossas vidas podemos, com as nossas acções, criar dívidas kármicas – quando alguém nos faz um favor, quando faz algo especial em nosso benefício, ficamos em dívida para com essa alma, e mais tarde voltaremos a cruzar-nos com essa pessoa, numa situação em que possamos nós fazer algo por ela, retribuindo-lhe o favor. Do mesmo modo, quando desejamos fazer algo e não o concretizamos, criamos uma Dívida Kármica para connosco, que teremos de "pagar" mais tarde ou mais cedo na nossa evolução. Se quis agradecer algo a alguém e não teve possibilidade de fazê-lo, voltará provavelmente a reencontrar essa alma noutra vida, para que possa cumprir a Dívida Kármica com que ficou para com ela.

 

O merecimento e o perdão

Seja qual for a situação que a sua vida lhe apresenta, ou apresentou, procure vê-la sempre a uma escala maior. Não veja o Karma como algo fatalista a que não pode escapar, pois o nosso livre-arbítrio pode sempre alterar o curso dos acontecimentos que estavam destinados de uma certa maneira. A Lei do Karma serve o propósito da evolução e da aprendizagem, e ela existe para que possamos superar os desafios que nos permitem melhorar. Encare sempre cada situação como parte do todo das suas vidas, procure encontrar a lição que tem para aprender e, ao fazê-lo, aceite o passado, pense que na altura fez o melhor que podia e sabia segundo as circunstâncias, e siga em frente.

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Regressão...vidas passadas

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Uma viagem em marcha-atrás

 

E se pudéssemos voltar atrás no tempo? Se pudéssemos viajar, como num filme, e reviver a nossa infância, a adolescência, resgatar memórias de episódios perdidos no tempo? E se fôssemos ainda mais longe, e conseguíssemos reencontrar os registos de vidas que vivemos noutros séculos, noutros lugares, muito antes desta que agora temos? A Regressão, uma terapia que com a abertura e a divulgação crescente de temas que antes eram hermeticamente guardados entre círculos restritos está cada vez mais na moda, oferece a  possibilidade de ir à raiz de medos, bloqueios e comportamentos, permitindo conhecer a causa e, dessa forma, erradicar o problema.

 

De acordo com a teoria da Reencarnação, a alma encarna sucessivas vezes com vista à sua evolução e aprendizagem. No entanto, no decurso de cada uma delas as acções criam efeitos nem sempre fáceis de gerir ou integrar de forma saudável e positiva, criando o Karma. Um trauma vivido com intensidade pode, por exemplo, repercutir-se em vidas seguintes, criando uma fobia inexplicável ou uma atracção misteriosa por determinadas pessoas ou situações. A terapia de Regressão a vidas passadas permite, através da hipnose, aceder a gavetas escondidas na mente, onde se encontram os registos de tudo aquilo que a alma viveu, vida após vida, e que a consciência silencia quando encarnamos.

Tendo por base a ideia que muitas das situações que vivemos são consequências de acções passadas, se formos em marcha-atrás até ao tempo onde essas situações se originarem podemos compreendê-las e, fazendo-o, podemos interiorizar os seus ensinamentos e libertar-nos finalmente delas.

Uma pessoa que tenha fobia a tambores pode, por exemplo, ter tido noutra vida uma experiência traumática a eles associada, como ter visto um membro de família ser executado ao som dos mesmos. Uma pessoa que, estranhamente, se sente atraída por pessoas de etnia cigana pode, noutra vida, ter sigo um cigano, ou ter vivido um relacionamento intenso com  um, sem ter tido a possibilidade de viver em pleno esse amor ou de realizar a totalidade dessa experiência enquanto pessoa desse povo.

A Regressão a vidas passadas é uma terapia que averigua a origem de medos, fobias, comportamentos e situações com vista ao seu tratamento. É feita por um terapeuta especializado, sendo muitas vezes um Psicólogo que se especializou na Hipnoterapia e no estudo de vidas passadas. Este terapeuta começa por estudar a vida da pessoa que faz a consulta, traçando um quadro geral que possa direccionar a Regressão para os aspetos que são mais urgentes e que mais necessitam de ser tratados.

 

E se eu não tiver problemas?

Uma pessoa não precisa de se queixar de um bloqueio ou "problema"para ir a uma  ou mais consultas de Regressão. Ao permitir uma viagem ao passado, ela ajuda-nos a compreender melhor quem somos, quem é a nossa alma, e a conhecer melhor toda a nossa dimensão espiritual. Qualquer pessoa adulta pode fazer uma consulta de Regressão.

 

Como funciona a consulta de Regressão?

Após a análise geral da personalidade da pessoa e das situações mais relevantes da sua vida, o terapeuta procede a uma hipnose, em que o estado de consciência é induzido de forma a que a racionalidade "adormeça" o suficiente para que possam aflorar os conhecimentos que estão escondidos na parte inconsciente do nosso cérebro.

Esta hipnose é sempre feita de forma gradual e com o consentimento prévio do paciente. Numa primeira sessão é normal que o transe não seja muito profundo, variando consoante a consciência do paciente o permita. Embora haja pessoas que têm maior facilidade de "entrega" e relaxamento, deixando-se induzir mais facilmente, a maioria das pessoas tem alguma dificuldade em relaxar por completo numa primeira sessão, mantendo assim um estado ligeiro de transe. À medida que se avança na terapia, com a prática, a mente tem cada vez maior facilidade em aceder a memórias, sentindo com maior intensidade e sendo capaz de identificar formas, lugares, pessoas, cheiros, sons e sabores.

Mesmo que apenas por curiosidade, a Regressão é uma viagem curiosa, feita ao interior de nós mesmos. Durante a Hipnose, o terapeuta induz o paciente a um estado de relaxamento, direccionando-o para situações do passado e pedindo que o paciente lhe relate aquilo que vê enquanto está nesse estado alterado de consciência. O terapeuta pode optar por gravar aquilo que é dito pelo paciente, para que mais tarde possam trabalhar esse registo em conjunto e encontrar as pistas que solucionam as questões que o levaram à consulta. Nunca nada é feito contra o paciente, nem sem o seu consentimento, pois a mente é prodigiosa, e o nosso consciente, ainda que um tanto adormecido, jamais revela aquilo que não quer revelar, ou que o paciente ainda não está preparado para saber.

Com um tempo de duração limitado previamente pelo terapeuta, consoante o grau de profundidade da sessão de Regressão, o paciente é, finalmente, induzido a regressar gradualmente ao estado de consciência, sendo que o terapeuta o induz a recordar tudo aquilo que reviveu, viu ou sentiu durante o transe, ao acordar. Assim, quando finalmente o paciente regressa ao estado normal de consciência, consegue recordar tudo aquilo que experienciou e, ao discuti-lo e analisá-lo com o terapeuta, consegue compreender muitas situações que vive hoje em dia e que têm sido recorrentes na sua vida.

 

A Regressão pode curar?

A Regressão a vidas passadas é especialmente útil e benéfica para ultrapassar perdas afectivas, físicas ou não, pois permite compreender o porquê de elas terem acontecido. Permite, também, compreender a origem de vícios, libertando-se deles, assim como de fobias, medos inexplicáveis e obsessões. É terapêutica no tratamento de sintomas físicos sem causa aparente, ajudando a ultrapassar situações traumáticas e a vencer distúrbios de comportamento, alimentares ou outros, assim como padrões emocionais destrutivos e relacionamentos nocivos.

Muitas vezes a viagem leva-nos a lugares diferentes daqueles onde supúnhamos ir, porque a nossa mente direcciona-nos sempre para aquilo que é mais premente resolver, aquilo que neste momento da nossa vida mais precisa de atenção.

 

E não será fruto da minha imaginação?

Os mais cépticos têm dificuldade em aceitar que aquilo que uma pessoa revive durante uma Regressão possa ter um fundo de verdade. A experiência da Regressão é tão única e individual como a mente de cada um. Mesmo que fosse um produto da imaginação, porque razão a sua mente criaria aquela imagem em particular, e não outra? De onde nasceu esse registo? A mente recorda aquilo que já viu ou viveu, e qualquer imagem que surja nela foi anteriormente lá posta… assim, a origem das memórias a que acedemos numa Regressão será sempre tão misteriosa como a complexa teia de fios que compõe a mente humana. Atreve-se a fazer essa viagem ao mais profundo de si?

 

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Há vida depois da morte?

Na sua opinião há vida depois da morte? Veja o que os estudiosos dizem sobre o assunto!

 

Ninguém sabe ao certo para onde vai a alma quando o corpo morre. A morte é um dos maiores mistérios que existem e é talvez o desafio com que temos maior dificuldade em lidar.

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Muitas correntes de pensamento acreditam que quando morremos apenas o corpo deixa de existir, pois a alma continua viva, prosseguindo a sua caminhada espiritual.

Estas teorias são muito antigas, remontando a tempos primitivos, desde que o Homem separou a ideia de alma do corpo. Os egípcios acreditavam na vida depois da morte; o filósofo grego Pitágoras foi um dos defensores da reencarnação, na Antiguidade.

Segundo a teoria que acredita e defende a reencarnação, o propósito de toda a vida é a evolução das almas, que vão reencarnando sucessivamente e que em cada vida aprendem lições e superam desafios que as levam a crescer e a evoluir, até alcançarem a Luz original, de onde vieram e para onde se encaminham, evoluídas.

Por essa razão, muitas pessoas sentem a presença de entes queridos que partiram deste Mundo e que ainda não voltaram a encarnar; segundo essa teoria, quando a alma deixa o corpo físico mantém-se um tempo “a pairar” até voltar à Terra, noutro corpo e noutra vida.

Estas mesmas teorias defendem que, antes de encarnarmos, escolhemos a vida que vamos viver, as pessoas com quem vamos reencarnar, as situações que vamos ter de enfrentar.

Aquilo que escolhemos não é, na maior parte das vezes, fácil, mas é aquilo que é necessário para nós, para podermos aprender as lições que temos de aprender.

Quando eu digo que o momento mais importante da sua vida é agora, pense que as suas ações de hoje podem condicionar o seu futuro, não só nesta vida mas, quem sabe, numa vida futura…

 

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Vidas passadas e Reencarnação

Existem no Mundo muitos movimentos e pessoas que acreditam na reencarnação. Para cada pessoa, a reencarnação tem um significado diferente, pode ser uma teoria, uma crença, uma filosofia, ou simplesmente uma forma de vida. Através da reencarnação encontramos explicação para algumas ocorrências inexplicáveis da nossa vida.

Com as vidas passadas aprendemos que aquilo que fazemos hoje terá repercussões nas nossas vidas futuras. Devemos proceder com retidão e honestidade para podermos construir uma futura reencarnação livre de um Karma pesado.

 

O que significa reencarnar?

A reencarnação significa que após a morte a alma deixa o corpo e prepara-se para regressar à vida, mas através de outro ser.

As circunstâncias em que se dá esse regresso e o ambiente em que vai viver são determinadas pela evolução e progressos alcançados em vidas anteriores.

 

A personalidade de cada indivíduo é uma síntese dos acontecimentos que ocorreram em vidas passadas. Este ser reencarnado irá nascer no meio e nas circunstâncias que forem mais favoráveis ao seu desenvolvimento.

A vida é muito mais do que aquilo que os olhos observam e vai muito além dos nossos sentidos. Quando durante esta encarnação praticamos o bem, estamos a criar um Karma positivo, tanto para esta vida, como para vidas futuras.

Fazer bem é começar por sermos o nosso melhor amigo, tratarmo-nos bem, sermos gentis para connosco, termos pensamentos positivos a nosso respeito, sabermos cuidar de nós.

Se as pessoas soubessem tomar conta delas próprias, o Mundo seria bem melhor, haveria muito menos gente para cuidar.

Quem se ama e respeita, não se deixa a si próprio cair no abandono, trata-se com respeito independentemente das circunstâncias em que se encontra nesta encarnação. 

 

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Como atrair a sua alma gémea?

O verdadeiro Amor transforma os seres humanos! Quem ama sabe ouvir o som das estrelas e a melodia do mar. Amar é transcender-se a si próprio e fazer algo de grandioso pelo ser amado, não há nada de mais maravilhoso do que nos unirmos à nossa Alma Gémea e através dela a Deus. É através da união que se fundem as Almas anteriormente separadas e assim o princípio e o fim tocam-se e acontece a eternidade.

 

Quando conhecemos uma pessoa pela primeira vez e sentimos, o que dizem os seus olhos as suas mãos, tudo nessa pessoa mexe connosco, chegamos mesmo a pensar: “Não sei definir o que sinto! Sinto o que diz a sua pele o seu cheiro e as vibrações mais subtis, é como se aquela pessoa fizesse parte de mim, é uma sensação estranha, mas maravilhosa ao mesmo tempo e sinto-me completa, mas como é possível sentir tamanha atração e complementaridade por uma pessoa totalmente desconhecida para mim. A minha vontade é correr e lançar-me nos seus braços.”

Se já passou por uma situação destas é porque se cruzou com uma das suas Almas Gémeas. Em determinadas reencarnações somos divididos   numa parte feminina e noutra masculina,  andamos sempre à procura da nossa outra parte. O amor acontece quando encontramos a outra parte de nós próprios, em cada vida temos a missão de encontrar uma dessas partes que é a nossa Alma Gémea. Quando isso não acontece, o coração fica triste e sofre. Pode-se dar o caso de em uma só encarnação encontrar-mos duas, três ou mais Almas Gémeas. É através do amor que acumulamos experiências aprendidas em muitas vidas. Somos responsáveis por todas as outras partes de nós próprios que estão espalhadas pelo mundo, temos a obrigação de sermos o nosso melhor amigo e felizes. Se não o formos ficamos infelizes assim como as restantes partes de nós, “as nossas almas gémeas”.   

Em cada reencarnação devemos pelo menos juntarmo-nos a uma parte de nós próprios ainda que seja por momentos. Esse amor será tão intenso e verdadeiro que ficará gravado nos nossos corações até ao resto da nossa existência. Se isso não acontecer seremos condenados ao pior dos males, a solidão.

 

Como atrair a sua Alma Gémea

Se tem um grande desejo de encontrar a sua alma gémea, abra o seu coração e chame-a para que ela venha até si.

Quanto maior for o conhecimento de si própria mais fácil será atrair e identificar a sua alma gémea. Tenha presente que se ela é a sua alma gémea isto quer dizer que ela em grande parte é igual a si, se não se aceitar a si própria e não se conhecer devidamente, como poderá reconhecer e aceitar a outra parte de si mesma?

Mesmo pensando que receberá com alegria a sua alma gémea, até hoje isso não se verificou, esta situação poderá ter acontecido por duas razões: por não estar emocionalmente preparada para a deixar entrar na sua vida, porque ainda tem muito trabalho de cura espiritual para fazer, ou seja ainda não se aceitou a si própria tal como é.

Outra das razões pode ser que o seu estilo de vida não lhe permita ter espaço para ela.

Para atrair a alma gémea além de estar predisposta para que tal aconteça é necessário que efetivamente na sua vida haja lugar para ela.

 

Exercício para atrair a Alma Gémea

Duração 30 minutos

 

Para atrair a sua Alma Gémea é necessário proceder como se ela já estivesse a fazer parte da sua vida. O seguinte exercício faz parte da posição mental e espiritual que deve adotar para atrair a sua Alma Gémea.

 

 

. Escolha um compartimento da sua casa, onde haja luz natural

 

.  Sente-se numa cadeira confortavelmente

 

. Coloque uma música suave, que faça apelo ao amor

 

. Mentalize que está a limpar-se de todo o tipo de impurezas e energias negativas

 

. Encha o seu coração de amor, alegria e paz

 

. Agora está pronta para partir alegremente ao encontro da sua alma gémea. (Imagine a seguinte cena)

 

. Feche os olhos, veja-se no seu local de trabalho, imagine que a sua alma gémea lhe telefona e você fala com ela naturalmente, estão a combinar um encontro para mais tarde.

 

. Ao terminar o seu dia de trabalho sai do edifício e encontra-se com a sua alma gémea.

 

. Vão jantar ao restaurante dos seus sonhos, o jantar corre da melhor maneira, estão ambos muito felizes por estarem juntos.

 

. A sua alma gémea propõe-lhe passar fora o próximo fim de semana, você fica radiante.

 

. Vão para um local paradisíaco, passeiam de mão dada junto ao mar, ouvem o bater das ondas na areia e sentem a brisa fresca do mar acariciar os vossos rostos.

 

. Quando voltam ao hotel onde foram passar o fim de semana, é pedida em casamento, fica radiante.

 

. Ambos estão felizes por finalmente poderem estar juntos.

 

. Se quiser pode continuar o exercício até serem velhinhos e continuando sempre juntos e felizes.

 

. Quando terminar o exercício abra calmamente os olhos e retome a sua vida normal.

 

. Faça este exercício com frequência e acabará por encontrar a sua alma gémea.  

 

 

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