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Consultório de Astrologia

Os 7 princípios do tango que ajudam a melhorar qualquer relacionamento

 

A 11 de Dezembro assinala-se o Dia Internacional do Tango.

São precisos dois para dançar o tango, como se costuma dizer. Esta é chamada a dança da paixão, porque nela os dois intervenientes estão envolvidos numa fusão que requer entrega ao momento e que se desenrola em passos que insinuam uma forte intimidade. Enquanto dança, o Tango requer a aprendizagem de alguns princípios - e eles podem ser usados para melhorar qualquer relacionamento - porque o tango só se dança veradeiramente quando as duas pessoas conseguem encontrar uma total conexão uma com a outra, renovada a cada passo que é dado.

O tango é uma dança apaixonada, envolvente, que une duas pessoas numa química que parece perfeita enquanto atravessam a sala. Aprender a dançar o tango ajuda a ter maior consciência de si próprio e a melhorar a sua capacidade de se relacionar intimamente com outra pessoa. E, quando os principais passos do tango são aplicados na forma como vive o seu relacionamento amoroso, eles ajudam a conhecer melhor os seus limites e a aperfeiçoar a confiança, questões relacionadas com o poder e o domínio, aproximação e afastamento - que fazem parte da dinâmica de qualquer casal.

Os 7 passos do tango que contribuem para aumentar a intimidade de um casal (que vai além da vida sexual):

1 - O eixo individual

Estar equilibrado é essencial para ser capaz de se mover em cada direção, tanto a nível físico como emocional. O seu eixo é o seu centro de poder. Se estiver sempre dependente do seu parceiro para ter equilíbrio estará limitado na sua expressão criativa. Ainda assim, pode levar anos até aprender a ter o seu próprio equilíbrio, sentindo-se livre e dono de si, mesmo enquanto está nos braços de outra pessoa.

No tango, como numa nova relação amorosa, é preciso algum tempo até encontrar o seu equilíbrio com um novo par, e no período inicial é geralmente a pessoa com uma personalidade mais dominante aquela que marca o passo. À medida que o tempo progride e a confiança se aprofunda, é fundamental que ambos encontrem e mantenham o seu eixo pessoal - ele encontra-se ao ganhar maior consciência da sua própria estabilidade pessoal, o que permite a ambos ter uma ligação um com o outro mas, também, uma ligação ao seu próprio corpo.

 

2 - A conexão

A conexão é a chave no tango, em que dois corpos se movem como um só. O mistério do tango reside neste laço implícito, que assenta numa relação física e mental. O corpo, assim como o coração, é ao mesmo tempo expressivo e receptivo. Assim que a mente se silencia, o nosso corpo ajusta-se inconscientemente ao parceiro. Não existe aqui uma guerra pelo poder, apenas força e redenção. O mesmo acontece numa relação amorosa, em que a relação que criamos com o nosso parceiro nos ajuda a estar em harmonia com as suas necessidades emocionais e a compreender os seus humores. Não estamos a "fazer", mas antes a "ser" - e, nesse estado, a sabedoria inata do nosso corpo mantém-nos ligados ao nosso parceiro. A relação com o outro funciona como o maior alívio para o stress e a ansiedade, fazendo-nos sentir felizes e em paz.

 

 

 

3 - O abraço

O tango une a energia masculina (mesmo que seja dançado por duas mulheres, como na famosa cena do filme Frida) e a energia feminina nas suas definições arquetípicas. Cada pessoa brilha na sua força pessoal mas está interligada e interdependente da outra, num abraço que estreita a partilha. No abraço, cada um presta atenção ao outro, para poder compreender as suas intenções e movimentos. Tanto o parceiro que guia como o que é guiado aprendem a conhecer-se bem - a magia do abraço cria essa conexão silenciosa que tudo reconhece.

Através desta dinâmica, compreenderá o seu par também na sua relação amorosa, percebendo a forma como procura o seu coração, a sua mente, o seu corpo. Compreenderá se é visto pelo outro como uma conquista, um igual, ou alguém que o segue. Compreenderá a sua confiança, o seu egoísmo e as suas fragilidades, percebendo aquilo que ele procura e o que receia.

 

4 - O que lidera e o que segue

No tango há sempre um que lidera a sequência dos passos e que atravessa a sala em colaboração com a liberdade do ritmo do outro. O papel masculino é o daquele que comanda, o feminino é o que segue, respondendo ao passo e embelezando-o com os seus movimentos. Os praticantes mais avançados sabem como seguir os movimentos da mulher, fluindo em união com ela, apesar de ser o homem a comandar. Como tal, compreende-se que aquele que segue (a mulher) é, de uma forma subtil, também aquele que comanda.

Aplicando este princípio às relações amorosas, é preciso compreender que a interdependência latente no tango implica que cada um de nós seja capaz de manter a sua estrutura (o seu eixo pessoal) sem perder o equilíbrio mas respondendo sempre ao impulso do outro. Muitas vezes, a mulher move-se para trás, outras vezes de olhos fechados. Para fazê-lo, é necessário que sinta o corpo do parceiro e seja capaz de intuir os seus movimentos, estando profundamente conectada à música e confiando na capacidade dele em guiá-la. Numa relação, tanto a mulher como o homem precisam de ter confiança no outro e na sua capacidade de ser guiado por ele, e de estar realmente focados na "música" da relação e naquilo que se passa em seu redor.

Aquele que lidera, no tango, tem como função proteger o corpo do que segue, procurando criar uma boa experiência para a mulher, que por sua vez a faz ecoar, amplificando os passos dados pelo homem. A mulher reflete não só os passos do homem como acrescenta a sua própria criatividade, unindo a sua musicalidade à do homem para dar à dança a alma que lhe conhecemos.

Tal como acontece no tango, também nas relações amorosas há uma partilha de poder. Quando maior for a harmonia e sincronicidade do casal, mais naturais são os seus passos e mais espontânea é a comunicação entre ambos. Se o homem, ou a pessoa que está numa posição de liderança, marca a sequência e o ritmo sem "ouvir" o outro, está a dominá-lo. É quando aquele que lidera sabe ajustar-se ao ritmo do outro que a relação realmente se desenrola com união e beleza.

 

 

5 - União e afastamento

Há uma dinâmica de união e afastamento nos passos do tango, que implica trocas de poder e que mexe com a estabilidade pessoal, fazendo com que a pessoa se perca e depois volte a encontrar-se, avançando entre o dar e o receber. A união implica a proximidade com o outro, a total sensibilidade ao outro. É na união que se define a essência do tango e que distingue esta dança, na intimidade, sensualidade e entrega de alma que a carateriza. Mesmo quando o casal se afasta, é como um abraço que se abre, pois continuam ambos a estar unidos.

Nas relações amorosas é fundamental manter esta dinâmica entre proximidade e afastamento, permitindo uma total intimidade com o par, que faz com que mesmo na distância essa união se mantenha.

 

6 - A improvisação

Muitas vezes, o movimento assenta numa escolha feita de forma intuitiva. A mente consciente e a mente inconsciente unem-se para recriar a dança a partir dos passos que estão estabelecidos. A liberdade de movimentos reside na nossa capacidade de mudar de rumo a qualquer momento. Pode surgir de forma natural, ou como uma competência que se desenvolve com a prática. Ao manter a sua estrutura forte e os seus joelhos flexíveis consegue manter sempre o centro, mesmo improvisando novas direções. Nas relações amorosas, esta autonomia é alcançada através do poder do perdão. O perdão desbloqueia a nossa liberdade pessoal, permitindo-nos mudar de direção a qualquer momento.

 

7 - A força fora do eixo

Quando um par se aperfeiçoa no tango, desenvolve a sua conexão e confiança para recriar os movimentos. Isso implica tanto uma forte consciência de si próprio como a confiança no parceiro. Nas trocas fora do eixo, o homem tira o equilíbrio da mulher ao suportar o peso do seu corpo, através do abraço. Estes movimentos partem sempre daquele que lidera; a mulher (ou o que segue) confia na força do outro para lhe dar liberdade para criar movimentos intensos e dramáticos. Ao manterem as suas próprias estruturas individuais e através da comunicação não-verbal conseguem, juntos, criar arte, para além de qualquer fronteira anteriormente definida. Juntos, alcançam um resultado que vai além do que cada um alcançaria sozinho.

Também os relacionamentos amorosos requerem prática, paciência e perseverança, assim como uma forte base de confiança. Num relacionamento tóxico, esta dinâmica torna-se uma armadilha. Mas num compromisso saudável damos sem medo de nos perdermos de nós, e a intimidade emocional surge de forma natural, sem esforço - tal como um tango bem dançado.

10 sinais que indicam que tem um relacionamento com uma Falsa Alma Gémea

 

É relativamente comum que encontremos uma Falsa Alma Gémea - um alma que surge na nossa vida com uma intensidade inexplicável, criando um relacionamento que parece ter sido escrito nas estrelas mas que, logo desde o início, cria mais amargura que leveza e mais desespero que plenitude - afastando-se radicalmente daquilo que é um encontro entre Almas Gémeas.

Como saber se essa pessoa é a sua Falsa Alma Gémea?

1 - Em primeiro lugar, a Numerologia dá-nos uma pista muito útil. Some os números que compõem a sua data de nascimento e reduza-os a um único dígito. Faça o mesmo para a outra pessoa. Depois, some os dois dígitos. Se o resultado obtido for 11 ou 8, preste uma atenção redobrada pois são números associados a traumas cármicos. Não são o único fator que indica este tipo de relacionamento, mas quando a soma dos caminhos de vida de duas pessoas perfaz como total um destes números é bastante provável que tenham carmas a cumprir juntos.

2 - A Falsa Alma Gémea é alguém que o abandona regularmente, encontrando sempre pretextos para terminar a relação, para se afastar, ou desaparecendo sem dar notícias, simplesmente.

        Uma Falsa Alma Gémea nunca procura passar longos períodos de tempo consigo.

3 - Esta pessoa mente-lhe.

Uma Falsa Alma Gémea não quer que a conheça verdadeiramente, e por isso será sempre uma pessoa evasiva, pouco clara e muitas vezes contraditória naquilo que conta a respeito de si própria.

Esta pessoa não quer que a conheça porque recebe tanto amor da sua parte, sem ter de retribuir com algo verdadeiro, que tentará sempre tirar de si o máximo amor possível, sem se comprometer.

4 - Esta pessoa não partilha os mesmos planos para o futuro que você, e muitas vezes nem partilha consigo os seus verdadeiros planos em relação ao futuro.

5 - Esta pessoa não partilha consigo os mesmos valores, nem se mostra interessada em explorar consigo uma ligação espiritual.

É importante lembrar que as Almas Gémeas verdadeiras têm uma missão conjunta que visa melhorar o Mundo, elevando a energia universal cósmica. Sempre que há o encontro de duas Almas Gémeas verdadeiras, ambas terão interesse em explorar juntas a sua espiritualidade, aprofundando-a, sendo muitas vezes também frequente a vontade de fazer um trabalho espiritual que ajude a comunidade.

6 - Esta pessoa vai sempre tentar esconder quem realmente é.

Mesmo que a "encoste à parede" ou a confronte com factos inegáveis, esta pessoa vai sempre ser evasiva, negar situações e esconder a sua verdadeira personalidade.

7 - A Falsa Alma Gémea nunca deixa que a conheça profundamente.

Faça o que fizer, terá sempre a sensação que não conhece esta pessoa de verdade, havendo sempre "zonas cinzentas" e muitos factos por explicar em relação à sua vida.

8 - Esta pessoa não o ajuda a desenvolver os seus planos para o futuro nem mostra qualquer interesse em fazer parte deles. 

9 - A ausência de compromisso em tempos difíceis.

Quando surgem dificuldades, a verdadeira Alma-Gémea fortalece o compromisso consigo - mesmo que "fuja" (é comum que as Almas Gémeas enfrentem fases de fuga de uma, ou de ambas as partes, até estarem as duas prontas para a união) existe sempre certeza nos sentimentos que demonstra ter por si. Após um período de tempo partilhado, que geralmente tem uma certa duração, o afastamento é caraterizado pela tristeza sentida por ambas as partes. A Falsa Alma-Gémea, pelo contrário, afasta-se sempre que existem dificuldades, cortando radicalmente a ligação, após encontros que raramente são prolongados.

10 - Esta pessoa não o faz sentir-se bem, amado e aceite exatamente como é.

A sua verdadeira Alma Gémea é alguém com quem experimenta um sentimento de familiaridade que nunca sentiu em nenhuma outra relação anterior. Com uma Falsa Alma Gémea, dentro de si não existe esse sentimento de paz. Pelo contrário, sente-se desconfortável, inseguro e angustiado quando não está com essa pessoa, e mesmo quando está com ela tem tanto medo de perdê-la que não consegue descontrair. Tende a desenvolver sentimentos e comportamentos auto-destrutivos, o que é exatamente o oposto do propósito da relação com a sua verdadeira Alma-Gémea.

 

A Falsa Alma Gémea surge na sua vida numa altura em que precisa de desenvolver maior amor por si mesmo, em que precisa de conhecer-se melhor e definir melhor os limites em qualquer relacionamento com os outros.

A Falsa Alma Gémea surge na sua vida quando precisa de ser DESPERTADO.

A verdadeira Alma Gémea surge na sua vida quando está pronto para ASCENDER.