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Consultório de Astrologia

As cores, o que devemos usar e a influência que têm na nossa vida

De um modo geral, todos nós temos uma "cor da sorte", a cor com que nos sentimos especialmente bem, confiantes e seguros.

cores influencia significado.jpgSaiba que cada cor possui uma vibração energética diferente das outras e, de acordo com a energia que transmitem, as cores ajudam a atrair e a conservar na nossa vida o amor, a saúde, o bem-estar e também o sucesso tanto a nível profissional como financeiro.


Ideal para:

Vermelho
energia - recuperar forças, enfrentar desafios
- seduzir, paixão
- vencer a timidez

Laranja
vitalidade - ter vitalidade, alegria, entusiasmo
- afastar a tristeza
- desenvolver projectos, tomar decisões

Amarelo

comunicação - ter ideias criativas, comunicar
- concentrar-se
- vencer a fadiga
- afastar a ansiedade

Verde
saúde - dá saúde, é a cor da cura e do coração
- dá estabilidade e harmonia afectiva
- ajuda a ter harmonia na relação com os outros

Azul
ideias - cor da verdade, da honestidade, da inteligência
- cor relaxante, acalma, dá paz

Azul índigo
elevação - elevação espiritual
- ajuda a decidir o rumo da nossa vida
- encontrar a paz, boa para a meditação
- ajuda a conhecer-se melhor

Violeta
espiritualidade - Cor da espiritualidade, protectora
- cor da intuição
- dá segurança
- afasta insónias

Branco
pureza - inteligência cósmica
- a fé

Preto
segredos - cor dos segredos
- pensamento filosófico, dos ideais
- auto-disciplina
- protecção


Saiba a cor que deve utilizar em cada situação:
Quando vai a uma entrevista de emprego, deve usar a cor preto com um apontamento de uma cor do Elemento Fogo – vermelho, laranja, amarelo ou rosa. O preto representa força, determinação, empenho e profissionalismo, enquanto que as cores Fogo (sem exageros) indicam acção e energia. O rosa cria empatia e atrai a simpatia.


Quando vai realizar um exame ou uma prova deve vestir a cor azul, que ativa o pensamento lógico e a agilidade mental. Associada ao Elemento Ar, aumenta a criatividade e a rapidez de resposta.

Quando vai assinar um contrato de uma casa ou de um carro, deve vestir castanho ou tons do Elemento Terra, que representam a solidez, a segurança e a estabilidade.

No seu negócio deve ter elementos dourados, cor do Sol, que atrai a riqueza, a prosperidade e o dinheiro.


Cada dia da semana tem uma cor especial, de acordo com o planeta que o rege, e usar essa cor nesse dia vai aumentar a sua energia pessoal:

2ª Feira – Dia da Lua: branco, pérola e bege: pureza
3ª Feira – Dia de Marte: vermelho, bordeaux, lilás e roxo: energia
4ª Feira – Dia de Mercúrio: amarelo e laranja: comunicação
5ª Feira – Dia de Júpiter: vermelho, rosa e castanho:  sabedoria, aprendizagem
6ª Feira – Dia de Vénus: verde e azul:  amor, sensibilidade
Sábado – Dia de Saturno: preto, prata e cinza:  estabilidade, maturidade
Domingo – Dia do Sol: dourado, amarelo, laranja, vermelho: brilho

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Terapias que Curam

Cura Cármica

A Cura Cármica permite-lhe limpar sentimentos, crenças e bloqueios provenientes de vidas passadas que não a deixam evoluir com tranquilidade hoje. É uma poderosa terapia que lhe permite voltar a uma situação de uma vida passada, de forma consciente, para curar o que tem que ser curado.

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Muitos julgam que a palavra carma quer dizer "pagar por algo que não fiz". Carma significa exatamente o contrário: "pagar por algo que se fez". Em sua distante origem - no sânscrito, uma língua ancestral já extinta -, carma queria dizer "ação: Ou, então, "tudo o que nos acontece é o resultado de algo que fizemos". O nosso carma, então, não é um mero jogo de sorte e azar: é uma simples questão de causa e efeito. Tudo o que está acontecendo agora é o resultado direto de decisões que tomámos no passado, mesmo que não nos lembremos delas, ou que, na época, as tenhamos considerado irrelevantes.

Devemos lembrar-nos que em vidas passadas construímos defesas e barreiras contra nós mesmos e nossa evolução, contra o amor e a criatividade, contra a expansão das nossas consciências. Essas defesas do ego tornam-se parte de um padrão de comportamento que somente pode ser rompido através da consciência.

Uma pessoa pode, por exemplo, carregar algumas fobias e depressão nesta vida como resultado de ações e traumas advindos de uma vida passada.

O carma são dívidas pessoais contraídas pelo espírito no decorrer das suas existências.

A energia cármica é a densidade emocional que trazemos de outras vidas. Essa energia formata, numa primeira fase da vida, a personalidade do ser. É o que chamamos «Sobreposição de Encarnações».

O ser que nasce, antes de tomar consciência da sua jornada atual, irá sentir a energia cármica, as sobreposições, de forma mais profunda e com mais acuidade. Essa energia cármica, essa densidade emocional de outras vidas, irá condicionar o comportamento. O ser passará, nesta vida, a ter um comportamento semelhante ao de outras vidas. Irá escolher o mesmo padrão repetitivo de comportamento.

Limpar a energia cármica é retirar as sobreposições de encarnações, as vidas passadas que ainda permanecem na pessoa sob a forma de densidade.

É, simplesmente, retirar essa energia, através de uma limpeza. Gastar a energia cármica é precisamente quebrar o padrão repetitivo de comportamento.

 

Como se processa?

Existem diversas maneiras de acelerar o carma e limpar a alma. Vamos conhecer três formas possíveis de limpeza cármica com a qual se obtém bons resultados, desde que haja intenção séria de melhorar a elevação espiritual.

 

Método da Chama Violeta

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 A Chama Violeta é uma grande dádiva de Deus. Foi liberada, em 1930, quando Saint Germain apareceu, aos pés do monte Shasta na Califórnia, a Guy Ballard, mensageiro de Deus no Movimento I AM, para libertar a humanidade. Saint Germain deu-lhe a dispensação da Chama Violeta para o planeta Terra. O monte Shasta, na Califórnia, é o principal foco de irradiação da Chama Violeta do Mestre Saint Germain para o planeta Terra. A vibração da cor violeta, uma vez elevada, é uma energia transmutadora que converte o mal em bem. É uma chama de compaixão e misericórdia que encandeia de forma a limpar o carma.

Se deseja melhorar a sua situação e dissipar-se do carma terá que diariamente meditar acerca do seu passado, presente e futuro, fazendo com que o amor inunde o seu coração e não se deixar "tentar" pelos pensamentos negativos.

Uma vez alcançado um grau de meditação elevado, deve visualisar-se coberto por um manto de cor violeta intenso. Quando a visualisação se tornar tão nítida, ao ponto de sentir essa luz violeta ao seu redor, deverá pedir a Deus ou ao Divino, com toda a sua alma, a libertação do carma. Acenda uma vela roxa e concentre-se fixando a sua chama violeta, pois ela é a própria ação da Lei da Misericórdia e do Perdão.

 

Método dos Chakras

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A energia cósmica entra e sai através de certos pontos centrais de energia, distribuídos ao longo do corpo. São sete os principais chakras, dispostos desde a base da coluna vertebral até o alto da cabeça e cada um corresponde à uma das sete principais glândulas do corpo humano. Cada um destes chakras está em estreita correspondência com certas funções físicas, mentais, vitais ou espirituais. Num corpo saudável, todos esses vórtices giram a uma grande velocidade, permitindo que a "prana" (energia vital universal que permeia o cosmo, absorvida pelos os seres vivos através do ar que respiram), flua para cima por intermédio do sistema endócrino. Mas se um desses centros começa a diminuir a velocidade de rotação, o fluxo de energia fica inibido ou bloqueado - e disso resulta o envelhecimento ou a doença.

A limpeza cármica pode processar-se por meio de limpeza dos chakras, o que permite compreender melhor "o que vem a seguir" e superar facilmente os seus problemas. Cada chakra corresponde a uma cor e um estado de ânimo. Para ativar os chakras, é importante pôr-se em posição de meditação e tentar visualizá-los, virando-os como se fossem pequenos discos de cor. Este exercício pode levar à ativação dos mesmos, o que pressupõe também à ativação das energias de cura e libertação de bloqueios.

Uma conduta adequada juntamente com o bom funcionamento dos chakras permite abrir novos caminhos e rapidamente deixar para trás as pesadas cargas cármicas.

 

Método de Transmutação Alquímica

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Alguns produtos elaborados nos modernos laboratórios alquímicos são úteis para libertar e limpar o carma. Estes têm uma altíssima vibração e permitem transmutar rapidamente efeitos energéticos negativos de carmas pesados.

Sem complicações, e para uma limpeza cármica com resultado, deve-se estar totalmente de acordo com o facto "de que se é responsável pela dívida", pois só assim a transmutação alquímica se faz acompanhar de atos bons que possam resgatar os anteriores.

Elevar as vibrações servirá para que se possa ver melhor o que irá suceder, fazendo com que passe a depressão e o desânimo.
Deve, no entanto, fazer várias introspeções para descobrir qual o melhor caminho a seguir e qual a melhor postura de forma a não voltar a cometer os mesmos erros.

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Superstições e significados

 

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É uma pessoa supersticiosa? Quais são as suas superstições? 


Crendices populares: a realidade por detrás da superstição!

Embora não exista uma explicação científica para desmistificar as superstições que se foram criando ao longo de muitos e muitos anos, algumas destas crendices, criadas pelo povo e pelos costumes, e que foi passando de geração em geração, são explicadas por muitos racionalmente. Descubra os segredos por detrás das 11 superstições mais famosas de sempre e tente não limitar a sua vida, só porque acredita piamente nestas “sortes” ou “azares”!

 

Partir um espelho

A superstição de que os seus próximos sete anos serão de azar se partir um espelho está bastante enraizada na cultura popular. Esta história tem origem na antiguidade e várias versões. A primeira revela que os romanos, que foram os pioneiros na criação de espelhos de vidro, acreditavam que se este se partisse tinha o poder de confiscar a alma da pessoa que ficaria para preso dentro dele, durante sete anos. Na Grécia Antiga, utiliza-se um método divinatório popular que consistia em usar uma tigela de vidro com água para refletir a imagem da pessoa que queria saber mais sobre o seu futuro. Se durante a consulta a tigela se partisse era sinal de que a pessoa morreria ou teria dias difíceis nos próximos tempos. A esta versão, os romanos acrescentaram que os “próximos tempos” gregos se traduziriam exatamente em sete anos. Para juntar ainda mais superstição a este objeto, a história foi alimentada durante a Idade Média. Este objetos eram muito caros, e portanto os patrões avisavam os seus empregados que se partissem o espelho iriam ter muito azar. Um estímulo psicológico para evitar, nada mais nada menos, do que uma perda material.

 

Derrubar sal

Foi durante o Império Romano que nasceu esta superstição. O sal era uma espécie de ouro – era a única forma de conservarem os alimentos - para este povo, portanto dizia-se que dava azar derrubá-lo de forma a que se tentasse desperdiçá-lo ao máximo. Curiosamente, neste tempo, os saldados eram pagos com sal e daí a origem da palavra salário (salarium em latim). Hoje em dia, quando se derruba sal, de forma a cortar o azar, joga-se um pouco do mesmo por cima do ombro. A lenda diz que o diabo está sempre de pé atrás de nós, e dessa forma, atirando o sal para as nossas costas, conseguimos acertar-lhe nos olhos e cegá-lo.

 

Guarda-chuva aberto dentro de casa

A superstição diz que abrir um guarda-chuva dentro de casa dá azar. A explicação para esta crendice vem da época da Grécia Antiga, em que os guarda-chuvas eram usados como proteção contra o Sol. Ao se abrir então um chapéu dentro de uma habitação estava a insultar-se o deus do Sol. Outra versão, explica que esta superstição nasceu porque este objeto protegia das tempestades da vida e que ao abrir-se dentro de quatro paredes, insultava os espíritos guardiões, levando-os a deixar a casa desprotegida.

 

Dizer “Deus te abençoe” depois de um espirro

Esta superstição nasceu com o Papa Gregório Magno, que durante a peste bubónica dizia a frase “Deus te abençoe” para alguém que soltasse um espirro, e que possivelmente estaria afetado pela doença. Diz a lenda, que esta bênção evitava que a enfermidade se espalhasse e também que a alma escapasse do corpo durante o espirro.

 

Pata de coelho

No século VII, o coelho era considerado um talismã, pois os chineses consideravam-no um símbolo de prosperidade. Acredita-se que quem tem uma pata de coelho beneficia da sorte do animal. Há ainda culturas que creem que o coelho ajuda a promover a reprodução e ajuda à fertilidade.

 

Bater na madeira

Dar algumas pancadinhas na madeira para afastar o azar é uma superstição muito antiga. Acredita-se que a expressão nasceu com os índios americanos que tinham hábito de dar alguns toques nas árvores, quando pensavam estar a aproximar-se algum mal, pois segundo estes povos era nesse local que habitavam os deuses, e dessa forma chamavam a sua atenção para os acudir.

 

Cruzar os dedos

Embora não hajam muitas teorias que provem a origem desta superstição, uma delas explica que na época em que o cristianismo era ilegal, cruzar os dedos era uma forma secreta dos cristãos se reconhecerem uns aos outros. Uma outra, mais antiga, refere que cruzar os dedos era uma forma de afastar as bruxas e os espíritos malignos da nossa vida.

 

Encontrar uma ferradura

Os cavalos eram considerados animais sagrados, durante a Grécia Antiga. Portanto, se se encontra uma deve ser pendurada atrás da porta de casa e com as pontas para cima. Se for pendurada com as pontas para acredita-se que a sorte seja derramada.

 

Trevo de quatro folhas

Ainda no primeiro milénio a.C., os druidas usavam o trevo de quatro folhas como talismã, pois acreditavam que quem possuísse uma dessas plantinhas conseguiria ver os demónios no meio da floresta e também escapar deles. O poder atribuído ao trevo de quatro folhas vem possivelmente da sua raridade em ser descoberto.

 

Orelhas quentes

Esta crendice é já muito antiga e diz que quando estão a falar mal de si, as suas orelhas ficam quentes. Segundo a história, a superstição nasceu da ideia, difundida durante o século 1, de que no ar existia uma espécie de “mercúrio universal”, que permitia a transferência de energia entre pessoas. Assim, quando alguém falava mal de outra pessoa, as palavras chegavam sempre aos ouvidos do outro.

 

Levantar com o pé direito

Os Romanos acreditavam que o lado esquerdo era maldito. Por exemplo, se a trajetória dos pássaros fosse para a esquerda, eles achavam que os próximos dias seriam de mau agouro. Com a difusão do cristianismo, o lado esquerdo continuou a ser mal visto, pois segundo a tradição cristão, os eleitos de Deus permaneciam sempre à Sua direita. Ao longo dos tempos, levantar com o pé direito era sinónimo de boa sorte, enquanto que levantar com o esquerdo significava  que o dia podia não correr muito bem. Claro que atualmente este é um caso típico de autossugestão.

 

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As leis do Karma: o que fiz eu para merecer isto?

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Destino

"Isto é Karma!" é uma das expressões que todas as pessoas já ouviram, ou já disseram, pelo menos uma vez na vida. Sempre que um acontecimento que nos irrita ou aborrece se repete de forma inesperada ou até imprevisível, temos tendência para delegar responsabilidades num passado remoto, numa espécie de castigo por algo que  não temos memória consciente de ter feito. Mas afinal, o que é o Karma?

Por "karma" (também escrito "Carma") entende-se "acção" ou "causa": a energia que é gerada pelas nossas acções numa vida, repercutindo-se noutras vidas. A palavra Karma deriva do sânscrito e surgiu associada ao Budismo e ao Hinduísmo, sendo mais tarde adoptada pelo Espiritismo. Também a Cabala — filosofia que tem origem no Judaísmo — defende a existência da vida após a morte, acreditando que a alma regressa à Terra tantas vezes quantas forem necessárias para completar o seu Tikkun (termo associado ao Karma), superando sempre as provas que recebe como consequência dos seus actos.

Segundo a Lei do Karma, cada uma das nossas acções gera uma reacção ou um efeito, razão pela qual temos de "pagar" por cada acção negativa que praticamos, ou algo a "receber" por cada acto positivo. Neste último caso, trata-se do Dharma – aquilo que temos a receber pelas boas acções praticadas.

Tanto o Budismo como o Hinduísmo defendem que a alma encarna ao longo de sucessivas vidas, visando sempre a evolução espiritual. Para que esta possa acontecer, a alma tem de superar provas e ultrapassar desafios, para que a sua aprendizagem possa acontecer, fazendo a alma evoluir e crescer até chegar à Luz. Assim, as acções que praticamos numa encarnação têm uma consequência, que geralmente nos confronta numa encarnação futura.

Assumindo como verdadeira a teoria da Reencarnação, existente desde as civilizações e filosofias mais antigas, aquilo que vivemos em cada uma das nossas encarnações terá repercussões nas encarnações seguintes.

Antes de encarnar, a alma "escolhe" aquilo que virá fazer e aprender na encarnação que se lhe apresenta. O livre-arbítrio, contudo, faz com que este "esquema prévio" não determine a vida que vamos viver. Embora sejamos confrontados com os desafios que "escolhemos" antes de encarnar, cabe-nos sempre a nós escolher a forma como os encaramos. É claro que pessoas que vivem uma vida de miséria ou atravessam situações traumáticas se podem facilmente insurgir contra esta ideia "Então mas eu escolhi ser pobre?", "Aquela mulher escolheu ser vítima de violação?", mas para poderem compreender esta dinâmica têm de se distanciar e ver a vida numa perspetiva mais abrangente: se somos almas que sucessivamente encarnam, o nosso propósito e a nossa essência é MUITO maior do que aquilo que hoje vivemos. A pobreza, as injustiças, a dor, são apenas um episódio, que diz respeito ao presente, o momento que conta AGORA, mas a totalidade do nosso ser é muito maior que isso. De acordo com a Lei do Karma e da Reencarnação, a alma escolhe, conscientemente, os desafios que lhe irão proporcionar as maiores oportunidades de crescimento. Assim, uma pessoa que, imaginemos, viveu como um poderoso magnata noutra vida, e que não soube dar valor à riqueza que possuía, desperdiçando-a ou usando-a para subjugar outros, irá reencarnar numa condição de pobreza, para que possa aprender a dar valor ao dinheiro e a respeitar os outros. O Karma não é um castigo – é uma oportunidade de aprendizagem.

 

Padrões Kármicos

Por representarem desafios difíceis, nem sempre superamos, à primeira, um acontecimento kármico. Por essa razão, é frequente depararmo-nos, ao longo da nossa vida, com padrões que se repetem, com acontecimentos que nos marcam e que são muito semelhantes a outros que já vivemos, e que já nos fizeram sofrer anteriormente. Estes acontecimentos irão repetir-se sempre, ao longo da nossa vida e, se não forem aprendidos, de outras encarnações, até aprendermos essa lição.

Assim, para superar o Karma, é necessário em primeiro lugar compreender que lição aquele acontecimento, ou pessoa, nos está a querer ensinar. Depois, é necessário aceitar e perdoar, fazendo de outra maneira desta vez. A aceitação não é resignação, assim como perdoar não é condescender que a outra pessoa tem razão. Ao perdoarmos libertamo-nos, acima de tudo, a nós próprios, e só assim podemos viver sem esse peso nos ombros.

 

Relacionamentos Kármicos

É no terreno dos relacionamentos – amorosos e familiares - que o Karma mais se faz sentir, pois é nas relações que temos com os outros que mais aprendemos e, também, que mais erramos e temos para aprender.

A família é um dos mais importantes elos Kármicos que temos, pois geralmente escolhemos encarnar com outras almas que nos acompanham ao longo de encarnações sucessivas, sendo geralmente aquelas com quem temos mais assuntos para resolver aquelas que, nesta vida, encarnam na pele de nossa mãe, pais, irmãos. Mas as relações familiares nem sempre são kármicas – podem existir almas "novas", que ainda não conhecemos antes. Podem, também, ser "companheiros de alma", almas com quem tivemos boas experiências noutras vidas, que agora encarnam connosco para que possam estar ao nosso lado e facilitar-nos a nossa caminhada sempre que precisarmos de ajuda. De um modo geral, as pessoas que compõem uma família são almas que estão num estádio de evolução espiritual idêntico. Geralmente, existe um propósito comum, que faz com que esse grupo de almas encarne associado. Por estarem vinculadas pelos laços de sangue, é entre estas almas que surgem os mais íntimos conflitos, e são eles que maiores aprendizagens nos proporcionam, já que muitas vezes apresentam as provas mais difíceis de superar. Um amigo ou um parceiro amoroso podem ser erradicados da nossa vida e finalmente esquecidos, mas mesmo que não haja um contacto físico ninguém esquece a mãe, o pai, um irmão – ou a ausência dele. E quer a sua presença quer a sua ausência são, sem dúvida, importantes mestres na nossa evolução espiritual. É muito frequente reencarnarmos tendo com familiares chegados aqueles que, noutra vida, nos fizeram mal, ou a quem nós fizemos mal, para termos a oportunidade de, nesta vida, reparar o mal que foi feito, corrigindo-o. Por essa razão, ao alimentar quezílias familiares e rancores, estamos apenas a agravar o nosso Karma, pois se não resolvermos essas questões agora seremos confrontados com elas mais tarde, até as ultrapassarmos.

 

Dívidas Kármicas

Existem pessoas que surgem na nossa vida de forma aparentemente mágica, pontual, como se viessem cumprir uma missão. De acordo com a teoria da Reencarnação, vêm mesmo. Ao longo das nossas vidas podemos, com as nossas acções, criar dívidas kármicas – quando alguém nos faz um favor, quando faz algo especial em nosso benefício, ficamos em dívida para com essa alma, e mais tarde voltaremos a cruzar-nos com essa pessoa, numa situação em que possamos nós fazer algo por ela, retribuindo-lhe o favor. Do mesmo modo, quando desejamos fazer algo e não o concretizamos, criamos uma Dívida Kármica para connosco, que teremos de "pagar" mais tarde ou mais cedo na nossa evolução. Se quis agradecer algo a alguém e não teve possibilidade de fazê-lo, voltará provavelmente a reencontrar essa alma noutra vida, para que possa cumprir a Dívida Kármica com que ficou para com ela.

 

O merecimento e o perdão

Seja qual for a situação que a sua vida lhe apresenta, ou apresentou, procure vê-la sempre a uma escala maior. Não veja o Karma como algo fatalista a que não pode escapar, pois o nosso livre-arbítrio pode sempre alterar o curso dos acontecimentos que estavam destinados de uma certa maneira. A Lei do Karma serve o propósito da evolução e da aprendizagem, e ela existe para que possamos superar os desafios que nos permitem melhorar. Encare sempre cada situação como parte do todo das suas vidas, procure encontrar a lição que tem para aprender e, ao fazê-lo, aceite o passado, pense que na altura fez o melhor que podia e sabia segundo as circunstâncias, e siga em frente.

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O significado do Chamador de Anjos

Olá, olá!!!

Já tem o seu Chamador de Anjos? Conhece o significado e a importância que têm na nossa vida?

 

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Saiba tudo:

Sempre que precisamos de uma luz especial na nossa vida, de um amparo, de alguém que nos diga "vai correr tudo bem!" podemos sempre contar com o nosso Anjo da Guarda, o nosso mais fiel amigo, que nos acompanha em todos os momentos, e também com todos os outros Anjos, que depressa vêm em nosso auxílio quando os chamamos.

Uma das formas mais simples e eficazes de atrair a proteção dos Anjos é trazer sempre consigo um chamador de anjos, um objeto usado desde tempos antigos para entrar em contacto com o nosso Anjo da Guarda.

A sua esfera de metal emite um som com uma vibração muito elevada, que envia ao nosso Anjo da Guarda a mensagem que precisamos da sua ajuda, e ele vem de imediato em nosso auxílio.

Nas tradições mais antigas, as mulheres grávidas usavam um chamador de Anjos em volta da cintura, para proteger o bebé e da sua própria saúde durante a gravidez.

Este objecto místico possui um forte poder de proteção.

Durante a noite, proteja o seu sono pendurando o seu Chamador de Anjos na cabeceira da cama, ou colocando-o ao lado da mesma.

Dessa forma, o seu Anjo da Guarda velará pelo seu sono para que este seja descansado, mantendo afastados os pesadelos e as insónias, e ajudando a que receba, enquanto dorme, a informação de que mais precisa neste momento da sua vida.

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Como ter bom Feng Shui na sua vida pessoal!

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Aprenda de que forma os cinco Elementos, que o Feng Shui considera de extrema importância, influenciam a sua vida e podem melhorar a forma como você se vê a si próprio e se relaciona com os outros.

 

O Metal, um desses cinco Elementos, está relacionado com as capacidades mentais, com os pensamentos face às pessoas e circunstâncias que nos rodeiam. Sempre que der consigo a imaginar os cenários que mais teme, saiba que está a criar mau Feng Shui! Lembre-se que é o autor da história da sua vida, e não deixe que o seu medo influencie as circunstâncias! Concentre o seu pensamento no melhor que lhe pode acontecer, e estará sem dúvida a gerar bom Feng Shui!

A Água relaciona-se com a vida espiritual e com o Ego. Todos nós já experimentámos a sensação de nos sentirmos diminuídos face a um adversário ou a uma situação, e criarmos defesas para o evitar. Quando agimos desse modo, “fugindo aos obstáculos”, criamos mau Feng Shui no nosso sentido de identidade. A Água incentiva-nos a invertemos esta situação, começando por aceitar a nossa vulnerabilidade às circunstâncias, em vez de a negar. Ao começarmos a confiar nos outros, libertamo-nos a nós próprios e começamos a viver de forma mais feliz.

O Fogo, por seu lado, representa a vida emocional, e ensina-nos a curar as feridas que geram mau Feng Shui na nossa vida afectiva, incentivando-nos a olhar o mais objectivamente possível para as situações como forma de ultrapassar aquilo que nos fez sofrer. Descarregar noutras pessoas quando nos sentimos infelizes só gera ainda mais mau Feng Shui à nossa volta. A maneira de ultrapassar esta dor é “queimar” o que não é bom para a nossa vida e projectar optimismo sobre nós próprios.

A Terra está ligada ao conhecimento sensorial, terreno. Saiba que tudo no Universo está interligado, e que a forma como interpretamos as situações que nos acontecem cria a nossa própria realidade. Aprendendo a trabalhar melhor as suas percepções acerca do que o rodeia irá ajudá-lo a ter maior auto-confiança e ser mais realista naquilo em que assenta a sua vida.

Por fim, a Madeira simboliza, para os Orientais, o conhecimento intuitivo. Aprender a ouvir a voz da intuição e valorizá-la faz com que a nossa vida se desenvolva de forma mais completa e com bom Feng Shui. Desenvolver o diálogo confiante e optimista connosco próprios é a melhor ferramenta para ultrapassar qualquer obstáculo no dia-a-dia!

 

Dica:

Cada um dos cinco Elementos está ligado a um tipo de conhecimento que todos nós possuímos no interior de nós próprios, mas que muitas vezes negligenciamos. Aprender a despertar e valorizar esse conhecimento significa criar bom Feng Shui e viver em harmonia emocional e espiritual.

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Libertar fardos do passado com a hipnose

A hipnose provoca um estado alterado de consciência. Sob hipnose, o indivíduo consegue concentrar-se de forma intensa num pensamento, numa memória, numa sensação, numa vivência. A hipnose na regressão a vidas passadas pode ajudar a ultrapassar bloqueios ou problemas e a libertar fardos.

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A regressão com a ajuda da hipnose pretende localizar e eliminar as causas de fobias, traumas, psicoses, neuroses, hábitos, vícios, dificuldades emocionais, entre outras.

Utiliza-se a hipnose para ajudar as pessoas a perceberem as causas dos seus problemas e dessa forma ajudar a ultrapassar e a vencer um bloqueio ou problema.

Com a regressão pretende-se alcançar um equilíbrio. A pessoa fica com maior capacidade para gerir e lidar com as dificuldades da sua vida. Este tipo de terapia visa sempre a libertação do problema ou ajuda a lidar melhor com ele. Na regressão pode-se ficar na vida presente ou eventualmente ir até vidas passadas. No entanto, e apesar de algumas pessoas verem as regressões como uma possibilidade para irem a vidas passadas e dessa forma encontrarem respostas para a sua curiosidade ou para os seus problemas, nem sempre isso é possível.

Um bom terapeuta vai querer resolver o problema da pessoa, e nem sempre é necessário recorrer à regressão de vidas passadas.

 

TERAPIA DE REGRESSÃO

A terapia da regressão baseia-se num princípio de que a maioria dos problemas psicológicos e psicossomáticos tem as suas causas no passado. Descobrir, reviver e compreender essas causas pode produzir um melhor conhecimento para libertar a pessoa de alguns traumas, ou problemas.

Muitos problemas do passado são causados por experiências traumáticas que podem ter sido esquecidas pela pessoa, mas que ficam no seu inconsciente. As experiências passadas que não foram compreendidas e assimiladas ficam reprimidas no inconsciente e podem ser reactivadas, a qualquer momento, por experiências semelhantes que as reavivam.

A hipnose facilita a recordação, permitindo aceder muito mais facilmente aos conteúdos do nosso inconsciente onde se guardam todas as nossas experiências, quer sejam de um passado recente ou remoto. Mas existem vidas passadas? A regressão a vidas passadas não é uma prova de que existam, nem de que não existam. E para a hipnoterapia, essa pergunta é irrelevante. Se o paciente acredita que existe, então isso é bom. E se ele acredita que não existe, isso também é bom. Para que a regressão funcione basta que haja aceitação de todo o processo. As respostas aos nossos problemas estão dentro de nós mesmos. Só é preciso permitir-lhes o acesso. O mais importante para que a regressão funcione é estar aberto, para as respostas surjam na mente, deixando a parte racional, os julgamentos e o cepticismo de lado.

Podemos dizer que a hipnose nada mais é do que uma forma de comunicação, que provoca mudanças e transformações, levando o indivíduo à prática do pensar sobre si mesmo e por si mesmo.

O que é certo, é que cada sessão resulta numa sensação de paz, tranquilidade e bem-estar, que se pode prolongar por dias, semanas, meses e até anos e pode ajudar o paciente a dar rumo à sua vida.

 

SOBRE A HIPNOSE

A pessoa perde a consciência durante a sessão?

Não, permanece consciente e alerta. O estado de transe é um estado normal e ocorre várias vezes ao dia com vários tipos de estímulos, como por exemplo: sons repetitivos, etc.

 

O hipnotizador pode dominar a mente?

Não. A consciência mais profunda da mente protege a pessoa de tudo aquilo que ela não deseja fazer. A mente da pessoa hipnotizada só vai aceitar ordens pré-estabelecidas por ela mesma e combinadas com o hipnoterapeuta durante a sessão.

 

Quem pode ser hipnotizado?

Qualquer pessoa pode ser hipnotizada. As pessoas que querem transformar os seus problemas são mais fáceis de serem hipnotizadas. O transe induzido encontra resistência apenas numa parcela pequena de pessoas.

 

A pessoa pode não voltar do transe?

Não. É pouco comum demorar a voltar ao seu estado natural de vigília, mas quando isto acontece, existem várias formas suaves para que haja este retorno.

 

A hipnose faz mal à saúde?

Não. Não existe nenhum risco quando a hipnose é aplicada corretamente por um profissional experiente e devidamente informado. É comum a pessoa sentir sensações de euforia, sono, vontade de relaxar, depois de uma sessão.

 

O que se sente na hipnose?

Pode vivenciar sensações, não sentir partes do corpo, sentir o corpo mais pesado, formigueiro, calor, frio etc. Pode viver memórias de factos do passado recente ou remoto. A regressão, pode ser espontânea ou ser sugerida pelo hipnoterapeuta. São memórias, pensamentos, sensações, e imagens do passado.

 

Os objectivos desta técnica são:

  • Trazer à superfície da consciência as experiências do passado
  • Encontrar as soluções que permitam superar as dificuldades do presente, o equilíbrio
  • Abrir e alargar as percepções psíquicas
  • Desenvolver as capacidades físicas e mentais
  • Aliviar as dores e sofrimentos físicos
  • Activar ou acalmar as defesas naturais do organismo
  • Tratar patologias como depressões, fobias, sintomas de pânico, ansiedade, obesidade, anorexia, bulimia, insónias, maus hábitos (roer as unhas, chuchar no dedo, tiques, alcoolismo, tabagismo,…), disfunções sexuais, dificuldades de aprendizagem, etc.

 

ORIGEM DA HIPNOSE

Desde a mais remota antiguidade o homo sapiens viveu e usou a hipnose, quer consciente ou inconsciente. No antigo Egito, os sacerdotes induziam o estado hipnótico com objetivos de cura de diversos males e afecções, aliviando dores e recuperando a saúde dos seus pacientes. É conhecido que os antigos mágicos, faquires, curandeiros, todos praticavam várias formas de hipnotismo.

A era moderna da hipnoterapia começa com Franz Anton Mesmer, médico austríaco, com o seu “magnetismo animal”, realizando vários tratamentos com anestesia hipnótica. Depois, John Elliotson, médico assistente no St. Thomas Hospital, fez pesquisas com o então conhecido mesmerismo.

Seguiu-se então James Esdaille, que trabalhou na Índia, tendo apoio governamental, realizando cerca de 300 operações de grande vulto sob hipnose.

Aparece então James Braid, um cirurgião Inglês, nascido 1795, que estudou a hipnose em 1841. Através das suas pesquisas, a hipnose ganhou o foro de ciências, sendo então denominada de hipnotismo ou hipnose, ao invés de mesmerismo, facilitando o começo da sua aceitação pela profissão médica.

Charcot, França, rotulou a hipnose como um estado patológico de dissociação, relacionando a hipnose ao processo histérico e à anormalidades no sistema nervoso. Freud interessou-se pela hipnose, estudando o seu efeito na cura dos seus pacientes. A desinformação da época e o mau emprego da hipnose fizeram-no abandonar a hipnose como ferramenta de trabalho.

Pavlov, médico russo, aproximou-se da hipnose no seu estudo sobre a neurofisiologia, comprovando os seus efeitos nos sistemas de excitação e inibição do sistema nervoso humano. Nas duas grandes guerras mundiais, aprova oficialmente a hipnose como ferramenta terapêutica; em 1958 o mesmo acontece nos USA, pela Associação Médica Americana. Milton Hyland Erickson, médico psiquiatra e psicólogo norte-americano, estudou a ciência da hipnose, modernizando-a, revelando-a como uma manifestação normal da mente humana, mostrando a sua existência e os efeitos na vida quotidiana.

 

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O que o mapa astral diz sobre si!

Com base no dia, na hora e no local do seu nascimento, o mapa astral analisa a sua personalidade e todos os possíveis caminhos do seu destino. Através da sua interpretação pode perceber melhor a sua forma de amar, de comunicar com os outros, de lidar com as suas emoções ou de encarar todos os desafios. O gráfico representado pelo Mapa Astral é o retrato do céu na hora do seu nascimento e revela a pessoa que você é e que poderá vir a ser. Mergulhe no misterioso mundo da carta que vem do céu.

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O que pode aprender com a leitura do mapa?

Antes de mais é importante perceber que o mapa astral não dá resposta a nenhuma questão em particular, nem faz previsões a curto prazo, porém ele mostra-lhe factos muitos importantes que a fazem entender a sua infância, a sua relação com os seus parentes mais próximos, os seus reais desejos, o tipo de pessoas e situações que mais a favorecem e a forma como deve explorar as suas qualidades e melhorar os seus defeitos.

 

Em que se baseia esta leitura?

Essencialmente na disposição que os planetas apresentam ao longos dos doze signos do zodíaco. Para além disso, existem ainda as casas astrológicas, que nos transmitem as diferentes partes da nossa vida, revelando de que forma vivemos em cada uma dela. No Mapa astral existem ainda outros factores muito importantes que ajudam a determinar outras situações, tal como o nosso ascendente, o meio do céu, os asteroides ou as estrelas fixas. Esta carta da sua vida mostra os seus caminhos e as opções de que dispõem para chegar ao seu destino. Ele indica-nos os melhores caminhos de que dispomos para fazer a viagem nesta vida, da melhor maneira possível.

 

Tudo aquilo que o mapa lhe diz?

 

A sua identidade

Há sempre uma introdução após a leitura da carta astral que identifica as características mais marcantes da sua personalidade que a vão ajudar a conhecer-se melhor e a compreender aquilo que realmente deseja.

 

O seu temperamento

Através da análise dos elementos da natureza (terra, ar, fogo e água), o mapa revela o peso que eles têm no seu temperamento e de que forma poderá equilibrar esses mesmos elementos para conseguir lidar melhor com as pessoas que a rodeiam.

 

O seu lado emocional

É a posição da Lua no seu mapa astral que define todo o seu lado emocional, a maneira como vive e como expressa os seus sentimentos.

 

A sua vida afetiva

O lugar que o planeta vénus ocupava na hora do seu nascimento marca a sua maneira de amar e seduzir. Mostra-lhe ainda o estilo de pessoas com que mais se identifica.

 

A sua inteligência

É através do planeta Mercúrio que identifica a forma como se comunica, como expressa o seu raciocínio e quais são as suas verdadeiras capacidades intelectuais. Revela-lhe ainda a maneira como vê a vida.

 

A sua força interior

A forma como luta pelos seus objetivos e a procura pelo seu espaço e lugar no mundo é lhe transmitido pela posição do planeta Marte no seu mapa astral.

 

As suas oportunidades

Chegar à conclusão daquilo que a faz feliz é revelado pela posição do planeta Júpiter. Ele diz-lhe ainda qual é o sentido para a sua existência.

 

Os seus desafios

Dar mais atenção à posição que saturno ocupava na hora do seu nascimento poderá ajudá-la a equilibrar o seu anterior, já que ele revela-lhe os seus maiores medos e fragilidades.

 

A sua evolução pessoal

Esta última análise do seu mapa astral transmite-lhe quais são as suas oportunidades neste vida para o seu crescimento interior e de que forma deve refletir sobre os caminhos que escolheu para conseguir evoluir.

 

A importância das correspondências astrológicas

O resultado do cálculo entre todos os aspetos que fazem parte do seu mapa astral - casas astrológicas, planetas e signos - é aquilo que determina tudo aquilo que se reflete na vida de uma pessoa.

 

Os signos do zodíaco

São os fatores primordiais do mapa astral e que indicam os doze “modos” ou “estados do ser”, através dos quais a natureza humana se manifesta. Os signos revelam-nos onde tudo acontece.

 

Os planetas

Eles dizem-nos, consoante a sua posição no nosso mapa astral, as funções psicológicas da personalidade humana. Os planetas ajudam a compreender toda a natureza do comportamento. Eles representam aquilo que acontece.

 

Casas astrológicas

Calculadas a partir do horizonte, as casas astrológicas simbolizam as doze áreas onde vamos viver certas experiências transmitidas pelos signos, através dos aspetos indicados pelos planetas. As casas astrológicas representam os lugares onde tudo acontece.

 

As correspondências mais diretas do seu mapa astral

 

 

Casas

 

 

 

Energia das casas

 

 

 

 

Signos

 

 

 

Elementos

 

 

 

Qualidades

 

 

 

 

Planetas

 

I

Personalidade Individual (eu, ser)

 

Carneiro

Fogo

Cardinal

   

II

Valores e haveres (meu, ter)

 

Touro

Terra

Fixo

   

III

Comunicação, Expressão

 

Gémeos

Ar

Mutável

   

IV

Raízes e origens

 

Caranguejo

Água

Cardinal

   

V

Prazer e criatividade (gerar)

 

Leão

Fogo

Fixo

   

VI

Trabalho e rotina (servir)

 

Virgem

Terra

Mutável

   

VII

Relações (trocar)

 

Balança

Ar

Cardinal

   

VIII

Perda e propriedade comum (transformar)

 

Escorpião

Água

Fixo

   

IX

Filosofia e países distantes (dar sentido)

 

Sagitário

Fogo

Mutável

   

X

Meio do Céu, carreira e projecção social (organizar)

 

Capricórnio

Terra

Cardinal

   

XI

Amigos e conhecidos

(servir globalmente)

 

Aquário

Ar

Fixo

   

XII

Para além do pessoal

(redimir)

 

Peixes

Água

Mutável

   

 

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Podemos ler as cartas para nós próprios?

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Ler as cartas de Tarot é um ato único, muito especial, um encontro com a dimensão espiritual da nossa vida. Através do Tarot acedemos às respostas de que precisamos para resolver as questões que, na nossa vida, precisam de ser resolvidas, e descobrimos muitas vezes factos que desconhecíamos sobre nós próprios e sobre aqueles que nos rodeiam.

Muitas pessoas têm a superstição de não ler as cartas para si próprias, contudo não existe uma regra que diga que não se deve fazer isso.

A questão principal prende-se com a nossa capacidade de sermos imparciais em relação a nós próprios, de nos distanciarmos o suficiente para conseguirmos ver as situações COMO ELAS SÃO e não como nós desejamos que elas sejam ou, pelo contrário, como temos medo que elas venham a ser.

Assim, uma consulta de Tarot feita por um tarólogo especializado, alguém que conhece profundamente as cartas e que não sabe nada sobre nós próprios é mais fidedigna do que uma leitura feita por nós.

Como o tarólogo não está emocionalmente envolvida com a situação, ele vê apenas os factos, e apresenta-os como eles são.

Contudo, há situações em que desejamos uma resposta imediata, e se tivermos aprendido a ler o Tarot podemos fazer uma leitura para nós próprios, desde que consigamos distanciar-nos o suficiente para que os nossos medos e desejos não interfiram na resposta.

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Teimancia: Conheça o futuro nas folhas de chá - Para fazer em casa

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 Sabia que pode saber o que a vida lhe reserva através das folhas de chá?

Esta técnica chama-se teimancia, um método de adivinhação que teve origem na China e que posteriormente foi aperfeiçoada e praticada um pouco por todo o mundo.

Como sabe, existem várias formas de conhecer o futuro. A leitura feita através das folhas de chá é uma delas. Esta técnica antiga, que teve origem na Cinha e foi aperfeiçoada ao longo dos séculos, consiste em identificar figuras formadas pelas folhas de chá nas paredes internas de uma chávena depois de se tomar o chá. A interpretação baseia-se num código, que não deve ser estrito, porque a intuição é essencial neste domínio. Como acontece com qualquer oráculo, lembre-se que a respostas às suas dúvidas estão sempre dentro de si!

 

Preparar o ambiente

Para consultar este oráculo, é aconselhável estar num lugar calmo e silencioso, pois a concentração é essencial e para isso deve desligar-se do barulho ao redor. Depois é só seguir os passos que aqui indicamos:

1- Comece por afastar possíveis energias desarmoniosas, purificando o ambiente: queime um pau de incensos, coloque junto de si um copo com água e sal e um cristal de quartzo transparente.

2- Prepare um chá de ervas à sua escolha e, ao servi-lo, não coe demasiado a bebida, pois os resíduos das ervas ajudam a formar figuras mais nítidas.

3- Utilize uma chávena com a boca mais larga do que o fundo, de preferência de cor branca ou clara, de forma a criar um maior contraste com a cor das plantas e dos resíduos.

 

Ritual passo a passo

Coloque a água ao lume e, quando ferver, despeje-a sobre as folhas de chá colocadas num bule (use uma colher de chá de folhas para cada chávena de água). Deixe o chá em infusão durante três a cinco minutos.

1.Coe o chá para dentro de uma chávena clara, simples, de preferência branca e que tenha um pires. Deixe algumas folhas de chá circularem pela chávena. Se não tiver folhas suficientes na chávena, agite o bule algumas vezes antes de servir o chá.

2. Em seguida, tome o chá mas reserve uma pequena quantidade de líquido no fundo da chávena.

3. Segure a chávena na mão oposta à que escreve. Feche os olhos e agite a chávena no sentido do relógio três vezes. Tente agitar as folhas em direção ao rebordo da chávena. Enquanto agita, faça mentalmente a pergunta que deseja ver respondida.

4. Depois, vire a chávena de cabeça para baixo e coloque-a no pires, para que o líquido que resta fique nele. Aguarde sete segundos e volte a colocar a chávena na posição normal, com a asa voltada para si.

5. Respire fundo, relaxe e olhe para as formas que as folhas tomaram. Verifique se reconhece as formas que se formaram e consulte então os significados atribuídos às formas mais comuns.

 

Dica para interpretar as formas

Ao analisar os padrões e desenhos formados na chávena, deverá sempre procurar relacioná-los com a sua vida ou com a situação em causa. Quanto mais nítido aparecer um símbolo, maior é a sua importância no que diz respeito à questão colocada. Não condicione o seu pensamento, deixe a imaginação e a sua intuição fluírem, mantendo-se atenta às associações e às ideias que lhe possam ocorrer espontaneamente.

 

Análise cuidadosa dos três níveis da chávena

  1. Os padrões que ficam no rebordo da chávena aplicam-se ao futuro imediato, ao que irá acontecer dentro de dias. Quanto mais perto a imagem estiver do cimo da chávena, mais perto algo está para acontecer.
  2. A área da chávena que se encontra entre o rebordo e a base refere-se ao futuro próximo, que vai de entre uma a três semanas.
  3. A quantidade de chá que permanece no fundo da chávena corresponde à secção base, e as imagens que aí se encontram dizem respeito ao futuro distante, ou à conclusão final da sua pergunta.

Lista de símbolos

    Abelha - Encontro com amigos. 
    Abóbora - Relacionamento amoroso.
    Adaga - Ameaça de inimigos.
    Agulha - Respeito por outros.
    Âncora - Viagem.
    Anel - Casamento.
    Aranha - Sorte, dinheiro.
    Arco-íris - Sorte.
    Arma - Perigo, guerra, catástrofe.
    Árvore - Sucesso.
    Asas - Novidades.
    Asno - Necessidade de paciência.
    Balança - Justiça, sucesso com a lei.
    Balão - Problemas indo embora.
    Banana
 - Viagem á negócios.
    Bandeira - Perigo.
    Barco - Visita de um amigo.
    Bastão: Um ataque;
    Bengala - Necessidade de apoio.
    Boi - Discussões com amigos.
    Borboleta - Felicidade.
    Cachimbo - Novas ideias.
    Cachoeira - Fartura.
    Cadeira - Hóspede inesperado.
    Cão - Este é um agouro, o pior, o agouro da morte.
    Caranguejo - Inimigo á espreita.

    Ceifeira - Boa colheita ou prenúncio de morte.
    Chifre - Fartura.
    Círculo - Amor. (Como aliança, o círculo é um amor que roda sem nunca acabar.)
    Coelho - Sucesso.
    Corda - Assuntos delicados.
    Crânio: Perigo em seu caminho;
    Cruz: Significa que você vai ter sofrimento e provações;
    Dragão - Mudanças.
    Esqueleto - Doença.
    Estrela - Sorte.
    Falcão: Você terá um inimigo mortal;
    Flecha - Más notícias.
    Galho de árvore - Nova amizade.
    Ganso - Um convite.
    Gato - Traição.
    Guarda-chuva - Aborrecimentos.
    Janela - Ajuda de um amigo.
    Lamparina - Ganhos financeiros.
    Leão - Amigos prestativos.
    Livro - Atenção.
    Lua - Amor.
    Mão - Amizade.
    Moeda - Pagamentos de dívidas.
    Morcego - Deceção.
    Ninho - Abrigo.
     - Perigo adiante.
    Nuvens - Dúvida.
    Olho - Tenha cuidado.
    Ovo - Fertilidade, filhos.
    Papagaio - Transtorno.
    Peixe - Noticias de longe.
    Pendulo - Indecisão.
    Rato - Perda de bens.
    Sapato - Mudança de carreira.
    Semente - Saúde.
    Sereia - Tentação.
    Serpente - Falsidade.
    Sinos - Boas ovas.
    Sol - Felicidade constante.
    Tambor - Fofoca.
    Tartaruga - Críticas.
    Teia - Intriga complicações.
    Triângulo - Acontecimento inesperado.
    Vaso - Um amigo precisa de ajuda.
    Violão - Romance em vista.
    Violino - Solidão.
    Xicara - Grande sucesso.

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